sábado, 30 de julho de 2011

Vanderlei Cordeiro de Lima

 
 
Vanderlei Cordeiro de Lima (Cruzeiro do Oeste, 4 de julho de 1968), é um ex-maratonista brasileiro. Antes de ser atleta Vanderlei era bóia-fria.

Tornou-se uma das celebridade dos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004 quando, após liderar a maratona até cerca do 36º quilômetro, foi atacado e derrubado por um fanático religioso irlandês, o ex-sacerdote Cornelius Horan. Ajudado por alguns espectadores da corrida, retornou a prova e ainda conseguiu garantir a medalha de bronze, sendo aplaudido de pé quando entrou no estádio Panathinaikos.
Encerrou sua carreira em 31 de Dezembro de 2008, fazendo seu tradicional aviãozinho, na Corrida de São Silvestre.

Medalha Pierre de Coubertin

Por seu feito, seu espírito esportivo e humildade após a prova, Vanderlei foi ainda agraciado com a Medalha Pierre de Coubertin concedida para atletas que valorizam a competição olímpica mais do que a vitória e que é considerada uma honra elevadíssima atribuída pelo Comité Olímpico Internacional.
Antes de Vanderlei, o último atleta a receber a homenagem tinha sido o velejador canadense Lawrence Lemieux, que nos Jogos de Seul, em 1988, abandonou a disputa de sua prova para salvar uma pessoa que havia caído no mar.
Dois outros atletas a receberam postumamente, o tcheco Emil Zatopek e o alemão Lutz Long

História

Anteriormente a seu status de celebridade mundial com o ocorrido em Atenas, Vanderlei já era um atleta reconhecido de nível internacional, vencedor da Maratona de Tóquio no Japão em 1998 e bicampeão nos Jogos Pan-americanos de Winnipeg e Santo Domingo. No cenário brasileiro, entre outros triunfos, ele também foi bicampeão da famosa Volta Internacional da Pampulha, em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1999 e 2002.

 

Os 10 esportistas mais bem pagos do mundo.

1. Tiger Woods (Golfe) – US$ 105 milhões




2. Floyd Mayweather (Boxe) – US$ 65 milhões





3. Kobe Bryant (NBA) – US$ 48 milhões




4. Phil Mickelson (Golfe) – US$ 46 milhões





5. David Beckham (Futebol) – US$ 43,7 milhões





6. Roger Federer (Tênis) – US$ 43 milhões





7. LeBron James (NBA) – US$ 42,8 milhões





8. Manny Packiao (Boxe) – US$ 42 milhões





9. Eli Manning (NFL) – US$ 39,9 milhões





10. Terrell Suggs (NFL) – US$ 38,3 milhões




Outros nomes da  lista:

13 – Cristiano Ronaldo (Futebol) – US$ 35,8 milhões
14 – Kimi Raikkonen (Rali) – US$ 34 milhões
16 – Valentino Rossi (MotoGP) – US$ 32 milhões
20 – Lewis Hamilton (Fórmula 1) – US$ 29 milhões
23 – Fernando Alonso (Fórmula 1) – US$ 28 milhões
23 – Michael Schumacher (Fórmula 1) – US$ 28 milhões
26 – Lionel Messi (Futebol) – US$ 27 milhões
31 – Kaká (Futebol) – US$ 25,6 milhões
32 – Ronaldinho Gaúcho (Futebol) – US$ 25,1 milhões
35 – Maria Sharapova (Tênis) – US$ 24,5 milhões

Drogas nos Esportes: estimulantes, anabólicas e outras.




O problema do uso de substâncias ilícitas para promoverem o aumento da performance física não é novo. Nunca em toda a história esportiva houve tanto consumo de drogas, principalmente por praticantes de modalidades não olímpicas. Paralelamente observamos na população em geral o uso descontrolado de medicamentos e drogas estimulantes e alucinógenas.

A partir da década de oitenta, houve um grande estímulo à prática de exercícios físicos, que culminou na imensa procura por academias de ginástica. A valorização da estética muscular desenvolvida ou hipertrofiada inclusive para mulheres, passou a ser bem vista e explorada pela mídia.

