domingo, 29 de janeiro de 2012

Conheça o "Desafio dos Caras Durões", uma prova com cerca de 12,8 km de adrenalina.



Tradicional competição na Inglaterra, os concorrentes do "Desafio dos Caras Durões" tem de vencer até provas com fogo; o percurso total tem cerca de 12,8 quilômetros.








Muitos do competidores se pintam e se fantasiam para participar do "Desafio dos Caras Durões", disputado na Inglaterra.





Os competidores tem de superar troncos e uma piscina de água barrenta no "Desafio dos Caras Durões", na Inglaterra.




Competidor do "Desafio dos Caras Durões" emerge da água barrenta em uma das provas da competição, disputada anualmente na Inglaterra .




Competidores também são obrigados a carregarem pesadas cruzes de madeira durante o "Desafio dos Caras Durões",




E não são apenas os homens que participam do "Desafio dos Caras Durões"; as mulheres também mostram sua força nas difíceis provas da competição.




Competidor fantasiado tem de rastejar sob arame farpado em uma das provas do "Desafio dos Caras Durões",  .



O postulante ao título do "Desafio dos Caras Durões" tem de vencer o frio e obstáculos em um poço de água com barro.




Uma das provas que os competidores tem de encarar é escalar uma pilha de pneus.


E ai , vamos encarar esta prova !!!!!!!!!!!!

sábado, 28 de janeiro de 2012

O MELHOR USO DA SUA CORRIDA

No processo de treinamento é importante incorporar o movimento, ter consciência plena de suas passadas sem precisar ativar o nosso lado racional...
 
 
Para nós, apaixonados pela corrida, o movimento exigido pela prática parece ser muito fácil, mas isso pode ser aprimorado com técnicas que podem fazer você “voar baixo”.

Vejo muitas pessoas correndo e a impressão que me passa é a de que estão arrastando o corpo, absorvendo muito impacto e às vezes parecem que correm sentadas e enrijecidas.

No processo de treinamento é importante incorporar o movimento, ter consciência plena de suas passadas sem precisar ativar o nosso lado racional.

Hoje conto com um grande treinador de corrida, Fábio Oliveira. Ele vai mostrar alguns exercícios para tornar a sua corrida mais leve.


FASES DA BIOMECÂNICA DA CORRIDA

Fase de impulso: onde os pés encontram-se em contato com o solo e empurramos o pé para dar impulso, iniciando assim uma passada para frente.

Fase área: quando os dois pés não estão em contato com o solo, como se fosse uma entrada de salto.
Fase de amortecimento ou queda: nesta fase o peso do nosso corpo fica em apenas uma perna multiplicando nosso peso corporal em cerca de 3 vezes.

Para melhorarmos as fases da corrida devemos fazer séries de educativos que corrijam possíveis erros e vícios. Existem vários exercícios coordenativos de corrida, mas basicamente são 4 os exercícios que resumem as fases da corrida:

Dribling: os dois pés sempre contato com o solo enquanto um pé esta na ponta outra esta no calcanhar, ponta do pé joelho semi-fletido, calcanhar no solo extensão de joelhos e assim sucessivamente.

Skiping: elevação alternada dos joelhos até altura dos do quadril, quando umas das pernas estiver na fase área a mesma tem quer estar no ângulo de 90 graus.

Anfersen: elevação alternada dos calcanhares até os glúteos, os joelhos devem estar ligeiramente a frente.

Soldadinho: fase de queda ou amortecimento, pernas retas e pés com a ponta para cima empurrar os pés encontro do solo simultaneamente.

Enfim uma das melhores formas de melhorar a sua corrida é aliar esta teoria a prática, correndo leve e solto, sem esforços extras, correndo com uma postura bonita e confortável.

Biomecânica da corrida e suas cinco fases














    

A corrida pode ser considerada uma variação da marcha. Dentre as diferenças básicas destacam-se a velocidade e a fase de duplo apoio.    

A corrida compõe-se das seguintes fases:

1 - Contato Inicial (Footstrike)
2 – Médio Apoio (midsupport)
3 – Desprendimento (Toe-off)
4 – Oscilação (Swing)
5 – Desaceleração (Desaceleration)

 A magnitude da força vertical pode atingir de duas a quatro vezes o peso corporal para corridas recreativas e de velocidade, respectivamente, sendo esta absorvida pela extremidade inferior (pé, perna, coxa, pelve e coluna).

Na corrida existe um aumento na força de reação do solo tornando o aparelho locomotor mais exposto à sobrecarga mecânica durante a corrida quando comparado à marcha, pois há entre 800 e 2000 contatos com o solo por milha, além do aumento na magnitude da força a partir da diminuição do tempo de apoio, ou seja, exposição à lesões.

Como falamos antes, a magnitude vertical é absorvida pela extremidade inferior (pé, perna, coxa, pelve e coluna), mas esquecemos muitas vezes do tronco na corrida. 
Tanto na marcha quanto na corrida o tronco realiza uma flexão lateral para o mesmo lado do membro que entra em contato com o solo, sendo que na corrida há uma amplitude de movimento maior. A diferença é que durante a fase de contato inicial na marcha o tronco é extendido, enquanto que na corrida em velocidades mais rápidas o tronco é fletido.
Na fase de contato inicial há ativação dos músculos longuíssimos e multifídios. Esta atividade muscular pode iniciar justamente antes da fase de contato, geralmente ocorrendo a contração do outro lado para controlar a inclinação do tronco. Segue-se uma contração da musculatura eretora da coluna contralateral, de modo que uma contração associada de ambos os lados ocorra.
A atividade dos eretores da coluna coincide com a atividade extensora do quadril, joelho e tornozelo.
Resumidamente, a musculatura lombar serve para restringir o movimento pelo controle da flexão lateral e para a flexão do tronco. A musculatura cervical serve para manter a cabeça na posição ereta sobre o tronco e não é tão ativada como outras na coluna durante a corrida.

SAI PARA CORRER HJ E COM QUE EU ENCONTREI .....

Musculação para um aluno com síndrome de down

  

A Síndrome de Down é uma patologia causada por um acidente genético que provoca um atraso no desenvolvimento global da criança. Apesar de ter sido diagnosticada há mais de um século, somente nas ultimas décadas houve um avanço significativo em suas pesquisas. A observação das pessoas com essa síndrome permitiu constatar grande dificuldade no desenvolvimento motor, físico, cognitivo e sócio afetivo, acompanhado geralmente por cardiopatias congênitas e inúmeros problemas relacionados a sua estrutura corporal (PUESCHEL, 1999).

    A causa da Síndrome de Down é o excesso de material genético proveniente do cromossomo 21. Seus portadores apresentam três cromossomos 21, ao invés de dois, por isto a Síndrome de Down é denominada também Trissomia do 21. No principio acreditava-se que as causas da Síndrome de Down estavam ligadas a má formação do bebê durante a gestação e muitas teorias errôneas foram consideradas até meados do século XX, quando cientistas descobriram que esta síndrome estava ligada a problemas genéticos (cromossomos).
 
    Foi constatado também que a maioria dos casos de pessoas com a Síndrome de Down proviam de mães com idade superior a trinta e cinco anos e pais com idade superior a cinqüenta e cinco anos e que, em raras ocasiões, este acidente genético ocorria no momento da divisão da célula. Com todo aparato tecnológico a disposição da ciência, tornou-se mais fácil identificar esse problema e novas pesquisas comprovaram que de fato se tratava de um acidente genético e também que os portadores dessa síndrome possuíam 47 cromossomos ao invés de 46 em cada célula.
 
