terça-feira, 30 de julho de 2013

Brasil tem 1ª sessão real de snowboard em semana de neve em Santa Catarina

Digiácomo Dias reivindica façanha de sessão inédita; atleta explorou terreno em Rancho Queimado

A onda de frio que tomou conta do Sul do Brasil na última semana ofereceu um momento histórico para os esportes de inverno do país. Diante do noticiário de neve em várias cidades de Santa Catarina, o atleta Digiácomo Dias pegou sua prancha de snowboard, viajou 65 km e conseguiu a primeira sessão natural da modalidade que se tem conhecimento em terras nacionais.
Bicampeão brasileiro de snowboard na modalidade Big Air, Dias dirigiu de Florianópolis até Rancho Queimado para ver com os próprios olhos a expectativa de montanha congelada. Lá, mesmo com uma camada fina de neve, conseguiu uma sessão de duas horas.
Assim, pela primeira vez na vida, se divertia com sua prancha no país sem ser em uma pista artificial.
"Falei com o pessoal da associação de snowboard. Não havia nenhum registro de uma sessão em condições naturais no Brasil. Pelo menos nada registrado", afirma Digiácomo Dias, que também é tetracampeão mundial de sandboard, uma variação do esporte, mas deslizando sobre dunas de areia.
Acompanhando o noticiário de neve na região, o atleta radical já estava de prontidão para tentar a sessão, junto com os amigos Eduardo Mesquita e Ire Phelipe. Em um dos dias mais frios da última semana, resolveu colocar o pé na estrada em nome da façanha.
"A galera de sandboard já estava se organizando, aí eu falei: vamos fazer. Um dia eu acordei e vi que tinha nevado mesmo. Viajei com doisbrothers. Demos sorte, era o lugar perfeito, do lado de uma pracinha. Era um pasto, coberto por neve. A gente chegou de tarde, mas a neve ainda estava lá. Demos sorte porque boa parte da neve ficou protegida pela sombra dos pinheiros", relata.
"A sensação foi a mesma de estar numa pista. Tinha pouca neve, aparecia um pouco do pasto em alguns trechos. Mas as curvas eram parecidas, o barulho da neve desgarrando é o mesmo. Foi alucinante", acrescentou.
Os adeptos do snowboard pediram autorização ao dono do terreno antes de começar as manobras. Segundo Dias, os amigos tiraram as pranchas do carro na pracinha e causaram surpresa na rotina da cidade: "ninguém entendeu nada. Todo mundo saiu para olhar, porque dá para ver da praça. O pessoal saía do comércio para ficar olhando.  

terça-feira, 23 de julho de 2013

Teste genético é útil para quem quer emagrecer ? Especialistas comentam.

O conhecimento atual conjunto da genética da obesidade explicaria menos que 3% do IMC de um indivíduo
O conhecimento atual conjunto da genética da obesidade explicaria menos que 3% do IMC de um indivíduo
Cada pessoa responde de um jeito a dieta e exercícios. Enquanto uns restringem os carboidratos e perdem peso rapidinho, outros reclamam que a medida traz muito sofrimento e pouco resultado. O mesmo acontece com os exercícios - para uns, caprichar na musculação só traz dores e pouca mudança na fita métrica, enquanto para outros o resultado aparece em poucos meses. Você já deve ter ouvido que a explicação para isso pode estar nos genes.
É por isso que, de algum tempo para cá, alguns endocrinologistas e nutricionistas vêm utilizando uma nova ferramenta antes de prescrever programas de emagrecimento aos pacientes: o mapeamento genético. No entanto, alguns profissionais - inclusive geneticistas - são bastante céticos em relação a esses testes.
O exame utilizado por especialistas consultados pelo UOL Saúde é feito nos EUA, pela empresa Pathway Genomics. O Pathway Fit, como é chamado o teste, mostra, por exemplo, se você responde melhor aos exercícios aeróbicos ou à musculação, se tem mais benefícios com uma dieta com teor reduzido de carboidratos ou se seu problema maior é a gordura.

TESTE AJUDOU ATOR A PERDER 26 KG

  • Há quase um ano, o ator global Jackson Antunes procurou o médico porque estava com excesso de peso e níveis de gordura e glicose elevados. Ele foi orientado a fazer o mapeamento genético antes de seguir um programa de dieta e exercícios. "Eu sou leigo, mas acredito que as informações ajudaram muito a nutricionista a montar minha dieta", opina.

