terça-feira, 30 de abril de 2013

Under Armour : Toxic Six um tênis diferente!


Mais incrível do que ver uma marca que você admira crescendo e entregando uns calçados de fazer concorrente precisar correr atrás do prejuízo, é descobrir que o site deles envia para o Brasil! 
 A compra on-line no site gringo da Under Armour, agora entrega os produtos no Brasil.
 A Under Armour me surpreendeu com seu novo tênis de corrida! Eles lançaram recentemente o Toxic Six.
Under Armour Toxic Six
O Toxic Six é um tênis de corrida minimalista que tem um objetivo de ser uma luva para os pés, mas com conforto e sem a história dos dedinhos.
Os designers se inspiraram na natureza para desenhar esse calçado, cobriram com um print de neoprene que imita sapos venenosos. O design maravilhoso ainda não é o maior atrativo do tênis. Os atacadores laterais têm como objetivo reduzir a pressão nos ossos e tendões. A sola é de uma tecnologia denominada de Micro G® que promete ajudar o corredor na absorção de impacto e garante uma explosão no final do movimento, isso achei um exagero da marca, mas pesquisando lá fora parece ser uma entressola realmente flexível. O Toxic Six é para ser usado por corredores que atacam o solo com o meio ou com a parte frontal do pé, e garante uma corrida mais natural.
Infelizmente eu nunca encontrei tênis Under Armour para comprar aqui no Brasil, mas com essa novidade de compra lá fora, o tênis sai por: R$211,71. Veja aqui: http://goo.gl/mn1JI
#IWILL


Esse é um vídeo que eu gosto muito que fala de treino funcional ou cross training ou no caso combine training, para quem não conhece a marca, vai entender que ela é alta performance. 

Seja um corredor amador de elite!