    No momento da concepção ocorre a junção dos 23 cromossomos do pai com os 23 cromossomos da mãe, formando assim uma célula com 46 cromossomos. Se no momento da concepção a célula germinativa masculina ou feminina possuir 24 ao invés dos 23 cromossomos previstos, será formada uma célula com 47 cromossomos, que se dividirá gerando outras células com 47 cromossomos.
 
     Posteriormente ao nascimento, se forem efetuados exames no bebê, será constatado que todas as células de seu corpo possuem 47 cromossomos. Esse cromossomo extra é o causador da Síndrome de Down, cujo acidente genético pode ocorrer durante a formação de uma nova célula ou no momento de sua divisão.
 
    As causas que levam a esta divisão incorreta não foram totalmente esclarecidas, mas normalmente estão associadas à idade avançada da mãe (mais de trinta e cinco anos), ou do pai (mais de cinqüenta e cinco anos), ou por um dos pais possuir algum defeito genético não manifestado, que será herdado pelo filho e possivelmente irá se manifestar.
 
    Com a tecnologia disponível pode-se detectar problemas apresentados durante a gestação, mas no caso da Síndrome de Down não há como corrigir ou evitar sua manifestação. (PUESCHEL, 1999; DIAMENT, A & CYPEL, S. 1989; WERNECK, 1993)
 
    As técnicas utilizadas para a identificação da Síndrome de Down são consideradas arriscadas, pois consistem na retirada de amostras do liquido amniótico (líquido que envolve o feto no útero materno - amniocentes), do tecido vilocorial (tecido placentário) e a tiragem de alfafetoproteína materna (substância encontrada em níveis elevados no sangue durante a gravidez).
 
    Através do exame da alfafetoproteína materna, nos últimos cinco anos foram detectados de 60 a 80% dos casos de Síndrome de Down. As mães apresentavam essa substancia em quantidade reduzida, sendo esse aspecto em especifico associado a trissomia (PUESCHEL 1999).
 
    Outro método utilizado de modo preventivo é o aconselhamento genético, exigido pelo médico quando um dos pais ou ambos se enquadram nos fatores de risco apresentados anteriormente. Neste caso os pais são orientados sobre os riscos tanto para a mãe quanto para o feto e as chances do nascimento de um bebe com alguma anomalia e os problemas que enfrentará durante toda a sua vida, inclusive sua perspectiva de vida (DIAMENT & CYPEL, 1989).
 
    Atualmente tem sido utilizado um marcador ultrassonográfico que pode sugerir o diagnóstico da Síndrome de Down na décima segunda semana gestacional. Trata-se de uma medida, denominada translucência nucal, que é obtida da região da nuca do feto. Valores acima de 3 mm são característicos de alguns problemas congênitos, entre eles, a Síndrome de Down. Nestes casos é indicado o estudo do cariótipo fetal (PUESCHEL, 1999).
 
    As características clínicas do indivíduo com a Síndrome de Down são congênitas e incluem, principalmente: atraso mental, hipotonia (fraqueza) muscular, baixa estatura, anomalia cardíaca, perfil achatado, orelhas pequenas com implantação baixa, olhos com fendas palpebrais oblíquas, língua grande, protusa e sulcada, encurvamento dos quintos dígitos, aumento da distância entre o primeiro e o segundo artelho e prega única nas palmas (SBROGGIO & ROBINSON, 2002). A pessoa com Síndrome de Down pode apresentar problemas endócrinos, cardiopatias, problemas de visão, fala, audição, tornando necessários exames periódicos para acompanhar seu desenvolvimento e o surgimento de possíveis problemas de saúde.
 
    Um dos problemas congênitos que mais prejudica o desenvolvimento da criança com Síndrome de Down é a hipotonia, caracterizada por flacidez muscular e ligamentar que acompanha o individuo por toda a vida. A hipotonia está ligada diretamente ao atraso no desenvolvimento psicomotor do portador da Síndrome de Down podendo dificultar quando bebê, a engatinhar, andar, sugar o leite da mãe, falar. Esses são apenas alguns exemplos do que pode causar a hipotonia.
 
    Toda criança com Síndrome de Down nasce com hipotonia, variando sua intensidade de individuo para individuo. Pouco se sabe a respeito da hipotonia que atinge a grande maioria dessa população, uma vez que algumas questões importantes são escassamente discutidas na literatura, como por exemplo a origem do quadro hipotônico, como avalia-lo ou ate mesmo qual o melhor trabalho a ser realizado para diminuir o quadro patológico desses indivíduos.
 
    Para o desenvolvimento de atividades físicas para populações especiais, é necessário conhecer as suas características como: sua composição corporal, algum problema de origem congênita ou adquirida (cardiopatias), suas capacidades e limitações, a fim de buscar um melhor desenvolvimento de suas habilidades físicas e psicológicas. A atividade física deve ser orientada, tomando cuidado para não causar lesões, mantendo-a atualizada e interessante, evitando a monotonia, e a conseqüente queda no rendimento que, por sua vez, vai prejudicar o desenvolvimento das habilidades específicas.
 
    Sabemos que a atividade física é de suma importância para a manutenção da qualidade de vida, da saúde e na prevenção de doenças. A atividade física para pessoas com Síndrome de Down deve ser adequada as suas características e principalmente as suas necessidades.
 
    A musculação é uma atividade que promove uma melhora de condicionamento físico e que possibilita um trabalho de hipertrofia e resistência muscular localizada através de exercícios resistidos. Uma vez que uma das características das pessoas com Síndrome de Down é a hipotonia generalizada, pretendemos neste estudo verificar os benefícios da musculação para uma pessoa com Síndrome de Down, em específico o aumento da resistência muscular localizada, a partir de um programa de atividade física individualizado.

Espalhe uma vida melhor

Epidemias, poluição do meio ambiente, escassez de recursos naturais, fome, guerra, terrorismo. O mundo parece doente.

Diante de tantas ameaças, não podemos ficar parados. Cabe a nós reagir e melhorar o mundo em que vivemos!

Por isso, o Banco de Saúde está encabeçando o Movimento Espalhe uma Vida Melhor! Um movimento dentro e fora da web, que pretende “contagiar” as pessoas com uma vida mais saudável.
Mais do que buscar uma vida com mais saúde, queremos que esta atitude seja “transmitida” e que cada um possa ser capaz de “espalhar” uma vida melhor.
Seu papel é muito importante, na verdade é indispensável. Veja aqui como participar!

Atitudes para espalhar uma vida melhor


Seja mais ativo


Mais do que praticar atividades físicas, ser ativo é viver com mais energia e movimento. É levantar-se, usar escadas, caminhar, cultivar atividades de lazer que coloquem o corpo para funcionar e não apenas a mente.
Contagie aqueles que você gosta com suas atividades físicas. Marque um passeio em família. Combine uma caminhada com uma amiga. Arrume um parceiro de malhação. O importante é transformar suas atividades em algo prazeroso e social.

Escolha alimentos saudáveis


É possível ter uma alimentação equilibrada sem necessariamente viver de dieta. Tudo começa na escolha de alimentos mais saudáveis para você e para sua família. Abastecer a dispensa e a geladeira com frutas e verduras faz com que todos a sua volta possam alimentar-se melhor.
Buscar entender os grupos de alimentos faz com que as compras tornem-se mais conscientes. Dessa forma você pode começar a observar rótulos e ingredientes de produtos, evitando inimigos da saúde, como as gorduras trans.
Seja um exemplo de alimentação saudável e contagie aqueles a sua volta.