    O ator sentiu os benefícios no corpo e na saúde: o ponteiro da balança passou de 126 kg para 100 kg, a glicose baixou e o nível de triglicérides, que estava em mais de 800, agora está em 150. Além da alimentação controlada, ele passou a caminhar e a fazer exercícios na água."Acabei de fazer dois longas e com disposição bem maior. Até a memória melhorou", conta.
O exame também indica se você tende a exagerar demais nas porções, a beliscar entre as refeições ou se seu fraco são os doces. Além disso, mostra se você tem propensão a desenvolver intolerância à lactose, se metaboliza bem a cafeína e o álcool, e se tem problemas para absorver certos nutrientes, como ômega 3 e vitaminas. Por fim, o teste ainda avalia se você tem propensão a sofrer com problemas de colesterol, diabetes e obesidade.
O mapeamento é feito a partir da análise da saliva do paciente. A coleta é feita em laboratórios, ou, em alguns casos, no próprio consultório médico, e enviada para os EUA. Os resultados ficam prontos em 40 dias e o exame custa aproximadamente R$ 1.200 reais (cada profissional consultado cobra um valor).
A Pathway Genomics, que diz já ter realizado milhares de testes em brasileiros, analisa variantes genéticas (também chamadas de polimorfismos), ou seja, características nos genes que diferenciam os indivíduos e que, em estudos científicos, foram associados a certas tendências em relação ao metabolismo.
O endocrinologista Tércio Rocha é um dos pioneiros no uso desse teste no Brasil. Ele vem oferecendo o exame desde janeiro do ano passado, com o objetivo de indicar um tratamento mais sob medida aos pacientes. "Na verdade, é mais do que personalizado: é genótipo-especializado", declara.
Ele próprio diz ter se beneficiado muito com o mapeamento. "Mudei totalmente o meu padrão de atividade física e as dores que eu tinha diminuíram bastante", conta ele, que passou a investir mais na musculação. O médico também conta que tem pacientes atletas que sentiram na carreira os benefícios das mudanças implementadas após a realização do exame. Ele cita o caso de um tenista profissional que viu seu desempenho deslanchar após descobrir que era um "perdedor" de vitaminas B6 e B12 e ser orientado sobre como evitar isso.
A nutricionista Giovana Morbi, que tem trabalhado com o mapeamento genético há alguns meses, diz que o exame ajuda especialmente pessoas que já tentaram de tudo, mas não conseguem emagrecer. Ela cita o caso de um paciente que, com a análise dos resultados, descobriu que tinha uma dificuldade de metabolizar a cafeína e também um elemento presente no brócolis. Depois de retirar os dois ingredientes da dieta, conseguiu perder 12 kg em dois meses. Segundo ela, com menos sofrimento do que se seguisse um plano alimentar genérico. 
A nutricionista Daniela Jobst também menciona essa vantagem de que, com o exame, é possível ir "direto ao foco" e evitar privações desnecessárias. "É uma ferramenta a mais, mas não é milagroso, a não ser que a pessoa realmente siga o que está ali", comenta. Em outras palavras, algumas pessoas ficam desanimadas com a ideia, por exemplo, de ter que evitar o café para o resto da vida.