Existe hoje um comércio paralelo que vende drogas anabolizantes e outros ergogênicos, o qual é denunciado constantemente por matérias televisivas. A busca desequilibrada por um corpo escultural, e o baixo nível de conhecimento dos praticantes de musculação e outras atividades físicas, mantém o presente mercado negro em plena ascensão.

Devemos tomar muito cuidado no trato com as novidades que surgem no mercado de suplementos alimentares. Os produtos anunciados pelo fabricante são muitas vezes colocados como verdadeiros os efeitos que promovem sobre a performance e estética. Trazem ainda declarações de usuários e afirmações não concluídas por meio de pesquisas cientificamente desenvolvidas.

Os volumes para ingestão e os possíveis efeitos das substâncias contidas nos produtos, mesmo que indicadas para suplementação alimentar, variam de um indivíduo para outro, as recomendações terão que ser ajustadas e feitas por médico ou nutricionista, para que não haja dano ou mesmo efeito tóxico sobre o organismo.

O cuidado para não confundir substâncias dopantes, com suplementos alimentares faz-se urgente. O doping é considerado quando do uso de recursos que promovem o aumento da performance por meio de substâncias artificiais e proibidas pelos comités esportivos.

                                                    

Os anabolizantes esteróides são manipulações químicas sintéticas de substâncias que promovem o anabolismo tecidual orgânico tais como a testosterona, e são usados por atletas ou praticantes de esportes de força e visam principalmente aumentar a massa muscular.

Os anabolizantes podem ser ingeridos por via oral (anabólicos alquilados) ou por via intramuscular (anabólicos ésteres)

Os pais e ou responsáveis precisam ficar atentos aos recursos que estão sendo usados no treinamento. É possível o indivíduo estar usando recursos ergogênicos dopantes, afirmando serem de procedência natural e inócuos. O uso de qualquer substância ou suplemento deve ser verificado pelos pais e pesquisado sempre junto a um nutricionista ou médico.

Abaixo encontra-se uma lista contendo algumas substâncias dopantes e as categorias ou classes a que pertencem. As mesmas só podem ser administradas por médicos e estão restritas no uso para tratamento de doenças. Algumas drogas são lícitas e nem por este motivo são menos degradantes da saúde. Fique sempre atento!!!

Drogas estimulantes

Anfetaminas, cafeína em altas dosagens, cocaína, efedrina, salbutamol e outras.

Drogas anabólicas

Nandrolona, 19- norandrostenediol, 19- norandrostenediona, oxandrolona, androstenediol, androstenediona, dehidroepiandosterona ou DHEA, testosterona etc.

Outras:

Maconha, álcool, tabaco, insulina, HGH etc.

Alguns efeitos colaterais sobre o organismo e saúde:

Câncer de fígado, hipertrofia cardíaca, hipertensão arterial, dores ósseas, hipertrofia da próstata, cefaleia grave, redução grave dos níveis de colesterol HDL, aumento do colesterol LDL, morte.

Conclusão:

Os pais ou responsáveis, os profissionais de saúde e da educação física devem excluir qualquer forma de doping relacionada a elevar o rendimento no treinamento e ou visando fins estéticos.

As drogas só devem ser usadas ou administradas sob estrita recomendação médica competente.

Profissionais bem graduados e sérios, não utilizam em hipótese alguma, o doping para alto rendimento de seus alunos, esta atitude quando constatada, deve ser denunciada aos conselhos regionais e órgãos de repressão, com urgência.


Como possuir músculos fortes e definidos



Ter abdômen sarado, coxas e pernas torneadas, braços fortes e resistência é o objetivo da grande parcela das pessoas que praticam exercícios e seguem programas para fortalecimento dos músculos do corpo. Além da beleza estética, músculos fortalecidos e definidos são sinais de atenção e cuidado com a saúde. A musculação ainda diminui o percentual de gordura do organismo, emagrece, equilibra o sistema cardiorrespiratório, combate a flacidez e melhora o condicionamento físico.

Para quem quer conquistar o corpo dos sonhos, sugerimos que, primeiramente, seja procurado uma academia de confiança, que possua acompanhamento feito por especialistas. Se você recusa ir até à padaria caminhando, não é uma boa decisão começar malhando por horas e usar os equipamentos que mais exigem força. Você deve estar atenta ao seu condicionamento físico e seguir um programa específico para suas necessidades (o que inclui alimentação balanceada) e que seja indicado por um profissional de confiança.