Pare de fumar


Tome uma grande atitude para sua vida: pare de fumar! Se você não tem este hábito, vá além: incentive alguém a abandonar o cigarro, informe-se sobre os tratamentos disponíveis, estimule e torne-se um parceiro desta pessoa em busca de uma vida melhor.
Existem diversos tratamentos contra o tabagismo, mas uma das principais armas contra ele é a formação de parcerias contra o hábito de fumar.

Faça exames preventivos


Prevenir é melhor do que remediar, já dizia o sábio ditado. Muitas doenças graves são tratadas de melhor forma e até mesmo curadas quando diagnosticadas em seu início.
Por isto, procure informar-se sobre o que você precisa estar atento em cada fase da sua vida. Converse com seu médico a respeito de exames e check-ups necessários para identificar diabetes, colesterol alto, hipertensão, câncer, doenças oculares e outras.
Fique de olho também naqueles que você ama para que estejam em dia com exames preventivos. Cultive a saúde de seus familiares.

Vacine-se


As vacinas podem ser consideradas uma das maiores descobertas da medicina. Não deixe de se vacinar para fugir de uma pequena espetada ou devido a boatos.
Espalhe o poder que as vacinas têm de proporcionar saúde. Vacine seus filhos e seus pais contra as doenças específicas de cada idade.

Lave as mãos


Parece uma dica simples, mas na verdade é extremamente importante. Uma das melhores formas de evitar epidemias começa com a lavagem das mãos. Esta atitude deve se fazer presente antes de comer ou preparar alimentos, antes e após usar o banheiro, e após contato físico com desconhecidos.
Lembre-se deste hábito e ensine-os aos seus filhos, amigos e familiares.

Recicle. Evite o desperdício


Procure sempre oferecer um caminho melhor para os produtos que você não utiliza mais. Seja a favor da reciclagem e incentive seus amigos. Um pequeno gesto ajuda outras pessoas a se conscientizarem e transformam o mundo em um lugar mais agradável.
No caso de alimentos, ao invés do desperdício, procure criar novos pratos. Envolva seus familiares nessa atividade prazerosa. Desperte sua criatividade. Além de ajudar a construir um mundo melhor, você ainda aproveita simples momentos da vida ao lado da sua família.

Livre-se do preconceito


Uma das piores faces da doença é o preconceito. São muitas as pessoas que por serem portadoras de alguma doença recebem um tratamento diferenciado em diversos aspectos. Podemos citar a AIDS, o câncer, as doenças mentais graves, dentre outras que são alvos de discriminação.
Conhecer melhor as doenças e condições que afetam as pessoas portadoras é um ótimo remédio contra o preconceito. Busque informações sobre o assunto e estimule outras pessoas a fazerem o mesmo.
Ajude a construir um mundo com mais igualdade.

Informe-se


Informação é a porta para uma vida melhor. Buscar conhecimentos sobre uma vida saudável, mas também sobre doenças e tratamentos é importante. O maior responsável pela sua saúde não é seu médico, e sim, você.
Não é preciso que você entenda de diagnósticos ou medicamentos, mas é importante que você tenha consciência sobre como suas atitudes e estilo de vida podem afetar sua saúde, seus tratamentos, enfim, sua vida.
Procure informações de confiança, converse com seu médico e compartilhe seu aprendizado com outras pessoas.

Espalhe uma vida melhor


Informação não é nada sem atitude. E nada melhor do que passar adiante uma informação para que se veja brotar uma atitude positiva.



 

Compartilhe! Uma atitude positiva contagia todos a sua volta. Busque uma vida melhor e leve alguém com você.


Abraços !

Exercícios Para a Coluna Lombar




 


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Correr não prejudica as articulações

Estudos comprovam que a corrida ajuda a proteger os joelhos. O segredo é enrijecer a musculatura das pernas .



Um estudo da Universidade de Stanford comprova que a prática regular do esporte faz com que os joelhos se acostumem aos movimentos da corrida.

Os cientistas acompanharam por 20 anos grupos de corredores de longa distância e não corredores. Na ocasião, 6,7% dos corredores apresentavam algum sinal de artrite leve no joelho. Para surpresa dos cientistas, passados 20 anos, o grupo de não corredores 10% deles mostrou uma incidência maior de alterações associadas à artrite severa no joelho contra 2% do grupo dos corredores. E só 20% dos corredores apresentaram algum tipo de sinal de artrite. Entre os não corredores o percentual foi de 32%.

Para os especialistas, o segredo é manter a musculatura das pernas forte para garantir boa sustentação (musculação e pilates são aliados) e cuidar da postura.

E ai , vamos correr!

3 Passos para melhorar em sua próxima maratona

A maratona é um osso duro de roer. Vinte e seis milhas (42.122km) é um longo caminho a percorrer.



Poucos corredores já correram essa distância em sua primeira prova. A maioria de nós precisa ganhar experiência com este tipo de prova antes de estarmos preparados para executar a melhor maratona que somos capazes.
E é isso que faz a maratona tão intrigante. Sua primeira maratona coloca uma estaca no chão. Você sabe que poderia fazer melhor, mas como foi sua primeira, o importante foi concluir e ganhar experiência, então você pega o que aprendeu e aplica na busca de um novo recorde pessoal na segunda maratona e assim por diante.

Cada corredor cometem erros diferentes, ou são limitados por fatores diferentes em sua primeira maratona . Alguns não treinaram duro o suficiente, outros cometeram erros nutricionais, outros ainda não fizeram tudo o que podiam para chegar à linha de partida saudável. No entanto, há alguns erros muito comuns, que limitam a performance e podem ser usados como aprendizado e oportunidades de treinamento para as próximas maratonas.

Você está planejando uma outra maratona ? Se sim, faça com que essa seja mais do que qualquer outra maratona, faça com que essa seja a melhor maratona, incorporando essas três mudanças no seu treinamento:

Faça um segundo treino longo semanal

O treinamento para a maratona de muitos corredores contemplam um treino longo, realizado geralmente no sabado ou domingo, que se torna progressivamente mais longo de semana a semana, este longo é responsável por permitir que o atleta consiga correr distâncias cada vez maiores. A outras corridas da semana fornecem uma base que permite que o corredor ganhe : velocidade, resistência e melhor técnica para enfrentar as corridas longas.

No entando, somente os treinos longos podem te habilitar a correr grandes distâncias.
Maratonistas de elite normalmente não correm distâncias maiores em seus treinos longos do que maratonistas amadores. A diferença é que os profissionais correm muito mais do que o resto de nós ao longo da semana.

Estudos têm demonstrado que a kilometragem semanal é o melhor indicador de desempenho para uma maratona do que a distância percorrida no treinamento longo. Em outras palavras, um corredor que corre 80 kilometros por semana com um treino longo de 36 kilometros provavelmente irá correr mais rápido do que um atleta que corre 70 kilometros por semana com um treino longo de 40 kilômetros.

Para aumentar sua quilometragem semanal, e assim melhorar o seu desempenho na maratona de forma controlável, tente fazer um treino moderadamente logo, semanal, além de seu treino longo normal.
Exemplo: Se o seu longo principal é de 35 km, faça um segundo longo durante a semana com 60% da distância do longo principal, neste caso: 21km.