VEJA ALGUNS EXEMPLOS DE INFORMAÇÕES QUE O EXAME TRAZ


Críticas
Para o geneticista Ciro Martinhago, diretor do departamento de genética médica SalomãoZoppi Diagnósticos, boa parte desses testes genéticos tem sido oferecidos mais de forma comercial do que utilitária. Ele esclarece que todo tipo de teste para analisar predisposição a doenças precisa ser validado na população em que o paciente vive. "A maior parte dessas variantes genéticas foram testadas na população dos EUA, e é preciso considerar que o brasileiro é um dos povos mais miscigenados do mundo", afirma.
Ele esclarece que testes genéticos que analisam mutações que levam a doenças são confiáveis. É o caso do que a atriz Angelina Jolie realizou para descobrir sua propensão ao câncer de mama e de ovário. Ou do exame que detecta intolerância à lactose. Mas, em relação a variantes genéticas, ainda não há tanta precisão e existe o risco de que, daqui a dez anos, alguém descubra que o resultado seja até o oposto ao que foi fornecido. "Ainda não conhecemos 97% do nosso DNA", observa Martinhago. Procurada pelo UOL, a geneticista Mayana Zatz também respondeu que, "infelizmente", não acredita nesses testes.
Vale dizer que os resultados enviados pela Pathway Genomics trazem logo no início o aviso de que a maior parte dos estudos refere-se a populações caucasianas. E, para cada item analisado, há uma tabela que fornece de uma a cinco estrelas, de acordo com a força científica do teste, ou seja, a quantidade e a qualidade dos estudos que levaram àquele resultado.
O endocrinologista Márcio Mancini, chefe do grupo de obesidade do HC da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, também enfatiza que estudos de polimorfismos de genes não podem ser extrapolados de forma generalista para todas as populações.
Ele comenta a revisão feita por uma aluna de mestrado, a nutricionista Ariana Fernandes, que questiona a influência de um polimorfismo do gene MC4R na ingestão aumentada de calorias e de gorduras e no consumo fora das refeições - algo que é apresentado pela Pathway Genomics com cinco estrelas de força científica. Pela análise dela, alguns estudos confirmam esses comportamentos, enquanto outros não indicam qualquer associação.
"O conhecimento atual conjunto da genética da obesidade explica menos que 3% do IMC de um indivíduo. Portanto, exceto em muito raros casos de mutações específicas, a pesquisa dessas variações pouco vai colaborar no tratamento individual", defende Mancini.
Tércio Rocha concorda que o conhecimento é dinâmico. Mas ele acredita que, somado a exames convencionais e a testes de intolerância alimentar, o mapeamento é o que existe, hoje, de mais preciso para fazer um diagnóstico mais individualizado.
Mônica Freire, diretora médica do Delboni Auriemo, primeiro laboratório brasileiro a fazer parceria com a Pathway Genomics, há cerca de um ano e meio, concorda que pessoas de origem europeia talvez tenham resultados mais consistentes, mas acredita que, quanto mais exames com diferentes populações forem realizados, mais conhecimento será extraído sobre diferentes genomas.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude

domingo, 21 de julho de 2013

Frase do dia

Melhore sua Performance na Corrida .

Apresentamos a você algumas maneiras simples de treinar. Porém, muito interessantes e úteis para progredir como atleta


Acreditamos que todo corredor, seja qual for seu nível, quer melhorar, independente de seu objetivo específico. Para alguns essa melhora significa correr mais quilômetros, para outros ir mais depressa, melhorar uma marca ou conseguir uma determinada colocação em sua corrida favorita.
Para conseguir seus objetivos não será necessário ser um corredor profissional e nem seguir um complicado e caríssimo plano de treino.  Aqui apresentamos cinco propostas que vão lhe ajudar a conseguir esse feito.
MAIS QUILÔMETROS NA SEMANA

Uma coisa é rodar 30 ou 80 km (outra coisa seria chegar aos 160, algo excessivo para um não profissional). Ao aumentar ligeira e progressivamente a quilometragem você ganhará benefícios. “Acrescentar alguma sessão suave servirá para melhorar a resistência muscular e cardiovascular, passada e respiração se tornarão mais eficazes. Pouco a pouco seu ritmo de cruzeiro aumentará, o que lhe ajudará também a melhorar o ritmo das sessões de qualidade. Uma maior quilometragem fará com que fique mais fino.”

Assim se faz

“Aumentar cerca de 10% a quilometragem semanal durante três semanas”. Pode ser andando um dia a mais, outro treino se houver tempo para isso ou mesmo aumentando os treinos que você já realiza comumente. Na quarta semana reduza um terço da quilometragem para na semana seguinte retornar à quilometragem da terceira semana. “Se perceber que não assimila o aumento física e psiquicamente, volte ao ponto de partida e espere uma semana para retomar à progressão.”

TREINOS CURTOS

Seu treino não pode ser apenas baseado em grandes quilometragens. É preciso também fazer treinamentos curtos com quilometragem inferior a 10 km. Ao acostumar o corpo a esses esforços intensos você estará preparando o corpo para suas maratonas. Além disso, “você estará acostumado com os treinos longos e as sessões curtas parecerão mais divertidas”.

Assim se faz

“Faça 3 km de aquecimento e algum exercício de técnica. Depois comece com 1 km a ritmo da sua melhor marca na maratona e acelere 10 segundos por quilômetro até o km 4 e desacelere nessa relação nos quilômetros 5, 6 e 7. Trote suave no final e ainda faça alguns exercícios de alongamentos e abdominais.”

TREINOS LONGOS

Ainda que seu objetivo seja correr uma prova de 10 km você deve fazer ao menos um treino semanal com mais de 15 km ou com quase 20 km. Essa resistência que se ganha é importante e vai se revelar útil na competição.

Assim se faz

“Os quilômetros que ganhar progressivamente devem ser feitos de forma lenta em ritmo que lhe permita conversar e ao acabar a sessão você deve ficar com a sensação de que poderia correr mais uns 2 ou 3 km. Chegar muito fatigado é um erro que freará sua progressão.”

