sábado, 30 de novembro de 2013

Gifs Animados de alguns momentos do Esporte, bem legal !





                    



                                                                           





       

                                                      





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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Saia do sofá e vamos Correr !

Ando exausto. Mal tenho tempo de curtir meus filhos. A vida passou rápido, estou velho. Detesto acordar cedo. Meu trabalho me consome. Sou muito preguiçosa...
Sempre dá para achar um motivo para não levantar do sofá. Mas, se a lista de desculpas é grande, a de benefícios da atividade física é maior ainda: o esporte reduz o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, depressão e estresse. E ainda o deixa mais disposto e confiante, mais produtivo no trabalho, melhora o sono e também sua relação com a balança e com o espelho.
A seguir, você encontra uma solução para cada desculpa "clássica" para não se exercitar. E um plano para se tornar um corredor em menos de dois meses. "São treinos leves, acompanhados de dicas em cada uma das semanas de exercícios, para que você aproveite ao máximo esses benefícios. Apenas lembre-se de, antes de começar, fazer uma avaliação médica com um clínico geral ou um cardiologista e contar com a orientação de profissionais capacitados para acompanhar seus treinos e que também possam indicar uma alimentação equilibrada", afirma o treinador José Carlos Fernando, diretor técnico da assessoria esportiva ZTrack Esporte & Saúde, de São Paulo.

Cada pessoa tem uma dinâmica própria de funcionamento. Existe a turma que está mais disposta de dia, existem os notívagos, que aceleram quando o sol vai embora. Para começar a se exercitar, tente escolher um horário que não vá contra a sua natureza. Mas não desista se só puder treinar no momento em que tem menos pique. Apesar de estudos indicarem que exercícios pela manhã o deixam mais produtivo e disposto para encarar o trabalho, o melhor horário é aquele em que você tem disponibilidade. Com o tempo, seu corpo vai se adaptar e aquela hora supostamente impensável para correr pode se tornar aquela em que você mais tem energia. Mas isso será ali na frente. Agora é o momento de começar. Para não se sabotar, pense em possibilidades como caminhar ou trotar na esteira. Se você é da galera outdoor, providencie roupas adequadas para ficar confortável diante das variações de temperatura. Invista, por exemplo, em casacos leves, que servem apenas para cortar o vento. Se estiver muito frio ou muito calor, pense em horários alternativos, como o almoço no frio e o começo da noite no calor.

A engenheira paulistana Tatiana Pimenta, de 32 anos, sempre detestou acordar cedo e dizia que a corrida não era para ela. "Depois de dois meses de início de vida ativa, fui para uma assessoria esportiva e ganhei novo ânimo para treinar. Sem falar que tive um excelente efeito colateral: perdi 8 kg. Hoje madrugo feliz da vida para participar de provas", diz.

A corrida é um esporte individual e coletivo ao mesmo tempo. Você se supera mas também conhece muita gente bacana nos treinos e provas. "Encontre uma companhia para caminhar ou correr no seu ritmo. Fazer parte de um grupo de corrida também ajuda a desenvolver um novo círculo de amizades, com objetivos muito parecidos", diz Márcio Marega, fisioterapeuta e educador físico do Centro de Medicina Preventiva do Hospital Albert Einstein, em São Paulo (SP). "Existem momentos de troca, como as sessões de alongamento, os cafés da manhã pós-treino... O astral é animado e estimulante", diz o treinador José Carlos Fernando. Essa relação com companheiros de treino também se transforma em comprometimento e regularidade.
Além disso, existem cada vez mais provas de revezamento. Participar de eventos em equipe é divertido e sempre se aprende algo novo. Já temos versões desse tipo de prova em muitas cidades brasileiras. Entre elas, a tradicional Maratona de Revezamento do Pão de Açúcar (www.maratonaderevezamento.com.br), com a possibilidade de equipes com dois, quatro e oito atletas, para correr um total de 42 km. Esse evento acontece em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Fortaleza. Sem falar nas inúmeras provas que são realizadas em todos os cantos do Brasil. Você pode combinar de correr com seus amigos e curtir o astral da corrida ao lado de um monte de gente.