Execute mais subidas

Correr ladeira acima é uma ótima maneira de construir a força específica e a capacidade aeróbica para correr uma maratona. Outra virtude da execução uphill é que ela permite que você corra rápido em terreno plano, sem exaustão. Muitos corredores tentam evitar treinar em subida, justamente porque é mais difícil do que correr em terreno plano, especialmente se eles estão treinando para uma maratona em um percurso plano. Mas se você quiser fazer uma grande maratona, você precisa fazer alguma corrida difícil, e em subida você vai ter resultados melhores do que fazer treinos intervalados na pista, que não são mais fáceis(mas também são essenciais).

Existem várias maneiras de incorporar subidas em seu treinamento. Eu recomendo que você faça algumas de suas corridas longas em percursos relativamente montanhosos. Isso vai endurecer as pernas mais do que uma corrida de distância igual de terreno plano. Além disso, executar um conjunto de intervalados em subida uma vez a cada 10/14 dias. Comece com intervalos mais curtos, por exemplo, 8 x 30 segundos, em uma intensidade muito elevada. Aumentar gradualmente a duração de até 5 x 3 minutos e ir diminuindo a intensidade conforme sua maratona se aproxima.

Concluir rápido.

Quando os corredores não conseguem atingir seus objetivos em maratonas, os últimos oito kms são geralmente os culpados. A maioria dos corredores têm pouco problema em manter um ritmo de maratona razoável para os primeiros 21 kms, mas depois eles diminuem a velocidade, inexoravelmente, nos últimos kms. Para evitar que isso aconteça com você na sua próxima maratona, inclua alguns tiros rápidos no final das suas corridas longas .

Em vez de executar todos 30, 32 ou 36 kms de seu treino longo em ritmo constante, execute os últimos 2-5 kms acima dos anteriores e aumente o ritmo até o fim.
Desafiar a si mesmo para correr mais rápido quando você já está cansado vai estimular as adaptações fisiológicas e mentais que lhe permitirá evitar a desaceleração nos últimos kms de sua próxima maratona.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Correr longas distancia


No início dos anos 70 muitos eram os curiosos que se embrenhavam na corrida como quem descobre o filão de ouro e está prestes a ficar rico. Mas o que muitos não sabiam e ainda continuam não sabendo é que o que descobriram não era tão reluzente assim. O que quero dizer é que tudo o que se vê em treinamentos de corredores adiantados, aqui no Brasil ou em qualquer lugar do mundo, não deve ser encarado como necessário e possível a qualquer corredor.

Estou me referindo aos treinos contidos em planilhas de atletas de alto rendimento. O que os curiosos gostam de focar é a quantidade de quilômetros que cumpre o sujeito de elite. Hoje 240 km por semana parecem tão grandes, porém eu fiz. Corri por pelo menos quatro anos a distância referida. Correr 35 km por dia pode parecer impossível nos dias de hoje, porém, na minha época de atleta sim, era possível. Não havia tanta poluição, os alimentos vinham de fontes confiáveis e demais ingredientes que compõem um treinamento bem planejado e estruturado.

Claro que estou falando de corredores comuns, assim como eu era, apesar de ter percorrido os 42 km em 2h35min, isso me colocava entre os dez melhores do Brasil.

Hoje os corredores devem ter em mente que é possível realizar uma maratona em algo como 2 horas e 15 ou 25 minutos, sem, no entanto, ter que percorrer os 35 quilômetros dia. É impossível? Tenho vários exemplos de corredores que conseguem realizar tais façanhas, até mesmo porque a sua rotina diária deixa de ser rotina e entra num patamar de vida saudável, criteriosa e feliz. O exemplo fica por conta de Alberto Salazar, cubano naturalizado americano que ganhou três vezes a maratona de Nova York, sem possuir condições fisiológicas para sustentar treinamentos de 30 quilômetros dia. Na verdade, ele só sustentava realizar treinos de até 25 km. Parece mentira, porém, é verdade. O que faz a diferença entre um atleta e um não atleta é justamente o tempo de treino e a qualidade de vida que cada um leva.

É possível um corredor obter tais resultados tendo em suas costas um caminhão de afazeres domésticos e profissionais? Sem contar com o trânsito que deve acabar com o restinho de humor...

Agora vejamos o que vem a ser um treino longo:

Treinamento acima dos 15 km pode ser um longo, como o que muita gente já conhece. Eu utilizo, muitas vezes, a denominação de longo para os 15 km para pessoas que estão em fases de aperfeiçoamento, sem reunir condições físicas, profissionais e demais outras, para sustentar os treinos acima desta distância.

Acreditem, treinar longos depende das condições fisiológicas e psicológicas. Então, antes de achar que pode sair por aí correndo dois dias sem parar, melhor observar suas condições para este tipo de treino e se como resultado não desenvolve lesão, dores e desânimos.

Mas tem gente por aí realizando 30 km como se fossem 10 km. Então, cada caso é um caso e temos, mais uma vez, que analisar o que é possível. O treinamento de um atleta que já atingiu um estado de alto rendimento não deve ser comparado e nem copiado por qualquer corredor que esteja iniciando os treinamentos.

Os longos, em planilhas de atletas já experientes, muitas vezes são rodagens fáceis e não cabem na planilha de qualquer um. Neste caso, e nos dias de hoje, nem na minha planilha caberia (teria que readaptar o meu dia a dia e os meus treinos). Há um batalhão de corredores realizando longos em locais diversos no Brasil, e terminando exaustos, com dores e muitas vezes, afastando-se dos treinamentos.

Então, se você está no estágio adaptação I, ou seja, só anda, por enquanto, então esqueça treinos de longas. Se você está no estágio II da adaptação para a corrida, então deve permanecer em treinos curtos e médios, até que passe para o estágio seguinte. Se você está no estágio III da adaptação para a corrida, então deve realizar distâncias médias, para que seu organismo se adapte ainda mais, sem permitir o surgimento de lesões.

Para os estágios de aperfeiçoamento, em que o corredor já praticou mais de três anos de corrida, sem interrupções, então se deve praticar um ou dois treinos longos (sendo um treino acima dos 15 km e outro acima dos 25 km, aproximadamente), durante a semana, se o seu objetivo for uma maratona.

Se você é um corredor de alto rendimento, deve observar, através dos exames de saúde, se está capacitado a realizar treinos tão longos.

Melhores períodos para realizar os treinos longos:

No período de treino denominado base, no inicio dos treinamentos no ano;

Nos treinamentos para uma maratona;

Quando for o caso de participar de uma ultramaratona e você o ultramaratonista tenha aval dos médicos e de um profissional competente.

Espero que estes assuntos tenham ajudado você a concluir um pouco mais sobre os treinamentos de corrida longa. Concluo afirmando que o treino longo, por si só, não se trata de um meio de condicionam

sábado, 21 de janeiro de 2012

EM ALGUM LUGAR DO MUNDO CORRENDO SEMPRE.

Quiropraxia é melhor que remédio para dor no pescoço.


A quiropraxia (terapia baseada na manipulação das articulações) é mais eficaz para tratar dor de pescoço do que tomar analgésicos, anti-inflamatórios e relaxantes musculares.

A conclusão é de pesquisa feita na Northwestern Health Sciences University em Minnesota (EUA) e publicada na revista "Annals of Internal Medicine".

