quinta-feira, 31 de outubro de 2013

AS 10 FOTOGRAFIAS MAIS EMBLEMÁTICAS DA HISTÓRIA DO ESPORTE !

O pessoal da Revista Bula escolheu as 10 imagens mais marcantes do esporte. Para se chegar ao resultado fizeram uma compilação de listas e reportagens publicadas por sites especializados em fotografia, esporte, cultura pop e história. O objetivo da pesquisa era identificar quais eram as 10 fotografias icônicas esportivas mais conhecidas de todos os tempos.

Muhammad Ali x Sonny Liston (1965)
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Fotografia feita em 25 de maio de 1965, em Lewiston, Maine, Estados Unidos, durante a revanche entre Muhammad Ali e Sonny Liston pelo título mundial dos pesos pesados. A luta durou poucos segundos. Ali acertou um gancho em Liston. O gancho posteriormente ganhou o apelido de soco fantasma. Fotografia: Neil Leifer.
Panteras Negras (1968)
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Fotografia feita em 16 de outubro de 1968, durante os Jogos Olímpicos da Cidade do México. Os velocistas americanos Tommie Smith e John Carlos fizeram a saudação dos Panteras Negras durante a cerimônia de premiação — braço estendido com o punho cerrado. O fato causou controvérsias pelo uso político dos Jogos Olímpicos e os atletas foram banidos. O ato foi um protesto contra o preconceito racial nos EUA. Fotografia: Neil Leifer.
Maradona x meio time belga (1982)
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Fotografia feita no jogo Argentina x Bélgica, durante a Copa do Mundo da Espanha, em 1982. A fotografia mostra o jogador Diego Maradona contra seis defensores belgas. Quatro anos depois, a seleção Argentina seria campeã do mundo e Maradona elevado à categoria de “deus do futebol argentino”. Fotografia: Steve Powell.
O coração de Pelé (1970)
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Fotografia feita em 30 de setembro de 1970, durante o jogo Brasil 2 x México 1, no estádio do Maracanã, Rio de Janeiro. Na imagem, o suor na camiseta de Pelé forma desenho de um coração. A versão que a foto teria sido simulada já foi desmentida dezenas de vezes. “Ainda hoje há quem me pergunte se não foi Photoshop, sempre tenho de explicar que isso nem existia naquela época”, afirma Luiz Paulo Machado. Fotografia: Luiz Paulo Machado.
A mão de Deus (1986)
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Fotografia feita no jogo Argentina x Inglaterra, durante a Copa do Mundo do México, em 1986. Era a primeira vez que as duas seleções se enfrentavam após a Guerra das Malvinas. Nos primeiros minutos do segundo tempo Diego Maradona usa a mão para fazer o primeiro gol contra os ingleses. O gol foi validado e a seleção Argentina, que seria campeã do mundo, ganhou a partida por 2×1. O gol de mão de Maradona — The Hand of God, como ficou conhecido —, é um dos lances mais famosos da história das Copas. Fotografia: Steve Powell.
Jesse Owens contra Hitler (1936)
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Fotografia feita durante os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. O atleta norte-americano negro Jesse Owens ganhou quatro medalhas de ouro, contrariando o desejo de Hitler de mostrar a supremacia branca. A fotografia da cerimônia de premiação é uma das mais emblemáticas da história do esporte. Fotografia: Associated Press.
Mike Tyson x Evander Holyfield (1997)
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Fotografia feita em 28 de junho de 1997, durante a revanche entre Mike Tyson e Evander Holyfield pelo título mundial dos pesos pesados. No terceiro assalto, Tyson arrancou um pedaço da orelha direita de Holyfield com uma mordida. Mike Tyson foi desclassificado e teve sua licença para lutar temporariamente revogada. Fotografia: VJ Lovero.
A piscada de Ayrton Senna (1989)
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Fotografia feita em 26 de março de 1989, durante o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Na fotografia, Ayrton Senna pisca o olho para o chefe de equipe da McLaren, Ron Dennis, sinalizando que estava pronto para correr. Fotografia: Evandro Teixeira.
Futebol de amputados (2006)
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Fotografia feita em 6 de abril de 2006, em Freetown, capital de Serra Leoa. Na fotografia, os atletas Maxwell Fornah e Victor Musa disputam a bola durante um treinamento do Single Leg Amputee Sports Club of Sierra Leone. A guerra civil deixou mais de 6 mil amputados no país. Fotografia: Associated Press.
Hank Aaron (1974)
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Fotografia feita em 8 de abril de 1974, em Atlanta, Georgia, Estados Unidos. O jogador norte-americano de beisebol Hank Aaron faz o seu 715° home run. Seu recorde durou 33 anos. Foi batido por Barry Bonds, em 2007. Fotografia: Tony Triolo.
Fonte: Revista Bula.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Especialista em ética médica defende legalização do doping.