Inicialmente você vai treinar não somente para reduzir a gordura, mas para também ganhar a massa muscular, que será definida e fortalecida. Para tonificar os músculos, os exercícios devem ser feitos em séries específicas e devem atingir todos os grupos musculares do corpo. Exercícios como Supino, Agachamento e Crunch, que trabalham todas as partes do corpo, devem ser repetidos em séries. Esforce-se para cumprir as repetições e minutos de acordo com o seu orientador profissional. E anote seus progressos! É uma forma de manter-se sempre empenhada.

Aos poucos, você pode demostrar desânimo, principalmente de acordo com a evolução do treinamento. Não desista e encare os novos desafios. Saiba que é necessário ter paciência e que os resultados de seu programa não irão surgir imediatamente. Corpo e mente merecem descanso. Saiba aliar a sua rotina na academia com atividades de lazer e relaxamento. Corra e caminhe sem grandes preocupações. É nos intervalos e dias de descanso que os músculos trabalhados, de fato, ganham forma.


BONS TREINOS !!!!!!!!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

tour do rio 2011




O QUE É O TOUR DO RIO?

Uma competição de ciclismo de estrada de alta performance, com 808,5 km entre serra e litoral. Uma prova internacional reunindo as maiores equipes dos pedais, a maior competição do gênero na América do Sul. O Tour do Rio agrega uma estrutura com quase 600 profissionais de apoio, segurança e organização, viajando por cinco dias entre os cinco municípios que sediam as etapas: Angra dos Reis, Três Rios, Friburgo, Cabo Frio e Rio de Janeiro. No tempo do inverno seco.

No roteiro, um cenário da cidade do Rio de Janeiro ao interior fluminense; um caminho por montanhas, praias, reservas naturais, cidades patrimônio, a cultura viva presente no estilo de vida das populações. Durante o Tour do Rio serão oferecidas atividades de entretenimento e lazer para o público curtir as cidades nos intervalos da prova.

A escolha do Rio de Janeiro como a sede dos Jogos Olímpicos de 2016 é uma oportunidade para o desenvolvimento esportivo e turístico da cidade, com impactos positivos para todo o Estado. Porque é importante e necessário otimizar os investimentos e a visibilidade internacional que as Olimpíadas proporcionam, agir de forma a integrar os municípios do interior a esse rico processo. O Tour do Rio será um estímulo ao ciclismo brasileiro, com ações para formar uma nova geração de atletas na modalidade que mais distribui medalhas olímpicas, 18 categorias, 54 medalhas.

Mas o projeto não se restringe ao universo da competição. Existe sinergia entre o esporte e o transporte, entre saúde e inclusão social, entre educação e cultura esportiva, entre turismo e o desenvolvimento sustentável.A cobertura de eventos e ativistas da bicicleta também está presente no site e nas redes sociais do Tour.  Enfim, é um evento que deixará  um legado positivo em todos os municípios do percurso da prova e adjacências, antes, durante e depois da competição. Haverá promoção turística, do fomento do ciclismo esportivo, de lazer e como meio de transporte, com ações de educação do trânsito e o desenvolvimento da cadeia produtiva do esporte no Estado do Rio de Janeiro.

Tabela de Frequencia Cardiaca de Treinos.

Frequência Cardíaca (FC)

                                                              TABELA PARA HOMENS




TABELA PARA  MULHERES




A frequência cardíaca é caracterizada pelo número de vezes que o coração se contrai e relaxa, ou seja, o número de vezes que o coração bate por minuto. E se subdivide em frequência cardíaca basal (número de vezes que o coração bate para manter o organismo com suas funções vitais num estado de vigília), frequência cardíaca de repouso, frequência cardíaca de reserva, frequência cardíaca submáxima e, frequência cardíaca máxima.

