sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Dia internacional das pessoas com deficiência.








dia internacional das pessoas com deficiência (3 de dezembro) é uma data comemorativa internacional promovida pelas Nações Unidas desde 1998, com o objetivo de promover uma maior compreensão dos assuntos concernentes à deficiência e para mobilizar a defesa da dignidade, dos direitos e o bem estar das pessoas. Procura também aumentar a consciência dos benefícios trazidos pela integração das pessoas com deficiência em cada aspecto da vida política, social, econômica e cultural. A cada ano o tema deste dia é baseado no objetivo do exercício pleno dos direitos humanos e da participação na sociedade, estabelecido pelo Programa Mundial de Ação a respeito das pessoas com deficiência, adotado pela Assembleia Geral da ONU em 1982.



03 de dezembro de 2006: dia da E-acessibilidade



O acesso às tecnologias de informação e de comunicação cria oportunidades a todos na sociedade, mas principalmente para pessoas com deficiência, pois nesse meio desaparecem as barreiras sociais geradas pelo preconceito, pela infraestrutura, e pelos formatos inacessíveis que impedem a participação. Quando disponível a todos, tecnologias da informação permitem que as pessoas alcancem seu potencial pleno, e permitem que pessoas com deficiência contribuam para o desenvolvimento da sociedade. No primeiro encontro mundial sobre a sociedade da informação, em 2003, os governos expressaram seu compromisso de construir uma sociedade da informação inclusiva, centrada na pessoa e voltada para o desenvolvimento, onde todos pudessem criar, acessar, utilizar e compartilhar informação e conhecimento. Apesar desta visão, muitas pessoas com deficiência permanecem impossibilitadas de utilizar os recursos da Internet plenamente, já que a grande maioria dos websites' continuam inacessíveis a quem tenha impedimentos visuais, cuja navegação é altamente dependente do uso do rato (mouse), e os cursos para iniciar pessoas ao uso da Internet nem sempre são de acessíveis a todos. Tendo em conta que as pessoas com deficiência fazem parte das mais discriminadas na sociedade, muitas não têm acesso às tecnologias de informação. Mesmo aquelas com acesso não podem utilizá-las de forma eficaz, porque o equipamento adaptável disponível não acompanha o ritmo das inovações. Em nível internacional, os padrões de acessibilidade dos websites estão sendo desenvolvidos. Uma vez adotados e ratificados, a Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência exigirá das entidades que assegurem que as pessoas com deficiência possam alcançar tecnologias de informação.


Fazer tecnologias de informação acessíveis a todos não é somente uma matéria de direitos humanos, pois também gera bons negócios. Os estudos sugerem que os websites acessíveis aparecem melhor cotados nos rankings dos motores de busca e podem reduzir custos de manutenção. Permitem também a companhias o acesso a uma maior banco de dados de clientes. Muitos websites, entretanto, permanecem inacessíveis para pessoas com deficiência visual. Um estudo recente realizado no Reino Unido mostrou que cerca de três quartos dos sites comerciais não conseguiram níveis básicos de acessibilidade. O tema de 2006 para o dia internacional das pessoas com deficiência é acessibilidade às tecnologias de informação, e o dia será chamado de dia da E-Acessibilidade. As Nações Unidas têm como objetivo enfatizar os benefícios significativos que a acessibilidade pode trazer tanto para pessoas com deficiência quanto para a sociedade e divulgar isso entre os governos, as empresas e o público em geral.


   

                  

         


PROVA CORRIDA GENERAL SALGADO 2013 - EM BREVE

                                     



       

EM BREVE INFORMAÇÕES 

Corra mais forte no final da prova e surpreenda os rivais.

Estratégia muito utilizada por corredores de elite, o "split negativo" tem como objetivo fazer com que o atleta atinja seu melhor desempenho no final da prova.





Um fato até então atípico vem se repetindo na quebra de recordes em corridas de longa distância. Em boa parte das novas marcas, o tempo do atleta na segunda metade da prova tem sido menor em relação à primeira parte. Isso se deve a uma estratégia que vem sendo muito utilizada por corredores de elite, conhecida como "split negativo". A tática consiste em começar a corrida em um ritmo mais comedido e ir aumentando a velocidade progressivamente no decorrer da prova, de modo que o atleta atinja seu melhor desempenho no final. Porém não é um feito fácil, pois exige um treino específico para que o corredor consiga realizá-lo.

Uma estratégia que pode ser utilizada inclusive por corredores amadores com experiência, tanto em provas longas, como meia maratona e maratona, quanto distâncias menores, de 5 km e 10 km. "É uma variação que pode ser interessante para o atleta, tanto no aspecto técnico quanto motivacional. Porém ele tem que se conhecer bem para saber dosar a progressão na corrida".