Julian Savulescu, professor de ética da Universidade de Oxford, no Reino Unido, acredita que esteja na hora de legalizar o doping no esporte, com o objetivo de regulá-lo melhor, segundo a publicação americana Medical Daily, dedicada a inovações científicas na área da saúde.
O professor Savulescu afirmou que os órgãos regulatórios deveriam controlar em vez de proibir as drogas usadas para melhorar o desempenho atlético.
“A proibição de tolerância zero no doping falhou”, afirmou o professor. “É hora de tomar uma abordagem diferente”, acrescentou.
Desde Ben Johnson, em 1988, apenas 10 homens terminaram os 100m em menos de 9.8 segundos. E deles, apenas dois – incluindo o campeão mundial Usain Bolt – estão livres de alegações de doping, lembrou a Medical Daily.
Ben Johnson vence os 100m das Olimpíadas de Seul-1988.
Depois de testar positivo nas Olimpíadas de Seul-1988, Ben Johnson admitiu o uso de esteroides anabolizantes. Mas se justificou afirmando que o fazia para poder competir em pé de igualdade com os adversários, que também se utilizariam do mesmo expediente.
Savulescu disse que “devemos avaliar cada substância individualmente” e “definir e exigir limites justos e seguros fisiologicamente.”
O especialista em ética médica defende a legalização e controle do uso de substâncias que venham a “dominar ou corromper determinado esporte, anulando a contribuição humana essencial.” Para o professor Savulescu, drogas que auxiliam na recuperação de lesões não corrompem um esporte. E, segundo ele, não devem constar da lista de substâncias controladas.
Savulescu também rejeitou o argumento de que estrelas do esporte fornecem um mau exemplo para as crianças e amadores que imitam seus modelos, afirmando que “o doping amador – visto até mesmo entre garotas do ensino médio – já está acontecendo de forma não supervisionada”.
De acordo com o professor de ética, os testes antidoping aplicados hoje “expõe o atleta a um sistema excêntrico e arbitrário” e não necessariamente nivelam o jogo, já que os competidores enfrentam uma probabilidade de apenas 2,9 por cento de serem pegos. “As regras começam a criar mais problemas do que resolvem”, disse Savulescu. “É hora de repensar a proibição absoluta e escolher limites que são seguros e aplicáveis.”
Já os médicos Leon Creaney e Anna Vondy afirmaram acreditar que a questão seja de moralidade. Para eles, a liberação de substâncias hoje consideradas ilícitas geraria uma pressão crescente sobre os atletas para competirem usando doses cada vez maiores para melhorar o desempenho.
“Os atletas que quisessem viver uma vida saudável seriam excluídos completamente. Logo, a única competição que importaria seria aquela para desenvolver as drogas mais poderosas e os competidores entrariam em um ciclo de doses cada vez maiores para ficarem à frente dos outros”.
Nesse mundo, o esporte de elite pode retornar à era dos programas de doping patrocinados pelos Estados, como na Alemanha Oriental, na União Soviética dos anos 70 e 80, segundo os doutores Creaney e Vondy. Para eles, “o uso de drogas para o aumento de performance iria aumentar exponencialmente e penetrar mais profundamente em nossa sociedade”.
No que diz respeito às baixas probabilidades de apanhar um atleta dopado nos dias de hoje, os médicos, especialistas em ética, dizem que os programas antidoping, hoje subfinanciados, deveriam ser reforçados e redirecionados para promover uma era do esporte livre de drogas.
“Diga não ao doping” – Campanha da Agência Mundial Antidoping – WADA.
Os especialistas também estão pessimistas sobre algumas previsões para o futuro do esporte, como os esforços da robótica em direção à meta de construir máquinas capazes de disputar a Copa do Mundo de futebol em 2050. “Será que um atleta de bioengenharia será capaz de inspirar da mesma maneira (que um ser-humano)?”

sábado, 26 de outubro de 2013

Com o calcanhar ou a parte da frente dos pés? Estudos determinam a melhor maneira de correr !