A frequência cardíaca nos treinamentos

Durante o treinamento de qualquer modalidade, tanto aeróbia quanto anaeróbia, a frequência cardíaca sofre alterações, sendo que na maioria das vezes ela tende a aumentar. E em alguns indivíduos isso pode se tornar um risco para saúde, pois a frequência cardíaca pode subir demasiadamente e colocar a pessoa em situações complicadas e até em risco de vida, nos casos mais sérios. Para evitar problemas como este, podemos fazer uso de um aparelho que mede a nossa frequência cardíaca enquanto estivermos utilizando-o.

O Medidor de Frequência Cardíaca, também, chamado de frequêncimetro é uma ferramenta de grande auxílio na obtenção de bons resultados, principalmente, nas atividades aeróbias. Ele é constituído de uma fita (tipo cinta) que é colocada na altura do peitoral (logo abaixo dos mamilos), envolvendo toda a circunferência do tórax; e de um relógio que mede a frequência cardíaca e, em alguns casos, tem até outras funções como zona alvo de treinamento, hora, cronômetro, timer, despertador, informações das calorias consumidas durante o exercício, consumo máximo de oxigênio (VO2max.), índice de massa corporal, entre outros.

A Utilização do Frequêncimetro na Atividade Física

A prescrição de exercícios pela frequência cardíaca representa uma das formas mais simples e práticas de orientação de atividades físicas. Atualmente a difusão do sistema POLAR®, e outros, vêm facilitando ainda mais o emprego desta opção de trabalho (Marins e Giannichi, 2003).

Alguns anos atrás a prescrição de exercícios estava baseada em um conceito muito simples, ou seja, se calculava a frequência cardíaca máxima do indivíduo e posteriormente o percentual da frequência cardíaca de trabalho (intensidade). Porém, esta forma simplista de cálculo da frequência cardíaca de treino não leva em conta um fato extremamente interessante que é a frequência cardíaca de reserva, que é o resultante da diminuição da frequência cardíaca máxima com a frequência cardíaca de repouso (Wilmore e Costill, 2001).

Como solução para este problema, usamos o frequêncimetro e temos a opção de treinarmos dentro de uma zona alvo pré-determinada de treinamento, ou seja, trabalha-se dentro de um limite mínimo e máximo, calculados a partir de um percentual de intensidade e a frequência cardíaca máxima e basal. Sendo que a escolha dos valores para os limites superior e inferior serão dependentes do nível de capacidade aeróbia e nível de condicionamento do indivíduo. Pode-se, também, treinar controlando a frequência cardíaca, correlacionando-a com diferentes intensidades de treinamento durante uma única sessão de treino.

Prevenção de Acidentes e Segurança na Monitoria Cardíaca

Indivíduos portadores de distúrbios no coração (cardiopatias) e outros, que necessitam tomar um cuidado especial com a frequência cardíaca devem utilizar o frequêncimetro durante o treinamento, por terem a facilidade de aferir através do relógio a frequência cardíaca atual e suas conseqüentes alterações. 

Melhores Resultados

Para cada pessoa, a frequência cardíaca e a captação de oxigênio tendem a se relacionar linearmente durante uma ampla gama de exercícios aeróbios. Se essa relação precisa for conhecida, a frequência cardíaca do exercício poderá ser usada para estimar a captação de oxigênio, e assim, computar o dispêndio de energia durante várias formas de atividades físicas (McArdle et al, 1998). Desta forma o frequêncimetro é utilizado para monitorar a frequência cardíaca, com base em cálculos da predição do gasto energético. Cálculos estes, realizados por um profissional de educação física, com base em equações matemáticas elaboradas por vários estudiosos da área.

Existem alguns fatores que interferem na mensuração da frequência cardíaca de repouso e submáxima e devem ser levados em consideração no momento do exercício: a posição corporal, a alimentação, o estado de tensão emocional, o fumo, drogas e o consumo de bebidas alcoólicas, condições ambientais, tipo de exercício, nível de hidratação, etc. (é importante ressaltar que a frequência cardíaca máxima não é afetada por nenhum desses fatores).

Fatores que afetam a freqüência cardíaca durante a corrida.




A freqüência cardíaca tende a ser mais baixa de manhã. 