Tenha sempre em mente as vantagens de praticar uma atividade física. Depois de conhecer a sensação de bem-estar pós-treino, o corpo começa a "pedir" exercício. "Crie pequenas metas e também comemore cada uma delas. Envolva mais gente da família", diz Márcio Marega. Reserve dois dias por semana aos treinos e aumente aos poucos a dedicação. Uma dica: se tiver esteira no prédio ou na academia, vá no horário em que normalmente assiste TV. Também pode ser bom procurar um grupo de corrida: você fica mais comprometido, integrado e vê que pode sim ter um estilo de vida mais saudável. A preguiça ainda vai dar as caras de vez em quando, só não deixe que essa sensação tome conta de você todos os dias. E tem mais: muitas vezes a falta de pique é reflexo de uma dieta desbalanceada. "A refeição equilibrada, com porções de carboidrato, proteína e gordura saudável, é fundamental para quem quer se exercitar", diz a nutricionista esportiva Flávia Araújo. Além das refeições principais, invista em lanches intermediários. "E pegue leve à noite. Se você comer demais, o organismo precisa trabalhar na digestão em vez de desacelerar para repousar."

O paulistano Julio Cardoso passava longe do esporte até o alarme soar em um check-up. "Precisava entrar em forma para ganhar energia e vitalidade. Há um ano e meio procurei orientação de profissionais. Meu objetivo é manter a saúde, não buscar performance. Mas, quando você encaixa a corrida na rotina, fica viciado em endorfina", afirma o empresário de 65 anos.

Idade também não serve como desculpa. Você pode ter sido sedentário a vida inteira e aos 60 anos começar a acompanhar seu filho na corrida. Encare isso como uma oportunidade. "Quando uma pessoa mais velha começa a se exercitar, ela ganha muita qualidade de vida. Melhoram as condições do aparelho locomotor e diminuem os riscos de queda. O importante é respeitar as limitações e ter acompanhamento profissional. Qualquer pessoa sedentária que comece a se exercitar entre 35 e 79 anos pode aumentar em até 2,15 anos sua expectativa de vida", diz Márcio Marega.



Não existe fórmula mágica, mas o receio de se machucar é minimizado pelo fato de você buscar orientação profissional e respeitar seus limites. Sair do zero e querer correr quatro vezes na semana logo de cara é sinônimo de uma coisa: dor. Se você está há tanto tempo sem praticar exercício, comece aos poucos. "Se a pessoa está com sobrepeso, nem pode sair correndo de cara. Precisa caminhar, aumentando a frequência e a duração do exercício gradualmente. Ela vai emagrecer e não sobrecarregará as articulações", diz o treinador José Carlos. Para acelerar a perda de peso, consulte um nutricionista. "Dietas malucas, que cortam grupos de nutrientes, como carboidratos, não servem. Seu organismo precisa de equilíbrio entre a diversidade de alimentos e a quantidade", afirma a nutricionista Flávia Araújo. Fique atento às reações do seu corpo: mesmo com caminhadas leves, ele já vai sinalizar do que sente falta. Se é energia, se é água, se são músculos mais fortalecidos para dar conta das solicitações físicas. Pequenas séries de exercícios de fortalecimento, duas vezes por semana, resolvem. E invista em um tênis próprio para corrida.

Aos 24 anos, a dentista Mary Stella Fernandes teve que fazer o teste de corrida em um concurso, começou e não parou mais de correr. "Hoje são 12 anos de estrada e me machuquei apenas duas vezes: uma torção durante um treino longo e um ferimento na sola do pé em um treino na areia. O segredo é ter cautela e responsabilidade", afirma a carioca.