Com a temporada de treinamento para maratonas atingindo seu auge, é chegado o momento de voltar a conversar sobre a melhor forma de correr. A maneira como o pé dos maratonistas deve tocar o chão é motivo de um debate acalorado entre atletas e treinadores, apesar das poucas evidências que confirmam qual é o melhor método para ser utilizado durante a corrida.
Entretanto, um novo estudo pode ajudar a acabar com as disputas, sugerindo que cada estilo de corrida tem suas vantagens e desvantagens, e que a melhor forma de correr depende quase certamente do tipo de corredor que você já é.
Para o estudo publicado em junho pela revista Medicine & Science in Sports & Exercise, pesquisadores do Centro de Pesquisa em Medicina Esportiva de Tampere, na Finlândia, utilizaram tecnologias de captura de movimento para determinar de que forma 286 jovens adultos que integravam equipes esportivas da região corriam. Nenhum deles participava de competições de corrida em longa distância e todos usaram tênis de corrida normais durante os testes.
Os exames mostraram que apenas 19 mulheres e quatro homens pisavam antes com a parte da frente do pé quando corriam.
Esses números limitados estão de acordo com relatórios anteriores que, em quase todos os casos, exibiam uma maioria esmagadora de corredores – sejam homens ou mulheres, rápidos ou lentos – que pisam antes com o calcanhar.

Em um estudo revelador publicado em maio pela revista The International Journal of Sports Physiology and Performance, quase 2.000 atletas que participaram de uma edição recente da maratona Milwaukee Lakefront Marathon foram filmados na metade do percurso e tiveram a passada analisada. Cerca de 94% das pessoas demonstraram pisar antes com os calcanhares, incluindo vários dos corredores mais rápidos.
Da mesma forma, quando pesquisadores de New Hampshire estudaram corredores do batalhão do meio durante uma maratona local, eles descobriram que quase 90% deles pisava antes com o calcanhar, de acordo com filmagens realizadas após 10 quilômetros de corrida. Curiosamente, dos % restantes, a maior parte tinha passado a pisar com o calcanhar, quando foram filmados novamente perto do fim da corrida e já estavam cansados.
Apesar disso, alguns técnicos de corrida e outros especialistas questionam o hábito de pisar antes com o calcanhar, destacando que quando os corredores não usam tênis, teoricamente a forma mais natural de corrida entre os humanos, muitos – embora não todos – adotem o estilo de corrida que usa primeiro a parte da frente do pé. Segundo entusiastas, isso sugere que pisar com a parte da frente do pé é a forma inerentemente correta para os seres humanos correrem.

Entretanto, se esse for o caso, pisar com a parte da frente do pé deveria diminuir as chances de lesões causadas por corridas e essa era a possibilidade que os pesquisadores finlandeses desejavam explorar.
Por isso, eles uniram as 19 corredoras que pisam antes com a parte da frente do pé com um número igual de mulheres que pisam antes com o calcanhar, com idades, altura, peso, e ritmo de corrida similares. (Havia poucos homens que pisavam antes com a parte da frente do pé para incluí-los).
As mulheres receberam sensores de captura de movimento e foram novamente filmadas enquanto corriam. Elas também foram submetidas a testes de força nas pernas e nos quadris.
Ao unir os dados resultantes a fórmulas validadas em outros experimentos, os pesquisadores determinaram quanta força as mulheres criavam a cada passada e – o que é mais interessante – onde essa força era mais intensa.
Em geral, os joelhos, calcanhares e tendões de Aquiles são os locais onde ocorre a maior parte das lesões ligadas a corridas, de acordo com descobertas de estudos anteriores. Durante o experimento, muitas mulheres torciam o joelho, especialmente quando pisavam primeiro com o calcanhar. Essa forma de correr resultou em cerca de 16% mais força passando pelas juntas dos joelhos, se comparada com os resultados das mulheres que pisavam primeiro com a parte da frente do pé. As forças elevadas eram especialmente evidentes nas patelas de quem pisa antes com o calcanhar e com a porção média ou interior dos joelhos, em que as juntas são especialmente vulneráveis ao impacto excessivo.

Todavia, as pernas das corredoras que pisam primeiro com a parte dianteira do pé não eram imunes à força. Elas simplesmente a absorviam de forma diferente, com quase 20% mais força passando por calcanhares e tendões de Aquiles, se comparadas às mulheres que pisam primeiro com o calcanhar.
Em essência, esses resultados mostram que não é possível fugir do impacto cumulativo das corridas, não importa como pise, afirmou Juha-Pekka Kulmala, doutorando atualmente na Universidade de Jyvaskyl e líder do estudo.
Pise com o calcanhar e você irá forçar os joelhos, levando possivelmente a condições como a síndrome da dor patelofemoral. Pise com a parte da frente do pé e irá forçar o calcanhar e o tendão de Aquiles, aumentando a possibilidade de lesões como tendinopatia de Aquiles, facite plantar e fraturas de estresse do pé.