A diferença na freqüência cardíaca durante a corrida de manhã e à tarde é geralmente de em torno de 5 a 6 batimentos por minuto, mas pode chegar até 10 batimentos por minuto. Sua freqüência cardíaca máxima também é muitos batimentos por minuto menor de manhã. Isso significa que se você estabelecer suas zonas de freqüência cardíaca baseado na freqüência cardíaca de manhã, e treinar à tarde, estará treinando com um pouco menos de intensidade do que o planejado. De forma similar, se você utilizar a freqüência cardíaca da tarde para determinar suas zonas de freqüência cardíaca, e treinar de manhã, estará de alguma forma treinando mais forte do que o planejado.

A freqüência cardíaca eleva-se com altas temperaturas. 

Sua freqüência cardíaca será mais elevada quando estiver correndo em um dia quente. Quando a temperatura eleva de 15 para 24 graus, a  freqüência cardíaca do corredor em uma determinada velocidade aumenta entre 2 a 4 batimentos por minuto. Quando a temperatura aumenta de 24 para 32 graus, você pode esperar que a sua  freqüência cardíaca em uma determinada velocidade aumente aproximadamente 10 batimentos por minuto. Alta umidade potencializa o efeito da alta temperatura sobre a freqüência cardíaca.

Para obter os mesmos benefícios de uma dia frio, você deve elevar suas zonas de freqüência cardíaca de 2 a 4 batimentos por minuto quando a temperatura estiver entre 21-26 graus e a umidade for baixa. Em um dia de alta umidade, ou com pouca umidade e temperatura entre 26-32 graus, você deveria elevar suas zonas de freqüência cardíaca em aproximadamente 5 a 8 batimentos por minutos para corrigir o fator calor. Em condições mais extremas, com um dia de alta umidade com temperatura superior a 32 graus, você não poderá ajustar suas zonas de  freqüência cardíaca. Em dias de Verão mais brutais, é sensato ajustar sua agenda de treinamento para evitar treinamento de alta intensidade.


Desidratação causa elevação na freqüência cardíaca.  

Quando alguém fica desidratado, o volume sangüíneo diminui e menos sangue é bombeada a cada batida do coração. Desta forma, sua freqüência cardíaca aumenta em uma determinada velocidade. Um estudo de 1992 conduzido por S. J. Montain e Ed Coyle, PhD, descobriu que a freqüência cardíaca aumenta aproximadamente 7 batimentos por minuto a cada 1% de perda de peso corporal devido à desidratação. Por exemplo, caso você pese 70kg, quando perder 700 gramas de peso devido à desidratação a sua  freqüência cardíaca aumentará em torno de 7 batimentos por minuto para correr na mesma velocidade. Perda de água nessa magnitude ocorre depois de uma hora de corrida em dia moderadamente quente. Em dias quentes, corredores tipicamente perdem mais de 900 gramas de água por hora. Se você estabelecer suas zonas de freqüência cardíaca quando estive apropriadamente hidratado, e então ficar desidratado durante o treinamento, seu ritmo irá cair à medida em que fica progressivamente mais desidratado.

A freqüência cardíaca durante a corrida varia em alguns batimentos de dia para dia.

Vários estudos têm descoberto que a freqüência cardíaca durante a corrida em determinado ritmo varia em alguns batimentos de dia para dia. Não está claro porque isso acontece, mas a maioria da variáveis fisiológicas exibem quantidades similares de variação de dia para dia. Isso significa que se você monitorar sua freqüência cardíaca religiosamente, irá descobrir que alguns dias aparentemente você estará um pouco mais em forma e em outros menos condicionado, quando na realidade seu nível de condicionamento físico não mudou. Desta forma, você deve ter cuidado em interpretar os resultados de qualquer uma sessão de monitoramento da freqüência cardíaca. Não dê muita importância a pequenas mudanças de 2 a 3 batimentos na freqüência cardíaca durante a corrida. Porém, quando você achar uma redução sistemática da freqüência cardíaca em um determinado ritmo, pode confiar que seu condicionamento melhorou. De forma similar, se você achar a sua freqüência cardíaca consistentemente mais elevada do que a esperada, pode concluir que alguma coisa está errada; por exemplo você pode estar perdendo condicionamento ou (mais provável para a maioria dos corredores) estar em overtraining.

A freqüência cardíaca do treinamento não prediz a freqüência cardíaca de competição. 