A preparação, deve ter o mesmo caráter progressivo a ser colocado em prática na prova. Assim, uma ou duas vezes por semana, o corredor deve realizar o treino em split negativo. "Ou seja, ele deve fazer os módulos finais do intervalado ou do fartlek mais rápidos que os primeiros. O mesmo deve acontecer nos treinos longos, aumentando o ritmo no final".

Porém, que não é tão simples estabelecer uma velocidade progressiva na corrida, pois isso exige do corredor muita sensibilidade em relação ao seu ritmo. Uma dica é dividir a prova em duas, três ou mais partes. "Quanto mais fracionada, mais o corredor tem que ser sensível ao ritmo",  ressaltando que a progressão não pode ser brusca, pois o corredor pode quebrar. "Por isso é mais difícil para amadores".

No caso dos amadores, explica o técnico, o ideal é uma progressão de até 15seg/km. "Atletas de elite conseguem uma variação de 5 seg/km", compara. O ritmo deve ser baseado no limiar anaeróbico do corredor. No início da prova, o ideal é mantê-lo um pouco abaixo desse limiar e ir aumentando gradualmente no decorrer. Já no final o ritmo deve ser forte, acima do limiar. "É o momento em que corredor cresce na prova, enquanto os outros demonstram cansaço, sendo também uma vantagem psicológica", observa, acrescentando que a tática é indicada para provas com percurso regular, pois o atleta pode ter dificuldade em manter a progressão caso haja alguma variação na altimetria.

Óculos de sol: acessório indispensável nesta época do ano .

Especialista orienta escolha da cor das lentes e afirma que óculos de procedência duvidosa podem gerar astigmatismo.

                                    



Apesar de os óculos de sol ser um acessório indispensável durante o ano todo, nesta época de sol a pino as pessoas não deveriam sequer cogitar sair de casa sem eles, sobretudo os atletas. A exposição aos altos índices de raios ultravioleta provoca degeneração macular – doença que afeta a parte central da retina, membrana posterior dos olhos onde as imagens são transmitidas para o nervo óptico.

Apesar de a doença afetar mais pessoas de olhos claros, ninguém está livre dela. E como não existe tratamento eficaz para alterações retinianas, a prevenção com lentes protetoras ainda é o melhor remédio.

Lindos e necessários, os óculos de sol são um capítulo à parte na indústria da moda e todas as grandes marcas têm os seus. Há armações e lentes de todas as cores, modelos e preços. Mas é preciso ter um mínimo de informação para não investir num produto que pode prejudicar a visão.

De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, óculos de sol sem boa procedência não oferecem garantia de proteção UV, não passam por tratamento antirrisco, antirreflexo ou polarização. “Além da péssima qualidade, a irregularidade da superfície das lentes pode causar desconforto visual, dor de cabeça e astigmatismo – deformidade da córnea que torna a visão desfocada para perto e para longe”.

Neves diz que as pessoas devem ter cuidados dobrados em relação às lojas e quiosques que oferecem óculos de sol a preços populares, porque as lentes podem não ser de boa procedência. “Nem considerem comprar óculos de sol em bancas de camelôs ou vendedores que perambulam nas praias. Até nas compras online é preciso tomar muito cuidado. Nesse caso, explore todo o site, a qualidade dos produtos que oferece e, inclusive, os testemunhos de quem comprou antes de você. É importante que o acessório tenha o selo holográfico da Abióptica, que garante sua procedência”.

Na opinião do médico, a escolha correta dos óculos escuros é tão decisiva para a saúde dos olhos que é mais prejudicial usar essas réplicas ilegais de marcas famosas do que não usar nada. Outra dica do especialista é não comprar por impulso. “Quem toma decisões rápidas, comprando por impulso, quase sempre acaba se arrependendo quando percebe que seus óculos são pesados, ou pequenos, ou grandes, ou coloridos demais para seu rosto. Por isso, é preciso que a compra seja realizada com tempo e com cautela, levando em consideração também suas características pessoais”.

Qual é a cor de lente ideal?

Renato Neves diz que, na hora de escolher os óculos de sol, devem-se evitar as lentes pretas, dando preferência a uma cor que favoreça as atividades e a visão da pessoa. 

Veja alguns exemplos:


1. Cinza – São usadas para várias atividades, fazendo com que o usuário sinta-se à vontade e confortável.

2. Âmbar/castanho – São indicadas para dirigir, já que oferecem uma boa noção de contraste e profundidade.

3. Verde – As lentes verdes filtram pouca luz azul, mas oferecem melhor visão de contraste. É a cor mais adequada para a população acima dos 60 anos, quando tem início uma perda gradual da visão de contraste.

4. Púrpura – São a melhor opção para quem pratica esqui ou caça, porque aumentam a visão de contraste em ambientes com fundo azul ou verde.

5. Amarela – As lentes amarelas bloqueiam a luz azul e reduzem o ofuscamento de motoristas no lusco-fusco do entardecer. Entretanto, são inadequadas durante o dia, já que reduzem a visão de contraste em ambientes com muita luminosidade.



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