Exercícios simples e alongamentos também obtiveram melhores resultados do que os remédios, porém não tanto quanto a quiropraxia.

O estudo foi feito com 272 pessoas entre 18 e 65 anos que sofriam de dores no pescoço sem uma causa específica.

Elas foram divididas em três grupos. O primeiro realizou duas visitas semanais a um quiropraxista, o segundo utilizou medicamentos e o terceiro foi orientado a realizar exercícios e alongamentos várias vezes ao longo do dia.

Após três meses, a melhora dos sintomas foi relatada por 57% das pessoas que fizeram quiropraxia e por 48% dos que fizeram exercícios. Somente 33% dos que tomaram remédios relataram alívio da dor.
A longo prazo, o estudo também aponta maior benefício para as pessoas que utilizaram a quiropraxia ou fizeram exercícios regulares. Em cada um desses grupos, 53% dos voluntários apresentaram melhora após um ano.
Apenas 38% dos que usaram medicamentos sentiram que as dores diminuiram.

QUIROPRAXIA

A quiropraxia é uma técnica manual de tratamento desenvolvida nos EUA há pouco mais de um século.
Diferentemente de outros tipos de massagem, não é aplicada nos músculos, e sim nas articulações, para reposicioná-las e alivar a pressão que exercem nos grupos musculares. Para isso, é feita uma série de movimentos precisos, chamados ajustes.
Muitas vezes os ajustes produzem "estralos", mas não devem doer, explica a coordenadora do curso de quiropraxia da Universidade Anhembi Morumbi, Ana Paula Facchinato. "É como tirar a tampa de uma garrafa de champanhe".

Ela diz que o tratamento pode ser tanto sintomático (no momento em que a pessoa está tendo dor, para alívio) quanto preventivo, para evitar novas crises. A quantidade de sessões necessárias é estipulada em uma consulta de avaliação.
O tratamento não é indicado para pessoas com câncer e, em casos de osteoporose, nem todos os movimentos podem ser realizados.
O preço da consulta com um profissional da área varia de R$ 50 a R$ 250, segundo a Associação Brasileira de Quiropraxia.

Para ser reconhecido pela Federação Mundial de Quiropraxia, o profissional deve ter passado por um curso de pelo menos quatro anos. No Brasil, existem aproximadamente 700 quiropraxistas que cumprem esse requisito, segundo Facchinato. Nos Estados Unidos, onde é mais popular, existem aproximadamente 60 mil quiropraxistas.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Deportes para el corazón

La practica del actividades físicas suelen ser muy beneficiosas para el organismo, el cuerpo y la mente. Pero como todo tiene que hacerse con cuidado y sentido común. En función de la edad y del tiempo que lleva la persona sin hacer ejercicio y sobre todo de las enfermedades que padece, será recomendable o no, un deporte dado. Para un persona mayor, con problemas de osteoporosis quizás el mas recomendable sea andar o nadar, pero si no sabe nadar quizás el mas interesante sea el aquagym. En la mayoría de los casos un deporte aeróbico siempre es el mas recomendable. Por nombrar los mas típicos de los ejercicios aeróbicos:
carrera a pie

La carrera:

Es muy practico en la relación tiempo / beneficios también por su facilidad técnica, y por no necesitar de una instalación deportiva para su practica. Pero podemos añadir algunos inconvenientes, no es recomendable para personas maduras o mayores que se inician en el deporte, principalmente por los impactos sobre el suelo que no son del todo bueno para nuestra cadera-rodilla-tobillos, esto no es así si se lleva mucho tiempo corriendo, tenemos la técnica y la musculación adecuada. Tampoco es recomendable para personas obesas, el impacto contra el suelo será nefasto para sus rodillas además de que el tener que transporta un exceso de peso dificultara que puedan mantener la carrera durante los treinta o cuarenta minutos que son lo mínimo necesario para lograr cambios significativos. También puedo añadir que en mucho aficionados a la carrera que se pegan sus buenos kilómetros varias veces a la semana, debido a que no trabajan la musculatura abdominal / lumbar, la flexibilidad de cadera-pi erna-tobillos, terminan teniendo molestias persistentes tanto en las rodillas como en las caderas. También conozco muchos casos de un entrenamiento inadecuado que al final no logra los beneficios que podrían lograrse con un poco de planificación. Por ejemplo el típico que corre media hora varias veces a la semana a una alta intensidad, de forma continuada y se va a casa. El organismo se adapta a ese esfuerzo corto y de alta intensidad y desde ese momento ya se produce mejorar a nivel cardio-pulmonar ni muscular en el tren inferior. Siempre tenemos que jugar al despiste con nuestro cuerpo, un día carrera continua, otro día en series, otro días subidas y bajadas, unos días intenso y corto, otros largos y mas tranquilos.


ciclismo

El ciclismo:

es difícil iniciarse en esta actividad física si no se ha realizado cuando uno era mas joven. En la mayoría de los casos son hombres que han practicado el ciclismo o el triatlón cuando eran mas jóvenes y continua haciendo salidas los fines de semana con los compañeros. Pero en algunos de estos casos, consiguen una forma física aceptable, pero la falta de constancia, solo los fines de semana si el tiempo lo permite, y que la mayoría no realiza otros ejercicios para fortalecer la espalda, el tren superior y sobre todo las abdominales, termina siendo contraproducente o por lo menos poco eficaz. Si padeces de obesidad olvídate del ciclismo. El ciclismo es un buen deporte aeróbico, que permite la practica al aire libre y la socialización del deportista, pero siempre tiene que ir acompañado de otras practicas deportivas, para el fortalecimiento del tronco y los brazos. No es muy eficaz tampoco realizar deporte solo los fines de semana, aunque este sea numeroso en horas y esfuerzo. Para l o s que tienen cierta edad y nunca han practicado el ciclismo en carretera es poco aconsejable. El peligro de caídas o de accidente graves es muy alto, hasta en un ciclista experimentado. Si tienes problemas de espalda o de rodillas es totalmente contraproducente. Y siempre es aconsejable ir en compañía. Ciclismo


natacion

La natación


Es realmente el deporte aeróbico por excelencia, aconsejado desde para los bebes hasta para la tercera edad, pasando por embarazadas y personas con problemas de obesidad. Solo es importante saber nadar, como es de lógica. El único problema es la dificultad de encontrar una piscina con cursos que se adecuen a tus horarios de ocio y también el precio, que comparado con otros deporte es bastante alto en muchos casos. Si tienes problemas de espalda, también es el deporte mas indicado. Su beneficio principal es que trabajas todo el cuerpo, tanto todos los grupos musculares, como el sistema cardiovascular, como el sistemas respiratorio.
pilates

La gimnasia pilates, o el método pilates



Muy de moda últimamente, pero con muchas contradicciones. El método pilates puro no es una gimnasia aeróbica que permita la mejora del sistema cardio-respiratoria, es mas una gimnasia aeróbica que busca la mejora de la flexibilidad y la musculación del cuerpo de forma integral. Si lo que buscas en mejorar tu condición física no es el deporte adecuado por si solo. En cambio practicado conjuntamente con otros deportes puede ser la combinación ideal. Por ejemplo nadar y pilates o aeróbic y pilates, son combinaciones perfectas, que te pueden ayudar a que tu tiempo de actividad física sea menos rutinaria. Hacer natación tres días a la semana y pilates otros dos, puede ser una buena idea.