Durante a competição, sua freqüência cardíaca não aumenta de forma lógica com sua velocidade de corrida. Há tantos fatores influenciando sua freqüência cardíaca ao competir que ela acaba não sendo um bom indicador de o quanto rápido/intensamente está correndo.

Se você medir no treinamento a sua freqüência cardíaca no ritmo desejado para a prova, e usar essa freqüência cardíaca para determinar o quão rápido irá correr na competição, irá um pouco mais lento na prova do que o planejado por causa da excitação da competição que elevará sua freqüência cardíaca. Caso essa elevação devida à competição seja consistente, você pode levá-la em conta e então usar a freqüência cardíaca de forma acurada para estabelecer seu ritmo na prova.

Infelizmente, tem-se demonstrado que o quanto a freqüência cardíaca eleva-se por causa da competição em determinado ritmo varia muito de pessoa para pessoa e de corrida para corrida.

terça-feira, 26 de julho de 2011

DICAS DE LIVRO : + CORRIDA - Pensamentos no Asfalto, Relatos de Provas e Dicas de Treinamento

Livro - Corrida - Pensamentos no Asfalto, Relatos de Provas e Dicas de Treinamento


Nesta obra, o editor de Informática da *Folha* e ex-sedentário Rodolfo Lucena compartilha aventuras, experiências e descobertas que foram vividas e adquiridas através da prática da corrida. O título reúne textos publicados tanto no jornal impresso, quanto em seu blog ao longo dos últimos três anos: são relatos pessoais de superação e conquistas, textos informativos, reflexões, entrevistas com corredores profissionais e amadores, curiosidades, dicas de saúde e sobre treinamento. A publicação é ao mesmo tempo um convite e um incentivo para todos aqueles que já correm ou que desejam começar a correr.

TIPOS DE DORES NAS COSTAS QUE A CORRIDA PODE CAUSAR.



Dores nas costas são frequentes na pratica da corrida de rua e uma atenção especial deve ser tomada em mulheres que tem a curvatura lombar em “exagero”, as chamadas hiperlordoses. Este exagero na curvatura lombar associada à uma fraqueza da musculatura abdominal, pode levá-la a quadros de dor lombar e, em alguns casos, até mesmo com irradiação para membros inferiores, a chamada ciatalgia.

A dor lombar, também chamada de lombalgia, pode ser definida como qualquer dor, com ou sem rigidez (perda de mobilidade) que acomete da região lombar até a prega glútea. Quando existe uma irradiação dessa dor para as pernas, ela passa a se chamar Lombociatalgia, porque se admite que o nervo ciático esteja envolvido. Nesses casos é possível a dor estar acompanhada de déficit motor e/ou sensitivo, pois pode haver um pinçamento do nervo ciático.

A arquitetura da coluna vertebral é adaptada para suportar os mecanismos de pressão. Os músculos lombares e ligamentos funcionam como estabilizadores ativos e passivos, respectivamente. Os discos intervertebrais, intercalados com os corpos ósseos das vértebras, conferem mobilidade e estabilidade e funcionam como verdadeiros amortecedores durante a corrida, absorvendo energia pelo chamado mecanismo hidráulico.

Esteira - A corrida na esteira como atividade cíclica, pode prejudicar este mecanismo e levar à degeneração precoce dos discos intervertebrais, com ou sem herniações, principalmente da região lombar, podendo levar à chamada lombalgia discogênica. Outras lesões por micro-traumas na coluna vertebral incluem as fraturas por estresse, mais comuns em mulheres portadoras de osteoporose, e as “apofisites”, lesões na placa de crescimento do corpo vertebral em adolescentes ainda em crescimento.

O aumento das curvaturas fisiológicas (hipercifose e hiperlordose) e curvas anormais (escolioses), associados à tensão excessiva da musculatura extensora e fraqueza dos flexores abdominais e cervicais, podem levar à lombalgia (já citada anteriormente) e cervicalgia mecânicas, respectivamente. São aquelas dores que, em geral, surgem um dia após a corrida, sem motivo evidente e que, por mais que incomodem, são auto limitadas, respondendo bem à medicação e ao repouso.