Vamos aumentar os seus limites sem perder o ritmo


Participar de provas como atleta amador já não é o suficiente? Você precisa baixar o seu próprio tempo, ainda que isso não garanta prêmios nem honras, apenas satisfação pessoal? Como essa necessidade é sempre crescente, uma vez alcançada uma meta, imediatamente nasce outra. Desta vez (quem sabe?), chegar na frente do pelotão de elite. Todo corredor com espírito competitivo é assim mesmo, movido a desafios. Quer buscar o seu melhor. Mesmo sendo amador, sonha com uma conquista. Isso aumenta a confiança e melhora a autoestima.
A boa notícia é que é possível bater recordes pessoais e cruzar a linha de chegada na frente, mesmo sendo amador — no caso, amador de elite. Todo mundo (e isso inclui você) tem potencial para ser a bolacha mais recheada do pacote, mas para isso é preciso ter fome de vitória, ou “sangue nos olhos”. Sem garra e determinação, nada feito. 
1. Trace uma meta e vá buscá-la
Como qualquer manual de autoajuda ensina, o básico para seguir adiante no que quer que seja é traçar uma meta e buscá-la. Assim, não desista no meio do caminho e sinta-se realizado quando ela é alcançada. Pegue o seu calendário de corridas, escolha uma que seja o seu sonho, estabeleça se irá fazer neste ano, no ano que vem ou mesmo no próximo, e trace um planejamento para chegar lá. E depois? Depois é traçar outra meta, fazer o esforço necessário e tentar alcançá-la. O estabelecimento de metas influencia o comportamento indiretamente — afasta a preguiça e evita que você mate treinos sem necessidade, por exemplo — e afeta fatores psicológicos importantes, como confiança e ansiedade.
2. Saiba o seu real potencial por meio de testes
Como os grandes mestres do assunto vivem repetindo, a corrida nunca deve ser feita com agressão ou sofrimento. Seu ritmo deve ser baseado na quantidade máxima de oxigênio que você consegue colocar na corrente circulatória (VO2 Máx.) e no teste limiar de lactato (ponto em que o corpo não consegue controlar a acidose provocada pelo exercício e entra em processo de fadiga), jamais pela sua idade. O objetivo é manter um equilíbrio entre gasto (pelo esforço) e alimentação (pela respiração), de tal forma que o seu organismo esteja sempre em equilíbrio.
3.  Aumente o seu limite aos poucos
Testar os limites do corpo, como sabem os profissionais, não tem nada de natural. A provação aumenta o risco de contusões e dores.  A maioria dos amadores, é verdade, está muito abaixo desse limite máximo de volume de treino. Aumentá-lo costuma ser um meio eficiente de melhorar a performance. Mas é preciso ir aos poucos. A recomendação mais tradicional é elevar a intensidade dos treinos em no máximo 5% por semana, durante três semanas seguidas e, na quarta semana, tornar a reduzir um pouco o volume, para o corpo descansar e adaptar-se ao esforço extra. Se não for assim, em vez de evoluir, o corpo começa a andar para trás.
4. Esteja na melhor forma
Saber que você pode ir além — e não quebrar — o faz mais forte que o sujeito que foi tomar banho mais cedo. Muitas vezes, o vencedor não é o mais talentoso, e sim o que treinou mais. Porém, a chave para vencer não é treinar muito. Acima de tudo, é preciso treinar direito. Tenha objetivos, mas não queira conseguir tudo em uma semana.
5. Melhore a técnica de corrida
Muitas pessoas acham que correr, assim como andar, é só uma questão de colocar um pé em frente ao outro. Mas essa é uma atividade que envolve técnica. Trabalhe com variações de velocidade e de terrenos, e peça ao seu treinador para elaborar um treinamento funcional. A partir do momento em que você melhora a postura, o movimento do corpo se torna mecânico e fácil de ser realizado.
6. Transpire mais que os outros
Há alguns anos, pesquisadores ingleses e alemães resolveram estudar pessoas talentosas para entender o que as diferenciava dos reles mortais. Para isso, investigaram pianistas profissionais e os compararam a pessoas que tinham apenas começado a estudar, mas desistido. O problema foi que os cientistas não conseguiram achar ninguém com habilidades sobrenaturais entre as 257 pessoas investigadas — todos eram igualmente dotados. A única diferença encontrada entre os dois grupos é que os pianistas fracassados tinham passado muito menos tempo estudando do que os bem-sucedidos. Quer dizer, não é que faltou talento para os amadores virarem mestres — faltou dedicação. O mesmo vale para quem pratica esportes: gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração.
7. Não perca o ritmo
Uma corrida é dividida em três partes, sempre progressivamente. Por isso, controlar o ritmo é crucial. Um corredor tem de dosar as energias o tempo todo e saber qual é o momento de acelerar. Para não errar no cálculo, um bom truque é ficar de olho em algum corredor que esteja à sua frente e que tenha um bom ritmo. Na medida do possível, cole nele. Imagine que ele tem um ímã que está puxando você em direção a ele.
8. Não tenha medo de vencer
É comum uma pessoa insegura, mesmo convencida de que merece aumento de salário, mudar de ideia durante a conversa com o chefe. O mesmo vale para um corredor com boas pernas, mas sem cabeça de vencedor. Para driblar essa deficiência, você precisa se automotivar, cair e se levantar de cabeça erguida, correr atrás do que falta, ter força de vontade para chegar lá. O bom é que quanto mais você vence, mais fácil fica. Depois que conhece o sabor da vitória, não quer mais parar.