El aeróbic, o gimnasia afines.



Desde el aeróbic al aerofitness, pasando por el boxin-aeróbic o el aeróbic-fanqui y todas estas gimnasias aeróbica con música, son una buena elección si queremos mejorar nuestra condición física. Siempre que estén impartidas por profesiones del deporte. Su mejor beneficio es la practica de una aeróbico de cierta intensidad que permite trabajar a buen nivel cardio-respiratorio y en la zona de perdida de grasas acumuladas. Normalmente las clases o sesiones duran entre cuarenta minutos y una hora, por lo que la duración también es la ideal. Pero no es recomendable muchas de ellas para personas con problemas en las caderas, rodillas o espalda. Tampoco son nada recomendables para embarazas o personas con problemas calcio en los huesos.
culturismo

El culturismo.



Si el Musculacion o el culturismo se practica con un buen control y se le suma un trabaja aeróbico es una de las mejoras formas de ponerse en forma y cuidar el corazón y la salud. Pero esto ocurre pocas veces. Lo normal es que se anteponga la búsqueda de la hipertrofia por encima de la búsqueda de un cuerpo sano. La musculación esta llena de falsos mitos, tanto positivos como negativos. Un trabajo de musculación bien programada puede ser la mejor vía para la búsqueda de la mejor condición física. Puede ser practicada por cualquier persona, y si tenemos un profesional bien preparado y con sentido común, hay pocas enfermedades para las que no se pueda diseñar un buen plan de entrenamiento. Un cuerpo musculado correctamente siempre es un cuerpo sano y fuerte. Pero desconfiar mucho de los gimnasio que no te propongan trabajos aeróbicos mas el trabajo de las pesas, que no te den tablas para trabajar tu flexibilidad y que no le den importancia a la técnica de ejecución de los aparatos.

El triatlon



El triatlon es la suma de tres deportes, la natación, el ciclismo y la carrera a pie.

El fitness



El El fitness y la salud en si un trabajo de musculación moderada con un buen componen aeróbico y de flexibilidad. Se puede decir y dijo que el fitness no es mas que un trabajo de musculación mas coherente y sano. Fitnnes

El aquagym



Es una gimnasia o una aeróbic pero en el agua. Se suma todos los beneficios del aeróbic con todos los benéficos de la natación. Realmente es el deporte para todos y todas. Lo malo que en casi todos los centros de actividades acuáticas, los practicantes del aeróbic son mujeres, y quedado un poco sexista como especialidad deportiva. Pero tengo que animaros si soy mayores, embarazadas, personas con problemas de espalda ya sean leves o graves, personas que no saben nadar, o si estáis cansados / as de dar botes y saltos en el gimnasio. El aquagym tiene pocas cosas malas que comentar, solo el precio, la dificultad de encontrar el sitio y los horarios adecuados.


El tai Chi



El tai Chi y que perdonen los mas puristas, es una mezcla del yoga con artes marciales, cogiendo los mejor de ambos campos. Pero al igual que el pilates le falta un componente de trabajo aeróbico, y su practica siempre tiene que estar acompañada de alguna gimnasia aeróbica. Es complicada al inicio, pero lo que la practican siempre repiten. Tiene los mismo benéficos que el pilates y como no sus mismas contraindicaciones.


El yoga



El yoga por si solo no se puede decir que sea una actividad física, es una actividad mental. Por lo que no es conveniente creer que se hace deporte si lo que estas practicando es yoga.



El woga



Es yoga en el agua. Pero sin hacer tipo aquagym ni nada parecido. Tienes lo mismos beneficios y contraindicaciones que el yoga. Como gimnasia para la relajación no tiene igual ya que suma todos los beneficios de la ingravideces del medio acuático, la temperatura estable y el silencio a las ya conocidas fases de meditación del yoga. Eso sí, no es tan fácil como parece.



Spinning



El spinning es un ejercicio aeróbico por excelencia, al trabajar en una bicicleta y utilizar los grandes músculos de las piernas el consumo de calorías y la mejora a nivel cardio vascular son muy importantes. Eso si no es muy entretenido comparado con otros métodos en los que cabe más variedad. Pero su utilidad y la utilización de modernas bicicletas de spinning pueden hacer que sea útil tanto para un principiante como para un experto.

Efeitos dos exercícios físicos sobre a fibromialgia

A fibromialgia é uma síndrome de caráter e etiologia desconhecida, caracterizada por dor musculoesquelética que afeta varias áreas do corpo, sendo mais comum em mulheres do que em homens, surgindo mais freqüentemente entre os 40 e 55 anos de idade1.

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde, atualmente, estima-se que sofram de Fibromialgia entre 2 a 8% da população adulta. Alguns estudos demonstram que certos sintomas como dores musculares generalizadas e pontos dolorosos específicos estão presentes em pessoas com a síndrome e que não são comuns em pessoas sadias e com outros tipos de doenças reumáticas1.
    A fibromialgia foi classificada em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia durante um simpósio médico internacional. Na ocasião foi idealizada a publicação de um protocolo para o diagnóstico desta síndrome. Antes de sua identificação, as queixas de seus sintomas não eram diagnosticadas como sendo as de uma doença física, estando mais ligada a distúrbios de ordem psicológica. Após esta data, vários critérios foram adotados mundialmente para o diagnóstico específico da doença2.
    Vários estudos têm sido desenvolvidos com o intuito de se investigar os efeitos da atividade física sobre o alívio ou cura de algumas doenças ou seus sintomas3. Em tempos remotos poupavam-se os doentes de esforço físico, acreditando-se que este poderia ter um papel comprometedor no processo de cura, uma vez que um gasto maior de energia estaria sendo desperdiçado ao invés de estar sendo aplicado no combate à doença. A indústria farmacológica investe milhões em pesquisas com o propósito de encontrar o medicamento mais eficaz para cada tipo de doença. Por outro lado, poucos investimentos são destinados às campanhas de conscientização sobre hábitos saudáveis que colaboram com a boa saúde global2.
    Com base nessas informações, este artigo tem como objetivo mostrar os efeitos dos exercícios físicos sobre a fibromialgia.

    A fibromialgia é um estado de saúde complexo e heterogêneo no qual há um distúrbio no processamento da dor por mais de 3 meses associado a outras características secundárias como4:
  • Fadiga
  • Problemas no sono (dificuldade pra dormir, agitação e acordar regularmente)
  • Rigidez matinal
  • Parestesias/Discinesia (Como formigamento ou dormência nos dedos)
  • Problemas de concentração e memória
  • Sensação de edema
Figura 1. Locais sensíveis testados no diagnóstico da fibromialgia


    Pesquisas mostram que exercícios aeróbios trazem benefícios físicos como diminuição da tensão muscular, disfunção física e dor. Os benefícios psicológicos incluem melhora da auto-estima e diminuição da depressão e ansiedade. Embora seja aparente que o exercício aeróbio é benéfico para indivíduos com fibromialgia, as pesquisas sugerem que há uma exacerbação dos sintomas ao iniciá-los e, gradualmente, ocorre a melhora dos sintomas5.
    Os programas de exercícios aeróbios no tratamento de pacientes com fibromialgia têm sido conduzidos de diversas maneiras, incluindo caminhada5, bicicleta6 e jogos em grupo7, sendo apontados benefícios nas diversas metodologias.
    Nas evidências de efeitos positivos dos exercícios aeróbios supervisionados, estão também incluídos os programas de condicionamento físico, que englobam exercícios aeróbios e de alongamento e fortalecimento muscular5. No entanto, quando realizados em associação, não é possível identificar qual dos tipos de exercício físico ou qual combinação entre eles possibilita os melhores resultados.