A corrida é o esporte mais democrático que existe e pode ser feito por praticamente qualquer pessoa. A explicação é simples: o movimento é natural do seu organismo. Você anda e sabe como acelerar, se for preciso. Isso é quase inconsciente. Muito diferente de tentar jogar tênis, por exemplo.
O processo de evolução na corrida, assim como em qualquer esporte, deve ser gradual. Caminhar, caminhar mais rápido, intercalar caminhada com trote leve, correr leve e assim por diante. "Quem cria as impossibilidades é a própria pessoa sedentária. No momento em que ela sai da posição de vítima, percebe que o impossível é possível e que não apenas consegue como até tem potencial para evoluir", diz José Carlos Fernando. Segundo o treinador, o ambiente em torno da corrida é envolvente, sadio e contagiante. "Se o primeiro passo é dado, os seguintes acontecem naturalmente, e com prazer."
Clique Aqui e saiba como se tornar um ex-sedentário.

Dor ou incômodo não é questão exclusiva de corredor. Todo esporte praticado sem orientação e sem respeitar os limites pode acarretar processos inflamatórios. Mas talvez as dores que você sente sejam exatamente por levar uma vida sedentária. "Às vezes um problema no joelho ou na região lombar — que servem de desculpa para não se exercitar — está mais relacionado ao comportamento no dia a dia e ao sedentarismo. Má postura diante do computador, uso excessivo de salto alto e diversas atividades geram lesões", explica o fisioterapeuta esportivo David Homsi.
E é comum esses incômodos desaparecerem quando a pessoa começa a se exercitar. Claro que existem casos em que a dor é um fator limitante, por isso é importante ter a orientação de um ortopedista. "Intervir de forma ativa nas causas é sempre melhor do que não se movimentar", diz o cardiologista Fábio César dos Santos, do Instituto de Prevenção Personalizada e da clínica P4B, em São Paulo.

Aquela "dorzinha do lado" servia de desculpa para a gaúcha Letícia Oliveira. Com estimulo da irmã nutricionista, deu um jeito na dieta e procurou uma assessoria esportiva "Deu certo. Corro há dois anos e o esporte é uma terapia. E me orgulho de ser um exemplo para minha filha, que tem 17 anos", afirma a professora de 47 anos.



A verdade é que você tem tempo, mas ocupa as horas do dia com outras atividades. "É sempre uma questão de prioridade e de mudança de pensamento", diz o fisioterapeuta Márcio Marega. Para incluir alguns minutos de caminhada na rotina, pense em pequenas alterações de hábito, como usar as escadas em vez do elevador ou estacionar o carro um pouco mais distante. E use parte do fim de semana para iniciar caminhadas e trotes leves. Pense que o exercício pode trazer benefícios práticos para a sua rotina, como fugir do trânsito se treinar depois do trabalho, por exemplo. Identifique locais que sejam fáceis para você, como calçadões, parques ou academias próximas do trabalho ou de casa. Anote os treinos na agenda, como um compromisso, e organize mentalmente seu dia para não se enroscar no escritório e "perder a hora" de ir treinar. Não abra e-mails na última meia hora antes de sair do trabalho. A chance de uma bomba cair antes de você pegar a mochila é grande. Caso precise, abra sua caixa de entrada depois do treino, em casa, mas deixe para responder no dia seguinte. Quando possível, leve um estímulo com você; pode ser o parceiro ou a parceira, um amigo ou seu cachorro.

"A falta de tempo sempre esteve no meu discurso de gente ocupada, mas sedentária. Até que fui fazer uma bateria de exames de rotina e levei uma ‘sacudida’ da médica", afirma a publicitária paulistana Claudia Mendes, de 42 anos. Em janeiro de 2012, resolveu cuidar de si e se apaixonou pela corrida. "Hoje é sinônimo de prazer, de saúde. Perdi 15 kg e ganhei vitalidade."