9. Engane seu corpo
Quem joga a toalha antes, o corpo ou a cabeça? Muito frequentemente sua cabeça é que se rende primeiro, enquanto seu corpo ainda tem gás sobrando. O que faz você parar é a queda dos níveis de glicogênio baixos, o principal combustível para os seus músculos. Com medo de esgotar os estoques, o cérebro diz que não dá mais, ainda que tenha alguma reserva de energia. O segredo para não jogar a toalha é manter o tanque abastecido. A cada meia hora, consuma um carboidrato de absorção rápida (aquele em gel). E vá em frente.
10. Treine seu cérebro
Para ser um vencedor, não basta realizar treinamentos físicos e técnicos: é preciso treinar a mente e conhecer as próprias emoções. Atletas e treinadores cada vez mais reconhecem que fatores psicológicos influenciam o desempenho. Ansiedade, concentração e confiança são algumas interferências que podem sabotar a sua corrida, caso não sejam trabalhadas, analisadas e fortalecidas. O objetivo é derrubar as barreiras psicológicas que o impedem de atingir seu rendimento máximo, como pensamentos negativos (que a psicologia do esporte chama de “intrusos” e que derrubam atletas nos momentos mais importantes), medos e inseguranças. Uma das técnicas para isso é imaginar-se um cavalo forte e musculoso cavalgando pelas ruas, ou visualizar as pernas como se fossem rodas de bicicleta. Ao se concentrar nessas imagens, você sente que não faz esforço para correr.
11. Acelere o autoconhecimento
Os atletas de alto desempenho têm uma habilidade que os psicólogos chamam de dureza mental, que lhes permite ter sucesso nos momentos críticos, como não deixar a peteca cair quando estiver cansado ou dar um sprint nos quilômetros  finais de uma maratona, por exemplo. Essa competência pode ser aprendida e treinada com profissionais da psicologia esportiva. Para isso, é preciso fazer um mapeamento prévio de suas características psicológicas e emocionais. Ou seja, você precisa se conhecer — inclusive, conhecer os próprios limites.
12. Tenha um mantra para chamar de seu
Repetir mantras durante a corrida também conta pontos. Recentemente, durante uma ultramaratona disputada na Austrália, a canadense Bernadette Benson repetia a frase “Implacável, para a frente e progresso!”. Coincidência ou não, ela venceu a prova de 1.000 km! Você pode simplificar a mensagem repetindo apenas: “Vou conseguir! Sou vencedor!” À medida que você associar este mantra ao treinamento mental, ele virá muito fácil no momento da prova.
13. Cultive os pensamentos positivos
Pensamentos negativos durante a corrida são um veneno. Porém, como são automáticos, muitas vezes a gente nem se dá conta deles. É como se uma voz  casse dizendo no seu ouvido: “Você não vai conseguir!”
Para driblá-los, o processo mental é bem simples: basta não  ficar pensando na tentação e focar naquilo que é realmente importante no momento — como terminar a prova no mesmo ritmo, por exemplo. Para isso, é possível repetir pensamentos positivos durante a competição, como “treinei muito e estou pronto para esse desafio” etc. Esse tipo de pensamento atua para revigorar o ânimo. Cultivar pensamentos positivos é um exercício tão importante como o fortalecimento muscular ou o aprimoramento de uma técnica específica de treino ou competição.
14. Invista nos pontos fracos
Quem acha que para correr é preciso apenas ter fôlego está enganado. Existem aliados que complementam a preparação do corpo para que ele suporte as solicitações físicas, como a musculação, por exemplo. Muitos corredores têm preconceito contra ela, mas a musculação é importante na corrida porque ajuda a tratar assimetrias musculares e evitar a fadiga, prevenindo lesões. Sem contar que controla o peso, aumenta a resistência muscular e a força. É um complemento indispensável. Geralmente, nossos pontos fracos existem justamente porque não insistimos neles.
15. Não perca o ritmo
A menos que você seja queniano, não é o recorde mundial que está tentando alcançar — é o pessoal. Por isso, mantenha o ritmo, em vez de tentar acompanhar o pelotão. Chegará um momento em que as sucessivas vitórias sobre si mesmo ampliarão o seu olhar para os adversários e, aos poucos, seu foco se voltará para derrotar os adversários externos. Do contrário, sem querer, você pode forçar demais e quebrar. Prova perfeita é aquela em que o corredor extrai de si o máximo que era possível fazer naquele dia, não importando a sua colocação.  Correr com os líderes só é a melhor estratégia quando o propósito é vencer a prova.
16. Mantenha o foco
Outra técnica para superar os pensamentos negativos é ficar focado apenas na corrida — procurando não levar problemas ou questões familiares/ profissionais para a competição. Pense na passada seguinte, por exemplo, ou na próxima curva ou ainda no próximo quilômetro. Também é possível se concentrar em uma tarefa que seja útil para o seu resultado na corrida, como calcular no relógio o seu ritmo de corrida, o que ajuda a afastar os pensamentos negativos. Se nada disso funcionar, experimente ficar zen, simplesmente. 
17. Se vira!
O único adversário de um corredor durante uma competição é o próprio corredor. O único aliado, idem. É justamente essa sensação que costuma motivar alguns atletas de ponta. Para isso, a autoconfiança, a autoestima, o equilíbrio e a segurança devem estar em harmonia, fazendo com que a esfera psicológica atue sempre a seu favor.