Em outras palavras, não existe uma forma indolor e invariavelmente correta de correr.
Contudo, os resultados também indicam que alterar estrategicamente a passada pode ser aconselhável para alguns corredores.
"Pessoas que sofrem de problemas no joelho podem se beneficiar da passada com impacto frontal", afirmou Kulmala. "Por outro lado, pessoas que se queixam de dores no tendão de Aquiles podem se beneficiar da passada com impacto posterior".
Entretanto, mudar a passada não é uma tarefa fácil, conforme podem confirmar os incontáveis corredores que tentam fazê-lo.
"Acredito que corredores experientes são capazes de modificar o padrão da passada com relativa facilidade", afirmou Kulmala. "No entanto, atletas inexperientes terão mais dificuldade".

Entre em contato com um treinador de sua região para se aconselhar e peça para um amigo ou cônjuge filmá-lo enquanto corre, para que possa documentar como seu pé entra em contato com o chão. Kulmala alerta para que todas as mudanças sejam feitas com calma.
Além disso, se você tem poucas experiências com lesões e se sente confortável com seu tipo de passada, nem pense em mudá-la. Segundo Kulmala, a melhor forma de correr é aquela que permite que você se mova de forma regular.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Trailer do Filme da Corrida São Silvestre .


Filme da São Silvestre revela sensações da corrida






Corrida Internacional de São Silvestre é uma corrida de rua realizada anualmente na cidade de São Paulo, Brasil, no dia 31 de dezembro, dia de São Silvestre (data de morte do Papa da Igreja Católica, canonizado também neste dia, anos depois, no quarto século da Era Cristã) e de onde vem o seu nome.
A corrida, a mais famosa e tradicional do Brasil e a da América do Sul, tem um percurso atual de 15 km pelo centro de São Paulo e é uma corrida mista desde 1975, quando começou a participação oficial das mulheres. Entre 1925, ano de sua criação e 1944, foi disputada apenas por brasileiros. O maior vencedor – e também recordista – da prova é o queniano Paul Tergat com cinco vitórias  e, entre as mulheres, a portuguesa Rosa Mota, que com seis vitórias consecutivas nos anos 1980 é a maior vencedora geral. Entre os brasileiros, o título fica com Marílson Gomes dos Santos, com três vitórias.
Alguns dos maiores fundistas da história do atletismo já participaram e venceram a prova. Além de Tergat e Mota, já correram nas ruas de São Paulo campeões e medalhistas olímpicos e recordistas mundiais como Franjo Mihalic, Gaston Roelants, Frank Shorter, Carlos Lopes, Arturo Barrios, Ronaldo da Costa, Priscah Jeptoo, Derartu Tulu e a "Locomotiva Humana", o tcheco Emil Zatopek, campeão em 1953.
A São Silvestre é transmitida ao vivo pela televisão para o Brasil e para o mundo pela TV Gazeta e pela Rede Globo de Televisão desde os anos 1980.

Em maratonas, a mente pode ser o maior obstáculo.

Provas de longa distância exigem dos atletas estratégias para superar as dúvidas e a desmotivação vindas do próprio pensamento.



Quando Juvam Palmeira calça o tênis, está planejando passar horas no asfalto. O ultramaratonista de 40 anos não economiza no tempo e na quilometragem rodada durante a corrida. Podem ser duas, 12 ou 25 horas de atividade física intensa. Essa é a rotina do mecânico que adotou o esporte como estilo de vida. Para as longas provas — que chegam a 200km —, não é só o corpo que tem que estar preparado. “O desafio é mais psicológico do que físico”, explica.

É quase uma prova de obstáculos contra a própria mente. “Tenho que driblar o pensamento. Primeiro começa com um ‘o que estou fazendo aqui?’. Depois vem um ‘será que compensa passar por isso?’”. Quando as perguntas surgem, o rendimento começa a cair. “É nesse momento que muita gente abandona a competição”, explica Juvam.

Desviar dos questionamentos e continuar firme na prova é o grande desafio, como explica a psicóloga esportiva Simone Meyer Sanches. Segundo ela, atletas profissionais e amadores travam enormes duelos entre o lado racional e o emocional durante a atividade. “É como se tivesse um ‘anjinho’ motivando e um ‘diabinho’ ressaltando a dor e o cansaço, pedindo para parar”, compara.