    Segundo Graciano8, o treinamento de força surge como mais uma estratégia de intervenção ou opção de tratamento no sentido de intervir positivamente no tratamento da fibromialgia. Balsamo e Simão9, entre outros pesquisadores, compararam a força de mulheres com fibromialgia e mulheres saudáveis e pôde verificar que, em ambas, o sistema neuromuscular possui a mesma capacidade de se exercitar, minimizando o quadro mialgico, bem como aumentando a qualidade de vida dos indivíduos por ela afetados.
    De acordo com Graciano8, Valim10, recentemente demonstrou que deep running é um pouco melhor que o condicionamento aeróbio em solo na melhora dos escores do Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ) e aspectos psicológicos da qualidade de vida. Resultados favoráveis também foram encontrados em programas de exercícios físicos realizados em água aquecida. KONRAD11 encontrou melhoras na capacidade aeróbica, na fadiga e na percepção da dor, que persistiram após três meses.


    O presente estudo de revisão da literatura mostrou que existem diversas opções de exercícios físicos (aeróbio, contra-resistência, entre outros) que apresentam bons resultados no controle da fibromialgia, promovendo melhora da qualidade de vida e de bem-estar, os exercícios supracitados devem sempre respeitar o princípio da individualidade biológica de cada indivíduo para que os resultados possam ser eficazes. A interação e o bom relacionamento da equipe multidisciplinar também é um aspecto importante para obtenção de bons resultados.

Considerações finais


Exercícios contra-resistência

Exercícios aeróbicos


Sintomas da fibromialgia

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

FRASES DO E SPORTE: Haile Gebrselassie

                                                              

"LO MAS DIFICIL NO ES EL CUERPO , ES LA MENTE , SI  ERES VIEJO MENTALMENTE ,TENGA LA EDAD QUE TENGA, ES VIEJO"

domingo, 15 de janeiro de 2012

20 Dicas extras de corrida

 

1- Entre um treino e outro, ande de bicicleta. A pedalada fortalece as coxas e melhora a capacidade do joelho de amortecer o impacto da corrida. A bike, nesse caso, teria o mesmo efeito que o exercício com peso para as pernas indicado na matéria.

2- Muitos corredores recomendam que se coma banana todos os dias. A fruta possui potássio, o que teoricamente diminui o risco de cãibras. Mas nenhum dos meus entrevistados recomendou isso. Eles apenas indicaram uma dieta balanceada e com frutas (que pode ser qualquer uma).

3- Outra recomendação muito comum entre os corredores é correr para um rodízio de carnes assim que terminar uma prova. Isso, segundo dizem alguns, seria uma forma de repor as proteínas do corpo, todo debilitado. Trata-se de outro mito ,é  desaconselhado o truque: "Em vez de gastar energia para se recompor, o organismo passaria a se dedicar à digestão de toda essa carne", o mais provável é que a pessoa vai engordar, só isso.

4- A esteira é uma boa alternativa para ganhar condicionamento físico. Além disso, amortece mais as passadas do que o chão. Mas quem pretende fazer uma prova de rua não pode treinar apenas nessa máquina. Nela, o corpo faz um sentido vertical, para manter o equilíbrio. Na rua, o sentido é para a frente. "Quem só treina na esteira costuma ter muita dificuldade para correr na rua por uma questão de equilíbrio". "Corredores de esteira têm mais chance de torcer o pé, porque o piso da rua é irregular, enquanto na esteira é totalmente plano".

5- O tênis não pode ser apertado. Alguns atletas preferem até comprar um número acima. Também é preciso estar atento à inclinação da sola. Há tênis para pessoas que pisam com o pé inclinado para dentro e pessoas que pisam para fora. Certas lojas oferecem testes para se descobrir isso. Na dúvida, opte por um calçado neutro, que não tem inclinações para os lados.

6- Pessoas acima do peso correm mais risco de sofrer lesões numa corrida. O ideal é ter um peso satisfatório para completar a prova com segurança. Se você está com sobrepeso, reduza o ritmo até conseguir perder alguns quilinhos.

7- Para saber se você está ou não em um bom ritmo, aqui vai uma dica curiosa: tente conversar com um parceiro. "Se o atleta não tiver fôlego para falar a palavra Piracicaba, então é melhor diminuir a marcha".

8- Correr com muita chuva não é indicado, pois a água pode molhar o tênis e formar bolhas. Mas, se o tempo estiver apenas com uma leve garoa, não há desculpa.

9- Em dias muito frios, o treino pode não valer a pena. O risco de pegar um resfriado aumenta muito. Se você achar que dá para arriscar, comece o treino agasalhado e depois fique apenas com camiseta de manga comprida. "Ao final, lembre-se de trocar a camiseta suada o mais rápido possível".

10- Se você joga futebol e quer treinar para uma corrida de 10 km, há dois treinos semanais possíveis:

Bons treinos amigos!


* Caso jogue apenas uma vez por semana, faça mais dois treinos semanais de corrida com 6 a 7 km.


* Caso jogue duas vezes por semana, faça mais um treino semanal de 6 a 7 km.

11- Mulheres devem correr com tops justos para evitar desconforto. Caso o incômodo com as passadas continue, o ideal é usar dois tops. Isso ajuda a evitar que os seios caiam por causa do movimento da corrida (esse é um tema polêmico entre os especialistas, mas algumas pesquisas já insinuaram isso).

12- Um acompanhamento profissional é sempre indicado para os corredores. "Todo mundo precisa ter um médico que o acompanhe e peça os exames necessários".


13- O torrone, normalmente entregue ao se completar a prova, oferece uma boa quantidade de carboidratos. Mas alguns consultores acham que a ingestão rápida de muito açúcar, muito rápido, não faz tão bem assim. Já a barrinha de cereal não tem contra-indicações.

14- Antes da competição, conheça o trajeto da prova. Isso ajuda a reduzir o estresse no dia. Sem contar que talvez seja necessário guardar um pouco de energia para uma subida no final (todo mundo já cansou de ouvir aquela historinha da subida da Brigadeiro no final da São Silvestre...).

15- Em dias de sol, não se esqueça do boné, do protetor solar e de tomar bastante água.

16- Há muitas diferenças entre as provas de 10 km do Brasil. Algumas são repletas de subidas e descidas. Se possível, comece por uma prova de 10 km que seja plana e à noite, em razão da temperatura mais amena, ou em uma época não tão quente.

17- Acostume-se a beber água nos treinos. "Não é raro encontrar pessoas que têm refluxo durante as provas porque não se acostumaram a isso".

18- Durma bem. Uma boa noite de sono ajuda a recuperar os músculos, reforçar os ossos e queimar as gorduras. Na noite anterior a uma prova, a falta de sono pode ser cruel com a disposição. O recomendado é dormir oito horas.

19- Se correr, não beba. Se beber, não corra. O álcool provoca desidratação, aumenta a freqüência cardíaca e pode provocar tonturas no treino. Além disso, a bebida é muito calórica e pode atrapalhar o controle do peso.

20- Caso você fique algumas semanas sem correr, volte a treinar num ritmo bem leve. Jamais tente voltar ao ponto em que estava. Para isso, é preciso paciência. Se você ficou um mês sem treinar, terá que correr por um mês para chegar ao ponto em que parou.