Bons Treinos! 

domingo, 28 de abril de 2013

Frases do Esporte - Joseph Pilates


 ”  Se aos 30 anos você está fora de forma, você é velho. Mas, se aos 60, você é flexível e forte, você é novo “


O Que Comer Antes de Correr pela Manhã?


O que comer antes dos treinos pela manhã? Você já deve ter percebido que se ingerir uma alimentação inadequada pode sentir falta de disposição para treinar ou desconforto estomacal. Por outro lado, se não comer nada sentirá falta de energia para os treinos mais longos.
O fato é que se você for correr por uma hora ou mais é importantíssimo tomar o café da manhã para abastecer os reservatórios de energia do seu corpo. Praticar corrida por mais uma hora faz com que o seu corpo vá buscar energia nas reservas de glicogênio que seus músculos e fígado armazenam. Justamente pela manhã as suas reservas estão baixas, devido ao longo período sem alimentação durante o sono. Assim se você não se alimentar antes do treino matinal poderá ficar sem energias durante a corrida. Sabe-se, também, que comer carboidratos pode ajudar a aumentar a velocidade da sua corrida e melhorar o sprint no final do seu treino.
Então, uma boa dia é alimentar-se com um café da manhã leve antes do treino. Monte sua refeição de forma que obtenha 50 a 80 gramas de carboidratos de fácil digestão aproximadamente uma hora antes de começar a correr. Isso pode ser obtido com 250 ml de bebida esportiva (ex.: Gatorade), frutas como banana, maça ou cereais.
Bons treinos amigos ! 


sábado, 27 de abril de 2013

Em algum lugar do mundo correndo

Atletas de final de semana


Aprenda como preparar sua coluna para os exercícios



Se você não é muito adepto aos esportes, mas quando chega o final de semana não resiste aquela corridinha no parque ou praia para compensar tudo o que consumiu durante a semana, muita calma. Não adianta sair afobado por aí para tirar o atraso e eliminar de vez as gorduras acumuladas ao longo dos anos.

No entanto, por mais que se fale, muitas pessoas na ânsia de conseguir um corpo em forma negligenciam alguns cuidados básicos e acabam se lesionando. Ou seja, a fórmula sedentarismo mais falta de preparo físico pode deixar o "atleta de fim de semana" com sérios traumas musculares, principalmente na coluna. Então, o ideal é progredir lentamente na intensidade e na modalidade dos exercícios, começando por atividades de baixo impacto, respeitando os limites físicos do corpo.
 "Não é preciso ser um maratonista para estar exposto a lesões. Muitas vezes, uma simples caminhada ou uma corrida leve podem gerar danos ao corpo, especialmente se o terreno for acidentado e o sapato inadequado", relata o médico. Para os atletas de verão, não são somente os exercícios realizados de forma inadequada na cidade, mas também na praia, podem oferecer riscos à sua saúde. "A areia fofa oferece mais obstáculos ao corpo, facilitando entorses, por exemplo. É importante procurar superfícies mais niveladas e, caso a pessoa já esteja iniciada nos esportes, usar um tênis com bom sistema amortecedor que reduza o impacto do corpo", ensina.
Ele também lembra que o mesmo vale para os esportes livres, como frescobol, vôlei e outros. Para os que utilizam aparelhos de ginástica instalados em parques e praias, o médico observa que o cuidado deve ser redobrado, inicie o exercício de maneira gradativa, sem exigir de mais do corpo e monitorando sempre a postura na realização dos movimentos. É importante estar sempre atento aos sinais de limitações do seu corpo. "Sem ter uma preparação adequada, pode ser que a pessoa até tenha capacidade cardiorrespiratória para caminhar ou correr por 1 hora na praia, porém o resto do corpo, especialmente a coluna, não está pronta para esse tipo de esforço", alerta o especialista em coluna do Instituto de Patologia da Coluna, Etevaldo Coutinho.
Por esse motivo, na hora de se alongar, lembre-se que além de braços e pernas, você também deve preparar sua coluna e pescoço para a atividade física. Faz parte do time dos atletas de finais de semana e não quer abrir mão do exercício porque ele ajuda a aliviar o estresse? Não tem problema, basta ter atenção aos sinais e, ao menor indício de fadiga muscular ou câimbra, dê um descanso para o seu corpo.
Agora, para prevenir lesões e preparar a coluna para o impacto do exercício o ideal é  aquecer a musculatura antes de iniciar a atividade física.

Movimentos de aquecimento físico

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Imagens de um dia errado para exercitar-se

                                                                              


































Dá para fazer atividade física na hora do almoço?


Aproveite a hora do almoço para se exercitar



Que praticar exercícios é essencial em nossa vida isso ninguém pode negar! Porém, quando alguém nos questiona se fazemos alguma atividade, a resposta é sempre a mesma: "Não tenho tempo, trabalho e estudo e não me sobra horário para ir à academia." 
Só que agora as pessoas já podem elaborar outra resposta, porque essa já não vale mais.