Controle 

Nas provas de longa distância, a dor é o que grita mais alto na mente do atleta. Em alerta o tempo todo, o cérebro clama pelo descanso para tentar evitar possíveis lesões no corpo. O atleta deve tomar cuidado com o uso do tempo livre que fará ao longo do percurso. É tudo uma questão de controle da mente. E cabe a cada um encontrar a própria estratégia. “Alguns buscam dissociar o pensamento, pensar em assuntos diferentes, como música, família, casa… Outros conseguem esvaziar a mente durante alguns períodos para não ter um desgaste psicológico e físico”, explica Simone. Segundo a especialista, a estratégia psicológica varia de acordo com o perfil do atleta, da modalidade e da prova.

Algumas competições exigem mais concentração, como provas de cross country. Com ambientes adversos, o competidor precisa estar atento ao terreno para não escorregar, cair e se machucar. Noutras ocasiões, pode ter um pensamento mais contemplativo, leve, focado na paisagem. “O atleta também fica atento à estratégia da prova e se esforça para driblar os pensamentos ruins com ideias motivacionais e positivas. Esses estímulos ajudam”, completa Simone Sanches.

Corrida de Montanha cai no gosto dos corredores tradicionais !

A corrida de montanha cai do gosto daqueles corredores tradicionais. 


 A corrida de montanha, também conhecida como “trail running”, é uma modalidade de esportes de aventura com aumento crescente do número de adeptos no Brasil e no mundo. O Esporte surgiu no norte da Grã-Bretanha, especialmente em Lake District. O WMRA (World Mountain Running Association) é o órgão que regulamenta o esporte mundialmente e é filiado à IAAF, a Associação Internacional de Federações de Atletismo.

O visual da prova , tipo de terreno acidentados , subidas , riachos , praias e a própria  natureza são uns do motivos pelos quais corredores de rua tradicionais venham a participar deste tipo de prova .
Minha 1° prova de montanha foi a Mountain Do em Campos de Jordão no ano de 2010 , correndo também no ano de 2012 ,prova muito bem organizada , visual maravilhoso e  uma ótima energia pelos corredores .
O que me atrai neste tipo de prova realmente e a natureza e o nível de dificuldade a cada quilometragem , aquela sensação de liberdade por estar em meio a natureza a a dificuldade por correr em um percurso aonde você exija o máximo do seu corpo .

Venha correr você também , uso a corrida de montanha como um grande desafio e para relaxar na natureza deste nosso lindo país . 

links de alguns sites para você acompanhar este tipo de Corrida que só vem crescendo no nosso Brasil .




Bons Treinos !


Edição 2012 da prova 


                                                           Prof. Esp. Rodrigo Faria 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Encontre sua motivação para correr !

Encontre sua motivação para correr !

Que todo começo é difícil, isso a gente sabe. Você está mudando o seu estilo de vida, partindo para um ambiente mais saudável, dando uma chance a si mesmo de viver melhor. Mas, caro corredor, não existe milagre. O mundo da corrida exige tempo, paciência e dedicação. E como sabemos que você está disposto a isso, alguns artifícios e estratégias podem tornar esse percurso muito mais fácil. E quando menos imaginar, despertará o Forrest que existe dentro de você.
Escolha um local legal para treinar

Nas academias é possível correr em modernas esteiras, muitas com televisão. Assim você pode planejar o seu treino para a hora do seu programa preferido. Já os treinos ao ar livre são os preferidos da maioria dos corredores. Parques normalmente têm pistas de corrida, algumas com marcação de metros e quilômetros, o que é bom para quem quer fazer esse controle.

Música em seus ouvidos

Desde que você não esteja correndo na rua, com carros por perto ou em parques nos quais outros esportes são praticados (como ciclismo, skate, patins etc.), a música está liberada. Se não se sentir completamente seguro, use o fone em apenas um dos ouvidos para não perder totalmente o contato com o meio externo. Assim, caso algo aconteça, você poderá ser avisado.

Una-se aos amigos

A corrida pode parecer um esporte solitário, mas é só sair por aí para encontrar novos companheiros de treino. E se você frequentar sempre o mesmo lugar para treinar, verá como esse esporte é capaz de unir as pessoas.

Trace pequenas metas

Você pode fazer uma aposta com seu marido, a namorada ou consigo mesmo. Aquela calça 38 ou a barriga de chope serão seu alvo em dois meses. Ou conquistará sua medalha nos seus primeiros 5 km antes do verão. Seja qual for a meta, é muito bom quando você a conquista. Use e abuse dessa estratégia.

Insista

Talvez você não se apaixone pelo exercício logo de cara. Isso é normal. Mas garantimos que, depois de duas ou três semanas, você não vai mais parar de correr.

Não desanime

Lembre-se sempre do motivo que o fez começar a correr. Por mais que em alguns momentos o desânimo te leve a pensar em desistir, levante a cabeça e mostre do que você é capaz e que nenhum obstáculo irá te interromper.


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