Marilson Gomes dos Santos


A conquista do bicampeonato na Maratona de Nova York consagrou definitivamente o brasileiro Marilson Gomes dos Santos como um dos grandes maratonistas de todos os tempos e um dos principais nomes do atletismo sul-americano. A vitória com o tempo de 2h08m43s em um dos 42 km mais difíceis e concorridos colocou fim a fama de “azarão” do atleta, e o deixou entre um dos principais corredores do mundo.

Brasileiro no Rally Dakar 2012

Marcelo Maragni / Red Bull Content Pool)

          Felipe Zanol é um dos representantes brasileiros no Rally Dakar 2012







sábado, 14 de janeiro de 2012

Diferença entre os treinos no verão e no inverno

                             

Estamos falando de duas épocas completamente diferentes, onde em uma sentimos aquele calor insuportável, já na outra colocamos quase o guarda-roupa inteiro para aquecermos.

Os treinos no verão e no inverno exigem das pessoas cuidados extremamente diferentes, pois além da roupa, muita coisa muda entre uma estação e a outra para correr. Quando falamos do treino de corrida no Brasil, o qual é um país tropical com muito calor é necessário muito cuidado na hora de treinar, principalmente em relação ao horário e também lembrar sempre da hidratação. No verão o melhor horário para treinar é logo no início da manhã, porque o clima ainda está ameno e não há muito sinal de poluição. Outra dica também é correr a noite, pois é melhor do que à tarde. Opte por lugares cheios de arvores, pois são mais frescos e vista roupas leves.

O nosso corpo rende bem menos em dias quentes demais e o gasto energético para o corpo conseguir eliminar o calor e manter a temperatura em equilibro também é maior e com isso a freqüência cardíaca aumenta e a perda hídrica se torna maior e se a umidade do ar estiver alta isso aumenta ainda mais e dificulta a eliminação do calor através do suor. Por isso a hidratação é extremamente importante, pois no calor o corpo perde mais água e sais minerais durante a prática da atividade física e a eliminação aumenta o calor. Então, é muito importante que você beba muita água, sucos ou então água de coco durante o dia todo, não somente durante e depois do treino.

Uma dica é tomar os isotônicos, pois além de repor o líquido perdido durante as atividades físicas repõe os sais minerais que perdemos pelo suor e são bem vindas também porque contém carboidratos, os quais ajudam na reposição de energia. Saiba que mesmo nos dias frios essa hidratação é essencial e muito necessária e nos dias quentes a dose deve é ser aumentada. Mesmo nos dias em que o sol não está muito forte como nos dias nublados, mas no verão aumenta à incidência de raios nocivos a saúde, então não se esqueça de utilizar o protetor solar, bonés, viseiras, pois além de protegem contra o sol seguram o suor e evita a irritação nos olhos, já os olhos protegidos com óculos de sol.

Já no inverno, que no Brasil é a melhor estação para se treinar, pois rende um desempenho esportivo muito satisfatório, mas deve tomar cuidado nas regiões onde o clima é muito seco e há muito vento, pois isso altera a sensação térmica para baixo. Quando estamos no inverno é essencial fazer um aquecimento para evitar as lesões, alongue-se bastante e comece tudo de leve.

Escolha as roupas e os tecidos que mantém o calor e permite que o suor seja eliminado. Já a cabeça, as mãos e os pés precisam estar protegidos com gorro e luvas, pois são as partes do nosso corpo que perde calor com muita facilidade. Pessoas que tem bronquite, asma ou então algum problema relacionado às vias respiratórias devem evitar treinos ao ar livre em dias que a temperatura está realmente muito baixa. No inverno é comum sentirmos menos sede, mas mesmo não sentindo sede é necessário se manter hidratada durante o dia todo.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

EM ALGUM LUGAR DO MUNDO CORRENDO SEMPRE

Frases do Esporte:Incentivo



Pratiquem esporte, mesmo que não competitivamente, pois é saudável e você faz boas amizades, que duram para o resto da vida.

A prática esportiva também ajuda num mundo melhor com tudo de bom que traz para nós: saúde, auto-estima, espírito de equipe, objetivos, entre outros atributos que com certeza, vem junto com o esporte.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Taubaté vence no fim e complica Vasco na Copa São Paulo


No fim, o Taubaté venceu o Vasco e segue na Copa São Paulo
Em jogo válido pelo Grupo O da Copa São Paulo 2012, disputado no Estádio Joaquim de Moraes Filho, o Taubaté venceu o Vasco por 2 a 1 com gol aos 46min da etapa final e se classificou para a próxima fase da competição como líder do grupo, com 7 pontos.


Quando o jogo caminhava para o fim, Ramón cruzou da esquerda, a bola desviou no defensor e encobriu o goleiro Jordy, virando a partida e garantindo a classificação para o Taubaté.

PARABENS TAUBATÉ

Atividade física e resposta imunológica



Quem faz atividade física adquire maior imunidade contra doenças?

Se essa resposta já fosse totalmente afirmativa, com certeza haveria, desde já, um enorme investimento em pesquisas no sentido de esclarecer os mecanismos através dos quais o organismo se tornaria capaz de aumentar suas defesas à custa do melhor nível de aptidão física.

O estado atual do conhecimento científico nessa área infelizmente ainda não permite que se possa afirmar que o sistema imunológico é potencializado pelo condicionamento físico. Existem, entretanto, algumas evidências bastante animadoras, fruto de recentes pesquisas desenvolvidas na área.

O que nós sabemos, e o que a ciência já confirma, é uma enorme influência da prática de exercícios físicos na condição geral de saúde e na qualidade de vida. Esses benefícios constituem-se no resultado das adaptações dos sistemas respiratório, cardiovascular, endócrino, digestivo, e do próprio músculo esquelético, decorrentes de hábitos de vida que incorporam a atividade física regular. Essas adaptações previnem doenças?

Com certeza sim. À medida que o nosso organismo melhora sua capacidade funcional, nós adquirimos maior reserva energética, passamos a tolerar melhor o desgaste físico díario e diminuimos o "stress" causado pela influência dos diversos agentes do meio em que vivemos.

Esse é um mecanismo capaz de prevenir grande parte das doenças mais comuns nos grandes centros urbanos, como a esclerose das artérias, o aumento do colesterol, a hipertensão, a ansiedade, etc.

Seria, entretanto uma das grandes descobertas desse final de século, a comprovação de uma influência positiva e totalmente esclarecida do exercício físico no sistema imunológico. Será que o exercício físico poderá ser visto como uma "vacina" contra o câncer e outras doenças que dependem essencialmente da nossa resposta imunológica? Nos Estados Unidos, a imprensa publicou recentemente um artigo no qual se discute criticamente o resultado prático em termos de redução de mortalidade do enorme investimento aplicado nos últimos 30 anos em pesquisas no combate ao câncer.

A triste conclusão é que se hoje existe uma pequena redução nos índices de mortalidade pelo câncer, isso se deve ao grande desenvolvimento da Medicina nos meios de diagnóstico precoce da doença. A tendência dos financiamentos de pesquisa será a partir de agora a da valorização cada vez maior dos métodos de prevenção. Nesse sentido, as pesquisas que relacionam exercício e imunologia serão bastante favorecidas. Vamos esperar, portanto, a divulgação de resultados cada vez mais animadores a partir de agora!
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