USE A ESTEIRA 

Correr sobre a máquina não é só uma solução de emergência por causa do tempo, falta de luz ou tempo para se exercitar ao ar livre. Nas esteiras você pode fazer sessões excelentes e controlar o ritmo com precisão, além de controlar sua passada (e ser até corrigido por um especialista).

Assim se faz

Não se trata de fazer treinos chatos em ritmo constante. “O importante é variar frequentemente a velocidade e a inclinação. Além de trabalhar o coração em diferentes pulsações você também usa diferentes grupos musculares.”

ARQUIVO DE TREINAMENTOS 

Anote o que você tem feito. Assim você saberá sua progressão, quando parar de evoluir e até quando regredir. Por exemplo, em caso de uma lesão, repasse o que treinou nos dias que antecederam o mal. Isso lhe ajudará a evitar o mesmo erro. Registrar suas melhores sessões servirá de inspiração para os dias difíceis quando não surge a vontade de correr. Assim você pode pensar: “Se consegui fazer isso uma vez, poderei fazer de novo.”

Assim se faz

O clássico caderno foi deixado de lado pelos arquivos de computador que mostram tempo, ritmo, distância, frequência cardíaca e até o mapa do percurso seguido. “Anotar a condição climática do treino, o tênis usado, a roupa, quanto se hidratou, as companhias e as sensações gerais". Segundo a especialista todas essas informações valiosas para incrementar nosso rendimento no futuro.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Correr ajuda a manter as mulheres nos padrões ideais de saúde e bem-estar!


Um estudo realizado pela Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, em 2002, mostrou que 60% a 70% das mulheres pesquisadas que iniciaram a prática de corrida tornam as mulheres mais saudáveis.

O esporte é capaz de fazer com que as mulheres fiquem na faixa de normalidade em relação à pressão arterial, IMC (índice de massa corporal), glicemia e colesterol, além de diminuir os sintomas da TPM.Quem afirma é Fábio Torres, médico cardiologista que atua no centro de reabilitação cardiopulmonar da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

MUITO MELHOR PARA AS CORREDORAS

De acordo com José Kawazoe Lazzoli, cardiologista especialista em medicina do esporte e presidente da SBME (Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte), mulheres que praticam esporte têm cerca de cinco vezes menos chance de ter hipertensão se comparadas às sedentárias. “E mais, a corredora com atividade de três vezes por semana gasta cerca de duas mil kcal por semana, o que diminui muito a chance de desenvolver doenças cardiovasculares”, explica Lazzoli.

Com a prática de uma atividade aeróbica como a corrida, também ocorrem alterações nas enzimas do fígado, que favorecem o aumento do HDL — o “colesterol bom” —, que retira a gordura das artérias. “E também a perda de peso gerada pela corrida é capaz de diminuir a quantidade de gordura no organismo”, acrescenta o cardiologista.

No quesito glicemia, a corrida ajuda seus níveis a ficarem estáveis, principalmente para portadores de diabetes do tipo 2, também chamada de diabetes da meia-idade, que dificulta o transporte de glicose pela corrente sanguínea. “A prática esportiva ajuda a melhorar os receptores de insulina nas células, que é defasado em pessoas diabéticas”, diz.

"Com mais força na circulação, diminui a pressão arterial e evita-se a sobrecarga no coração e, conseqüentemente, o infarto. Por isso a prática esportiva é usada no tratamento de hipertensão", completa o cardiologista Torres.

ALÉM DE SAUDÁVEL, MAIS BONITA

O coração é o primeiro órgão a se beneficiar com a corrida. Em seguida, o cérebro tem melhorias no funcionamento. O esporte praticado regularmente inibe a atividade do neurotransmissor receptor de serotonina, que causa depressão. Isto é, a corrida ajuda a evitar distúrbios de humor, além de deixar a mulher mais disposta.

A aparência também melhora devido à melhoria da qualidade do sono, pois os níveis de estresse são diminuídos no dia-a-dia. Para completar a beleza da pele, a circulação sanguínea melhora a distribuição de nutrientes e sais minerais, deixando-a com mais brilho e livre de toxinas.

Por fim, a corrida, por conta do impacto, influencia a densidade óssea, aumentando-a, e, assim, ajuda a combater a osteoporose, problema que atinge um grande número de mulheres.

Fonte: http://www.emagrecendo.com.br

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Saiba como eliminar os quilos extras e recuperar o peso depois das férias.