Por mais que você não tenha como bancar academia ou um grupo de corrida, sempre existe um plano B. Só não vale deixar de se movimentar por causa disso. Afinal, para começar a correr você não precisa de muitos equipamentos, só um tênis. Existem modelos mais simples mas com muita qualidade — que são mais do que suficientes para quem está começando — por até 200 reais. Parques, praças, calçadões e canteiros de avenidas são excelentes lugares para você treinar. Ruas tranquilas no próprio bairro também, apenas redobre a atenção nos cruzamentos e nas calçadas irregulares — você não quer que um tropeção bobo afaste você de seu objetivo, certo? Também diminua o volume do tocador de músicas para ficar ligado nos sons da rua.
Para fortalecer a musculatura, existem equipamentos instalados por muitas prefeituras em praças e calçadões. Consulte o site da sua cidade e confirme onde eles estão. Ali, placas dão orientações sobre a execução dos exercícios. Na página 57 você também vai encontrar um plano elaborado por um treinador profissional para dar os primeiros passos. Mas se, além da falta de grana, você sente que precisa de estímulo de outros corredores, existem grupos em parques e em instituições como o Sesc que se reúnem para se exercitar sem custo ou a um preço bem simbólico. Sua saúde merece esse esforço, acredite.



Quem não gosta de se reunir com amigos e jogar conversa fora? Mas esses encontros podem acontecer depois dos treinos. Além disso, o exercício também ajuda a relaxar: durante a caminhada e a corrida, seu organismo produz neurotransmissores, que proporcionam a sensação de euforia, bem-estar, relaxamento. Na corrida, os principais são endorfina, serotonina e dopamina. A primeira é responsável pelo combate ao estresse, melhora o humor, aumenta a disposição física e mental, alivia as dores. Ela é produzida durante a atividade física, mas seus efeitos chegam a durar horas. A serotonina acalma, estimula o bom humor e promove o equilíbrio das substâncias químicas no cérebro. E a dopamina, além de também contribuir para o bom humor, melhora a memória. E tem mais: o hormônio cortisol é liberado como resposta ao estresse e à ansiedade. Pesquisas comprovam que a atividade física regular reduz a produção de cortisol. Portanto, caminhe ou corra para afastar os malefícios causados pelo estresse, como noites mal dormidas, tensão e irritabilidade. E depois, se quiser, tome uma gelada sem ter que se preocupar com as calorias e a barriguinha de chope.

O executivo de vendas Luismar Lima, de 45 anos, assume que respirava trabalho e usava a happy hour também para fazer negócio. Resultado: passou dos 100 kg (para 1,78 metro de altura) e o colesterol disparou. "Troquei o sofá pela corrida e fiz uma reeducação alimentar. Perdi 17 kg de um jeito saudável, com prazer. Tudo melhorou", afirma o paulistano.

DESENVOLVA SUA ESTRATÉGIA MENTAL PARA A MARATONA


Para correr uma maratona é preciso mais que o treinamento físico, é importante o suporte mental e, portanto, uma preparação emocional para percorrer os 42, 195 quilômetros. A estratégia mental para a maratona deve levar em conta seus objetivos pessoais, suas capacidades físicas reais e suas necessidades.

O primeiro passo é determinar seu objetivo . Por que estou correndo uma maratona e o que quero com ela?  Responder a estas duas perguntas é fundamental, porque certamente elas passarão pela sua cabeça, antes ou durante a prova, e se seu objetivo estiver claro, não haverá nada que o faça parar ou desistir.Veja algumas dicas para cada momento da prova:

Km 1 – Km 18

Os primeiros quilômetros da maratona passam voando e o melhor desafio deste início não é correr rápido e sim aproveitar as sensações boas e se preparar para o que vem pela frente. Monitore seu ritmo de passada, bem como sua respiração e batimentos cardíacos dentro do que planejou previamente. É hora de pensar como está forte e preparado para esta prova, não deixe surgir pensamentos negativos e nem se afobe porque ainda tem muito chão pela frente.

Km 18 - Km 24

Neste ponto você deve começar  a estabelecer seu ritmo e encontrar pessoas no mesmo ritmo, o objetivo neste momento é manter um ritmo consistente, portanto, cuide de sua prova,  a referência deve ser você, seu corpo, sua respiração e o quanto você se sente confortável. Agora não é o momento de buscar a referência no outro e quebrar todo seu planejamento pessoal de prova.

