sábado, 29 de julho de 2017

MARCHA ATLÉTICA E CORRIDA: QUAIS AS DIFERENÇAS?

MARCHA ATLÉTICA E CORRIDA: QUAIS AS DIFERENÇAS?


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Você escolheu a prática de esporte ao ar livre, para se sentir melhor, perder peso e descontrair. Seja qual for o seu objetivo, a marcha atlética e a corrida são dois esportes de resistência recomendados para cuidar de si. Mas, por que a marcha é tão diferente e necessita de calçado adequado?
Um passo na marcha atlética, uma passada na corrida
Na marcha rapida, o movimento do pé é chamado de passo, enquanto que os praticantes de corrida falam geralmente em passada.Estes 2 movimentos se dão entre o momento em que se põe o pé no chão pela primeira vez, até ao momento em que se volta a pôr o pé no chão pela 2ª vez.
Na marcha atlética, o contato com o chão é permanente, enquanto que o praticante de corrida se desloca com saltos.Enquanto o praticante da corrida ganha impulso no ar para avançar, o praticante da marcha atlética põe o calcanhar no chão. A partir desse momento, o pé se movimenta completamente até impulsionar o praticante de marcha, graças aos dedos do pé, enquanto que o outro pé volta a tocar no chão com o calcanhar.
É isso que o praticante de marcha atlética chama de fase de apoio duplo, como poderá ver no seguinte esquema :
om este apoio duplo se mantém a estabilidade na marcha e se limitam bastante os riscos de entorses.
Os seus pés têm necessidades diferentes se for praticante de marcha atlética?
A resposta é sim!Como um dos pés está em contato constante com o chão na marcha atlética, as forças exercidas sobre as suas articulações são muito menores do que na corrida.
Na marcha atlética, as articulações do quadril, dos joelhos e dos tornozelos são menos expostas ao esforço. É por isso que o tipo de amortecimento que você vai encontrar num calçado próprio para a marcha atlética, é menos significativo do que o amortecimento de um calçado de corrida.
Um calçado de marcha atlética deve, antes de mais nada, conferir uma flexibilidade máxima para garantir o melhor movimento do pé possível.

sábado, 22 de julho de 2017

Mulher de 85 anos ignora osteoporose e bate recordes na meia-maratona Deirdre é recordista mundial dos 21 km na faixa acima de 85 anos

Reprodução/Twitter

Aos 78 anos, Deirdre Larkin foi diagnosticada com osteoporose. Poucas semanas depois, começou a correr três vezes por semana com o filho, alternando três passos de caminhada com três passos de corrida. 

Hoje, aos 85, ela é recordista mundial da meia-maratona em sua faixa etária e já bateu mais de 80 recordes mundiais.... 

Meu sangue corre pelo meu corpo mais rapidamente, quase não tenho frio e sinto todos os músculos do meu corpo, e nunca soube que tinha tantos. 

Hoje me sinto mais viva”, resume Deirdre, britânica que mora na África do Sul desde a década de 1970.... 

Neste ano, a professora de piano quebrou mais um recorde. Em Genebra, fez os 21 km em 2h05min13, tornando-se a mulher acima de 85 anos mais rápida na distância. A marca anterior também era dela, de 2h12min37.... 

Deirdre conta que havia corrida na época da faculdade, ainda jovem, e não gostava. Mais de 50 anos depois, alertada pelo diagnóstico de osteoporose, ela decidiu tentar novamente a modalidade....

A rotina de Deirdre é simples. Ela acorda às 5h, toma café da manhã e corre de 8 km a 9 km diariamente. Não come sal e açúcar nem toma café. Faz em casa mesmo alguns exercícios de fortalecimento, tudo para se manter saudável e tudo para se manter saudável e, principalmente, correndo.... 

“Hoje não imagino minha vida sem a corrida, seria como uma morte lenta. Vou correr até quando não puder mais”, avisa.... 

primeira prova de Deirdre foi em 2010, um ano depois do diagnóstico da osteoporose. Desde então, ela acumula mais de 500 medalhas e 80 recordes mundiais por faixa etária. Um dos mais importantes foi o recorde sul-africano dos 10  km acima de 80 anos. ...

Em 2010, ela completou a distância em 54min17s, em Durban, na costa leste da África do Sul....

Só em 2016, a professora disputou 65 provas. Se antes um filho a levou para correr, atualmente os demais é que a acompanham nas corridas. Mas Deirdre é a mais competitiva, segundo eles. Os recordes deixam isso bem claro.... 

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Quais são os benefícios do treinamento funcional!

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treinamento funcional é um método de trabalho ainda mais dinâmico que os treinos convencionais. Ele é caracterizado por mesclar diferentes capacidades físicas em um único exercício. Assim, o foco passa de um grupo muscular isolado para todo o corpo - os movimentos trabalham a força muscular, a flexibilidade, o sistema cardiorrespiratório, a coordenação motora e o equilíbrio.

Na academia há diversos aparelhos que trabalham um músculo por vez e, em geral, os praticantes não precisam pensar muito para realizar os exercícios. Mas para fazer o treinamento funcional são usados apenas alguns acessórios e os exercícios apresentam uma complexidade maior. Apesar dos benefícios do treino global, pode haver um risco maior para lesões. O melhor então é contar sempre com a supervisão de um especialista, um profissional de Educação Física.

Quem pode fazer?

Além de fatores como idade e sexo, a prática do treinamento funcional tem muito a ver com o histórico de cada praticante. Pessoas que, ao longo da vida, praticaram diversas modalidades esportivas e atividades físicas, certamente se adaptarão melhor a este tipo de treinamento. Devido à complexidade envolvida, esse método não é um dos mais indicados para as pessoas previamente sedentárias. O ideal para este público é se preparar com exercícios mais simples, como a própria musculação, antes de se submeter ao treinamento.


Como é feito?


Em alguns exercícios, a carga de trabalho é exercida pelo próprio peso do corpo somado ao equilíbrio. No entanto, também pode ser realizado com acessórios e até alguns equipamentos específicos que já existem no mercado. Entre os principais acessórios estão a bola suíça, o cinto de tração, a medicine bol, o bosu, o mini trampolim, a theraband e os cones.



Quais são os benefícios?

Além da tonificação muscular, o treinamento funcional implica numa maior complexidade do movimento e no envolvimento de várias capacidades físicas. Isso faz com que o organismo tenha um gasto energético muito maior, além de trazer grandes contribuições, como a melhora da flexibilidade, o emagrecimento, a otimização da coordenação motora, o ganho de equilíbrio e o condicionamento cardiorrespiratório. Isso tudo além de motivação e da elevada autoestima.
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