Beber muita água e comer a cada 3 horas ajudam a acelerar o metabolismo.

Nutricionista deu receita de suco para desintoxicar; veja como prepará-lo.


Durante as férias, as pessoas costumam comer e beber mais e parar de praticar atividade física. Porém, essas atitudes nos dias de folga trazem conseqüências e inevitavelmente aparecem os quilinhos a mais. No Bem Estar desta quarta-feira (23), o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Lara Natacci deram dicas para eliminar esse excesso de peso e recuperar a forma nos primeiros meses do ano.
A falta de exercícios e o hábito de comer em intervalos muito longos deixam o metabolismo lento, o que favorece o ganho de peso. Para resolver isso e reeducar o organismo, a dica é se alimentar a cada 3 ou 4 horas – dessa maneira, o corpo tem um trabalho digestivo constante, o que ajuda a manter o metabolismo ativo.
Além de voltar a praticar atividade física regularmente, é bom também dar um fim às bebidas alcoólicas, que aumentam muito o valor calórico da dieta. Fora isso, o álcool sobrecarrega o fígado e dificulta a desintoxicação do organismo. A dica, portanto, é abusar da água que, além de não ter calorias, ajuda a deixar o corpo hidratado.
Para diminuir a retenção de líquido, os especialistas recomendam também reduzir o consumo de sal. A alimentação deve ser equilibrada, com alimentos ricos em fibras, antioxidantes e também probióticos, como os leites fermentados e os iogurtes com lactobacilos. Os probióticos restauram a flora e melhoram o funcionamento do intestino.
SUCO DESINTOXICANTE (da nutricionista Lara Natacci)
Ingredientes
1 folha grande de couve sem o talo
Suco de 1 laranja
½ copo de água de coco
½  maçã
1 colher de café de guaraná em pó
1 colher de sobremesa de chia em grãos
1 pedacinho de gengibre
Preparo:
Coloque tudo no liquidificador, complete com água gelada e bata. Consuma imediatamente.
Os antioxidantes ajudam a desintoxicar o organismo dos excessos do fim do ano e estão presentes em frutas e vegetais, como kiwi, laranja, morango, amora, uva, goiaba, brócolis, agrião, mostarda, rabanete, repolho, rúcula, alho, cebola e tomate.
Para ajudar na recuperação do corpo, a nutricionista Lara Natacci deu uma receita de suco com vários nutrientes, fibras e substâncias termogênicas, que pode ser consumido toda manhã. Veja no quadro como prepará-lo.
ATENÇÃO: entre os ingredientes do suco, estão o guaraná e o gengibre, que ajudam a queimar calorias, mas não devem ser consumidos por pessoas que têm pressão alta.
Info bons hábitos (Foto: arte / G1)
Festas de criança

A repórter Marina Araújo foi a uma festa infantil acompanhar a alimentação dos convidados. Cachorro quente, salgadinho, mini pizza... são diversas as opções do cardápio e é difícil ver alguém recusando. A dica do endocrinologista Alfredo Halpern para driblar o problema é se preparar antes de ir para a festa.

Comer algo em casa ou até mesmo jantar já ajuda a evitar os excessos. É preciso cuidado também com as bebidas já que, quanto mais salgados a pessoa come, mais vontade de beber ela tem. Nesse caso, se a bebida alcoólica for realmente necessária, a dica é intercalá-la com água para evitar a desidratação.
Hotéis


Outro local difícil de controlar a alimentação é o hotel. A repórter Daiana Garbin acompanhou um grupo de pessoas em uma viagem em que toda a comida e bebida era liberada. E nos dias de folga, é difícil ver alguém se preocupando com a dieta. Para não engordar nessas viagens, a dica é fazer pequenos lanches e comer muitas frutas.
Nas refeições principais, é bom sempre começar pela salada e tentar optar por uma fonte de proteína magra, uma fonte de carboidrato e muitos legumes. Além disso, os especialistas recomendam evitar alimentos embutidos, como salsicha e lingüiça, e frios, como mortadela ou queijos gordurosos. Mesmo de folga, é importante nunca se esquecer de praticar atividade física.
Nas refeições principais, é bom sempre começar pela salada e tentar optar por uma fonte de proteína magra, uma fonte de carboidrato e muitos legumes. Além disso, os especialistas recomendam evitar alimentos embutidos, como salsicha e lingüiça, e frios, como mortadela ou queijos gordurosos. Mesmo de folga, é importante nunca se esquecer de praticar atividade física.
Fonte: http://g1.globo.com
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