Km 24 – Km 32

Para muitos corredores as dores e o desconforto começam aqui, os músculos começam a ficar tensos e os pensamentos negativos começam a invadir sua mente. Nesta parte da corrida a melhor estratégia é a concentração em cada quilômetro atravessado, no tempo percorrido, no objetivo pessoal de estar ali, crie pensamentos positivos para sacar na hora em que um negativo aparecer, pode ser uma lembrança de um treino prazeroso. Para sentir-se mais confiante lembre-se dos quilômetros que já superou e para não cair na monotonia, divida os quilômetros que virão em pequenas metas, e a cada quilômetro atravessado se auto incentive (Muito bom!, é isso aí!...).

Km 32 – Km 38

Este bloco talvez seja o mais crítico, nestes quilômetros que muitos corredores “quebram”. Nesta etapa não se deve pensar na chegada, no fim da maratona, ao invés disso pense no quilômetro que está atravessando e no próximo que está chegando, pense no que está acontecendo ao seu redor, tire energia dos torcedores e monitore suas sensações. Não se deixe desanimar, busque estratégias para se energizar, jogue água nas pernas, cabeça, coma e  beba alguma coisa, e imagine a energia que o alimento e a água trazem para seu corpo. Pense em algo que te motive, uma música, um fato. E lembre-se de sua meta imediata, superar o quilômetro que está a seguir.

Km 38 – km 40

Novamente concentre-se no quilômetro que está percorrendo, passada-a-passada, até superá-lo. Como no último bloco, utilize estratégias para manter-se alerta e concentrado na prova, mesmo se não tiver sede, pegue água nos postos de abastecimento, molhe sua boca e jogue um pouco de água no corpo. Fale com alguém, agradeça um torcedor ou voluntário ou encoraje outro atleta que parou de correr. Tire prazer do fato de estar correndo em plena maratona, este é um lugar especial, você é especial por estar lá e só tem algumas horas para curtir tudo isso.

Continue correndo, cada passada te leva mais próximo dos 42, alcance o 42!!

Km 40 – Km 42,195

Ok, você já chegou até o quilômetro 40, agora é a hora da farra!! Deixe a torcida te carregar, pense nos meses de treinamento e o quanto merece este resultado. Se a passada dói, tire prazer disso, deixe as emoções fluírem. Já dá pra avistar a linha de chegada, você conseguiu! Deixe-se levar pelo som, pela energia e pela cena da chegada.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Malhou demais e ficou esquisito .

        

Imagem do dia .

Frases do Esporte


"O esporte é a ferramenta de inserção social mais eficaz, pois o resultado é imediato e as transformações são surpreendentes."


Aposte na corrida para ficar em forma!


Não dá pra falar de corpo em forma sem pensar em atividade física. Um exercício que vem ganhando cada vez mais adeptos é a corrida de rua. Afinal, tudo que você precisa é basicamente um tênis – e força de vontade! 
Para potencializar seus resultados – que incluem perna torneada, bumbum durinho e sem celulites, você pode combinar o exercício com uma alimentação balanceada  .

Se você está pensando em entrar para o mundo da corrida, pense em ir por partes:
Parte 1: comece pela caminhada, em um ritmo confortável para você.

Parte 2: vem o “corrinhar”, ou seja, aquela caminhada no seu limite máximo, mas sem correr

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Parte 3: é a corrida propriamente dita. A ideia é ir aumentando gradativamente a duração e a intensidade dos treinos, nada de começar correndo no limite!