Enfim, as possíveis lesões que a corrida pode trazer são microtraumáticas e de desenvolvimento lento que progride até se tornar incapacitante. Tenha sempre contato com seu treinador e, em caso destas dores persistirem, consulte um médico especializado.

EM ALGUM LUGAR DO MUNDO CORRENDO

domingo, 24 de julho de 2011

Brasil encerra Jogos Mundiais Militares em primeiro lugar.

 

 

País obteve 114 medalhas, contra 99 da China, a 2ª colocada; resultado fortalece projeto das Forças Armadas que apoia atletas de alto rendimento.


O Brasil terminou em primeiro lugar na quinta edição dos Jogos Mundiais Militares, realizada no Rio de Janeiro e que se encerrou neste domingo. Terminada as últimas provas, o país ficou com 114 medalhas, sendo 45 de ouro. A China, segunda colocada no ranking geral, obteve 37 medalhas de ouro para um total de 99. A conquista coroa projeto desenvolvido há três anos pelas Forças Armadas de apoio a atletas de alto rendimento.

O resultado impressionou até o mais otimista dos militares brasileiros. No início das competições, o vice-almirante Bernardo Gamboa, presidente da Comissão Desportiva Militar do Brasil (CDMB), afirmava que o objetivo do país era ficar em terceiro lugar – ainda assim despertava sorrisos e olhares incrédulos. Em 2007, na quarta edição dos Jogos, em Hyderabad, na Índia, o Brasil ficou num modestíssimo 33º lugar, com apenas duas medalhas de prata e uma de bronze. 

A ascensão fulminante se explica pela nova política das Forças Armadas em relação ao esporte, iniciada há menos de três anos. No fim de 2009, saíram os primeiros editais do Exército e da Marinha convocando atletas de alto rendimento interessados em ingressar em seus quadros como militares temporários. De lá para cá, mais de 300 atletas tornaram-se marinheiros, soldados, cabos e sargentos. Passaram assim, além de receber o soldo todo mês, a treinar e viajar com o apoio das Forças Armadas.

“Quem tinha dúvidas sobre esse projeto agora não tem mais”, declara o almirante Gamboa, encantado com os resultados. “Foi uma bela surpresa. É lógico que sentia nos nossos atletas que eles estavam vibrando, mas apostei no terceiro lugar. De repente, veio o primeiro. Eles treinaram muito forte, participaram de todos os mundiais do Conselho Internacional do Desporto Militar (CISM) no ano passado e de outros torneios neste ano. Não foi fácil. Todas as medalhas foram conquistadas ponto a ponto, mas a preparação foi acertada”.

Último dia – Neste último dia de competição, o Brasil ganhou três medalhas de ouro, quatro de prata e duas de bronze. No futebol, a equipe feminina venceu a final contra a Alemanha por 5 a 0, em São Januário, com um ótimo desempenho da jogadora Kátia Cilene, que marcou dois gols. Danielle Batista, atacante titular da equipe que disputou  recentemente a Copa do Mundo de futebol feminino, também fez dois gols. Bárbara Ferreira fechou a goleada.

A seleção militar de basquete, treinada pelo experiente Alberto Bial, derrotou a Grécia por 76 a 64, na Arena multiuso. Outro ouro brasileiro do dia foi conquistado por Jefferson Sgnaolin, que venceu a prova completa de equitação (CCE) masculina. O cavaleiro ainda fez parte do grupo que conquistou a prata por equipes no CCE. Cláudio Goggia foi bronze nos saltos.

As outras quatro medalhas brasileiras do dia foram conquistadas no triatlo. O país foi prata por equipes no masculino e na prova mista, além de obtido o bronze por equipes no feminino. Carla Moreno foi prata individual.

O feito brasileiro é mais um incentivo para a continuidade do projeto das Forças Armadas em relação ao esporte. “Contribuímos com o esporte de alto rendimento. Nosso programa é mais um tijolinho que colocamos no desenvolvimento brasileiro nessa área. Ele mostra que temos atletas capazes, que só precisam de apoio”, afirma o vice-almirante.




Confira o quadro de medalhas dos Jogos Mundiais Militares Rio/2011


Veja quais são os dez primeiros países do ranking na competição




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