Isso porque você pode usar a hora do seu almoço para dar uma fugidinha e ir correndo para a academia, já pensou nisso? Muitas pessoas conciliam o horário do almoço com a academia, o que acaba ajudando quem não tem muito tempo para praticar algum tipo de esporte.
Em vez de usar a hora do almoço para tirar aquele cochilo ou jogar conversa fora com o pessoal do trabalho, aproveita para malhar. Você irá manter a saúde e terá bem mais disposição no seu dia a dia, o importante é se exercitar, não importa o horário. "Hoje em dia com o corre-corre da vida profissional, se este e o único tempo disponível vale a pena treinar"
Mas, lembre-se: estar alimentado é essencial. "Qualquer pessoa pode fazer atividade física durante o almoço, desde que nunca esteja em jejum, pois ela pode desmaiar e até prejudicar o resultado que deseja", alerta Rodrigo. Como treinar de barriga cheia não é uma boa opção, o que se pode fazer é um lanche leve antes da atividade, com carboidrato para dar energia, folhas (saladas) e peixes/frango, que são leves.
Agora se o almoço for depois da atividade, e se seu objetivo é queimar calorias, prefira mais de 50% do prato de salada, pouco carboidrato e pelo menos uma carne. "E se sua meta é ganhar massa muscular mantenha as saladas, mas aumente a quantidade de proteína, que ajuda na reconstituição das fibras musculares", completa Rodrigo.
E conheça mais um motivo para você fazer um esforço e sair do sedentarismo: a SBME (Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva) comprovou em pesquisas que as pessoas fisicamente aptas ou treinadas, apresentam menor possibilidade de desenvolver doenças crônicas degenerativas e ganham vários benefícios fisiológicos e psicológicos.
Para manter a forma e a saúde, você já percebeu que o melhor a fazer é se exercitar. Então comece agora a procurar uma academia perto do seu trabalho. Organize-se! Se o estabelecimento não tiver um horário que bata com seu almoço, converse com o seu chefe e tente conciliar. O importante é não ficar parado!

O suor, uma importante função de nosso corpo.

Se você acha ruim transpirar, tranquilize-se, pois esta função é importantíssima para nosso organismo.




Independente de ser verão ou inverno, nosso corpo deve ter regularmente a temperatura estabilizada e o suor é um dos recursos utilizados para cumprir esta função.
Sempre que nos movimentamos durante uma atividade física, principalmente em ambientes mais quentes, a temperatura do corpo se eleva. As contrações musculares que ocorrem, através de uma energia que produz calor, deve ser dissipada para não alcançar uma temperatura fora de padrões aceitáveis pelo nosso organismo.
Para se ter idéia, uma pessoa que pesa 70 quilos correndo a uma velocidade de 10 km/h pode elevar até nove graus centígrados a sua temperatura corporal. Se estiver em um ambiente quente e seco o suor evapora assim que aflora na pele dando a impressão que não se perde água. Porém, isto não é verdade, a água que se perde é a mesma daqueles dias úmidos.
Um dos erros mais absurdos cometidos por quem treina e quer perder peso, principalmente atletas de lutas, é colocar seu corpo dentro de um saco plástico e achar que desta forma vai obter sucesso para emagrecer. Na verdade isso só vai causar malefícios porque, além de não estar diminuindo nenhuma gordura a mais do que deveria, os poros ficarão sem liberdade de respirar, impossibilitando assim a correta transpiração e conseqüentemente desequilíbrio da temperatura corporal, podendo causar febre, convulsões, pressão alta e até ataque cardíaco.
Para manter o equilíbrio hídrico de nosso corpo é necessário sabermos que a reposição da água é necessária sempre que estamos praticando a atividade física. A melhor maneira de evitar a desidratação é ingerir 500 ml de água minutos antes de treinar e 250 ml durante atividade física a cada 20 minutos.
É importante lembrar que durante a transpiração, o que se perder não é só água, perdemos também minerais como o sódio, potássio, cálcio, magnésio, ferro, etc. Estas substâncias, em treinamentos de longa duração não conseguem ser repostas apenas com a água, são sugeridas bebidas isotônicas que já contêm esses sais minerais.
A água não faz mal nenhum, recomenda-se beber o máximo possível durante o dia. Sentir sede já é um sinal de desidratação, beba água e sucos mesmo sem vontade, assim você poderá evitar a desidratação. 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Kettlebell Training "Contra peso saudável".




Quem poderia imaginar que uma bola feita de ferro maciço com uma alça, que durante muito tempo foi usada como um simples contrapeso nos mercados de rua da Europa antiga, hoje seria um dos equipamentos de ginástica mais eficientes e mais recomendados do mundo?
O uso do kettlebell – nome original do objeto – em práticas desportivas surgiu há mais de 300 anos, nos campos da Rússia agrícola, durante eventos públicos. E após ser disseminado nos Estados Unidos na década passada, o kettlebell training se tornou uma modalidade indicada para tudo e para todos.
“Hoje ele tem sido utilizado para os mais diversos objetivos. Por corredores, por pessoas que querem perder peso, devido à grande queima energética, e, principalmente, por lutadores, por ter uma aplicação rápida de força”,  todas as pessoas, em qualquer idade, podem praticar exercícios com a bola.
Não é à toa que a procura pela prática aumenta cada vez mais. As benesses proporcionadas pelo equipamento são várias. “Ele pode ser utilizado no treinamento do corpo como um todo. O swing, o principal movimento dele, além de trabalhar o fortalecimento muscular, trabalha a parte cardiovascular. Ou seja, ele é capaz de melhorar muito a condição aeróbia”, explica o educador físico, que ministra treinos com o aparelho em Curitiba.
Não é apenas no treinamento muscular e aeróbico que o peso se destaca. O uso da bola de ferro consegue atuar diretamente em outras características do corpo, trazendo uma série de benefícios.
Por trabalhar de forma uni­­lateral – cada lado do corpo treina individualmente – é possível descobrir problemas de assimetria corporal – quando há desigualdade no movimento dos lados. Ele também estimula a correção postural, uma vez que é preciso estar bem posicionado para os exercícios surtirem efeito.
Outro ganho vem do trabalho intenso feito pelos braços. Graças a ele, é possível desenvolver a relação com o centro de gravidade do corpo e melhorar o equilíbrio de quem treina. Por auxiliar no desenvolvimento das articulações, o kettlebell também reduz as chances de lesões.
Esses e outros motivos levaram a servidora pública Felice Mayer a iniciar e se apaixonar por essa prática. “Eu comecei a correr, e precisava de um treinamento de força. Foi quando descobri o kettlebell. Além disso, eu não gosto de ir para a academia. Como os treinos são no parque, é muito mais gostoso”, completou.
A bola de ferro ainda tem a vantagem da mobilidade. “Você pode treinar em qualquer lugar. Desde o Parque Barigui até a sala de casa. Ele é quase uma filosofia de treinar com o próprio corpo, de se livrar das máquina. Aliado a isso, está o baixo custo dos equipamentos [o preço varia entre R$ 60 e R$ 210, dependendo do peso, de 4 kg a 16 kg], o que permite a prática fora das academias.
Mesmo com essa série de argumentos positivos a favor do exercício, é preciso cuidado com as contraindicações. É o que indica o vice-presidente da Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva, Gustavo Rezende. “Se a pessoa apresentar algum diagnóstico como hérnia lombar, ou deslocamento de vértebras, ao invés de ajudar, existe a chance de esse aparelho causar danos”. Para ele, é importante verificar o caso de cada indivíduo antes de se prescrever o uso do peso em treinamentos. “Tem de ser muito bem indicado para ver quem pode suportar ou não”, completa.
Funcionamento

Treinos são curtos e têm três fases

Os treinos com kettlebells não costumam ser longos. Eles costumam variar entre 45 minutos e 1 hora, dependendo do nível de condicionamento físico do praticante. Em geral, ele é composto por três etapas: movimentos articulares, aquecimento de força e o treino principal. Na primeira fase, os exercícios são direcionados para lubrificar as articulações do corpo e preparar a musculatura para realizar força. Em seguida, explora-se o uso do peso do corpo somado ao peso do aparelho em exercícios repetidos, como o swing [principal movimento do esporte] e agachamento. A partir daí inicia-se de fato o treinamento, que foca no objetivo de quem o realiza. Essa é a etapa mais curta, durando cerca de 10 minutos apenas.


                                        

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Correr é um esporte viciante!

Correr é um esporte viciante, pois traz um enorme bem-estar e muitos benefícios. Mas para correr é preciso tomar alguns cuidados.



Pensando nisso, relacionamos abaixo tudo o que você precisa saber sobre corridas e como praticar este esporte:
  • Faça uma avaliação física antes de iniciar um programa de corrida.
  • Não esqueça dos alongamentos antes e depois de correr, além de fazer um trabalho específico de flexibilidade 2 vezes por semana.
  • Use um tênis adequado ao esporte e ao seu tipo de pisada.
  • Controle a alimentação. Ingira alimentos com baixo valor calórico, evitando açúcar e gorduras.
  • Tenha sempre o acompanhamento de bons profissionais.
  • Experimente correr com grupos de treinamento de corrida. O estímulo, sem dúvida, é muito maior.
  • Corra com regularidade e torne o esporte um hábito em sua vida.
  • Melhore suas marcas. Aumente o seu limiar aeróbio.
  • Aumente a força muscular. O treinamento de resistência potencializa cada músculo exigido na corrida. Treine musculação pelo menos 3 vezes por semana.
  • Não tenha pressa para aumentar distâncias ou a velocidade de corrida.
  • Faça incrementos de carga suaves e gradativos.
  • Sempre que possível corra de manhã, pois se você deixar para correr no final do dia, poderá estar atrapalhado com seus afazeres ou muito cansado devido às atividades que fez.
  • Corra sempre na mesma hora, acostumando o organismo à atividade. Assim, quando você não correr, sentirá falta.
  • Não corra todos os dias da semana. Alterne a corrida (de 3 a 4 vezes por semana) com outra atividade aeróbia, como natação, bicicleta, step, spinning.
  • Controle a freqüência cardíaca (entre 60% e 75% da freqüência cardíaca máxima, para iniciantes).
  • Há dias em que você acorda desanimado, mas não deixe que isto faça você desistir de treinar. Insista!
  • Concentre-se nos treinos.
  • Siga um programa com treinos progressivos.
  • Renove o seu treino periodicamente (a cada 2 meses).
  • Muitos corredores acham que o maior número de lesões ocorre durante o treinamento de velocidade, mas as lesões ocorrem por excesso de volume (muitos quilômetros), ter antecedentes de lesões e falta de descanso.
  • Não coloque plástico na barriga para perder gordura mais rapidamente, pois o que você irá perder será água, podendo ter uma desidratação.
  • Alterne corridas na esteira e na rua. Na esteira não há a resistência ao vento, ocorrendo um esforço menor do que correr ao ar livre. Na rua, além da força do vento, você tem que fazer toda a força para executar a corrida sem impulso da esteira, ficando um pouco mais difícil. Mas cuidado com o trânsito. Corra na contramão para visualizar os carros e cuidado com os buracos e desníveis do chão.
  • Você já teve aquela dor no abdome enquanto corria? Esta dor é normal, principalmente para iniciantes. Isto se chama flato e ocorre porque o diafragma não está costumado com as subidas e descidas que as contínuas passadas da corrida provocam. À medida que o seu condicionamento melhora isso desaparece. Evite mudanças bruscas de velocidade no começo. Isso também produz o flato.
  • Se você é iniciante, não estabeleça distâncias para percorrer. Ouça o seu corpo. No começo, o melhor é construir uma boa base de resistência, correndo por um tempo pré-determinado, sem se importar tanto com a distância. Quando já estiver com um bom condicionamento, aí sim, você poderá traçar (junto ao seu técnico) um objetivo como completar 10 km em 1 hora.
  • As dores provocadas pelo ácido lático são causadas por microtraumatismos nos músculos e tendões. O melhor modo de evitar este mal é não fazer mudanças bruscas nem treinos que não ofereçam tempo suficiente para o seu corpo se adaptar.
  • O desempenho feminino é pior na fase da menstruação e uma semana depois da ovulação, pois a progesterona, um hormônio-chave, alcança nestes períodos seu nível máximo.
  • Todos os treinos devem ser iniciados com trotes leves e estes devem se repetir no final do treino (para que a sua freqüência cardíaca e respiração voltem ao normal).
  • A constância nos treinos é a chave da melhora de resultados.
  • Faça um trabalho de fortalecimento dos tornozelos, panturrilhas e músculos que reforçam os joelhos.
  • Alterne a intensidade das corridas, incluindo rampas, ladeiras e aumentando a velocidade de acordo com o programa que o seu técnico criará.
  • Se algum sinal de trânsito interromper a sua corrida, fique saltando no mesmo lugar para não diminuir muito a freqüência cardíaca.
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