Além disso, separei aqui algumas dicas que podem te ajudar a realizar uma corrida de maneira saudável, rumo ao corpo em forma para o verão! Confira:

- Tenha uma boa noite de sono, de 6 a 8 horas por dia. Isso vai deixar seu corpo pronto para uma atividade mais vigorosa.
- Descanse entre os treinos, o corpo precisa de tempo para se recuperar! Correr até 3 vezes por semana é uma boa frequência.
- Coma carboidratos saudáveis e de fácil digestão (fibras, grãos, cereais), pois eles são ótimas fontes de energia. Mas nada de exageros!
- A banana é a fruta que não pode faltar na dieta, pois é rica em potássio e pode ajudar a evitar câimbras.
- Durante os treinos, beba água ou isotônicos (estes últimos, especialmente se a duração for prolongada, acima de 1 hora).
-  Use roupas leves e dê atenção à escolha do tênis: em alguns casos é bom adquirir um número maior que o seu, porque os pés incham durante a corrida. Ao correr com frequência, troque o calçado a cada seis meses, em média.
- Qualquer dor ou desconforto nas articulações, avise seu professor ou fisioterapeuta.
- Para uma boa corrida, realize treinos de musculação que reforcem os músculos dos joelhos e coxas. Também aumente as repetições nos exercícios, assim você prepara sua respiração para a corrida mais intensa.


sábado, 23 de novembro de 2013

Abandonou a rotina de treino? Veja como fazer um retorno triunfal para o esporte!

Até os corredores mais devotados podem ficar longe da corrida por um tempo, seja por causa das férias, seja por excesso de trabalho ou uma lesão. "Você não deve se sentir culpado", afirma Marissa Tiamfook, treinadora de corrida de Los Angeles (EUA). "Concentre-se no fato de que quer retornar e não se preocupe com a velocidade no início." Se, por algum motivo, seus tênis juntaram poeira, veja a seguir como espanar a preguiça e retomar o ritmo.

Mesmo os treinos mais curtos são vantajosos, já que seu metabolismo continua acelerado por muitas horas após atividades mais intensas. Inspire-se com as dicas de treinos de velocidade a seguir e pé na pista!

Motivo de pausa: A agenda atribulada

Você cabulou seus treinos para ganhar mais tempo para ficar no escritório, com a família ou até mesmo no sofá. O tempo longe do exercício deixou você cansado e mal-humorado. "A ciência provou que correr é uma poderosa arma contra o estresse", diz Marissa.

PLANO DE VOLTA: Inscreva-se numa prova de 5 km. Elas são muito populares no Brasil, acontece uma quase todo fim de semana. "Escolha uma e vá. Estar entre outros corredores e gente alegre vai animá-lo", explica Luis Manzo, psicólogo do esporte de Nova York (EUA). Ou tente uma "terapia de compra": investir em um par de tênis bacana ou baixar novas músicas podem deixá-lo entusiasmado para voltar a treinar.

Motivo de pausa: Cansaço pós-prova

Não importa se foi sua estreia nos 5 km ou sua enésima maratona, completar uma prova é um feito e tanto — você merece uma pausa. "Uma pequena folga depois de uma prova é uma atitude inteligente", diz Janet Hamilton, fisiologista do exercício e treinadora em Atlanta (EUA). "Isso dá tempo para seu corpo recuperar os tecidos desgastados pelo esforço da corrida. O importante é saber a hora de retomar o ritmo."

PLANO DE VOLTA: Estabeleça uma nova meta. Pense na última prova de que participou e anote as coisas de que gostou — e não gostou — em relação ao evento. Se você mantém um diário, releia. "Suas respostas vão ajudá-lo a ver o que o motiva e planejar e definir o próximo passo", diz Joann Dahlkoetter, psicóloga do esporte na Califórnia (EUA). 

Se sua experiência geral foi positiva, talvez possa desafiar a si mesmo inscrevendo-se em uma corrida em trilha (ou de aventura) ou buscando um novo recorde pessoal. Se não gostou do clima de prova, pode ter como meta ajudar um iniciante ou simplesmente baixar seu tempo em uma distância.

Motivo de pausa: Férias

Você se divertiu, mas seu tênis não chegou a sair da mala. "Tirar uma folga de uma ou duas semanas não vai destruir seu nível de condicionamento", afirma Marissa Tiamfook. "Você pode se sentir fora de forma, mas provavelmente é mais uma questão psicológica, culpa por não estar fazendo exercícios."

PLANO DE VOLTA: Vista-se para correr. "Não fique só olhando para seus tênis de corrida, coloque-os nos pés", diz JoAnn. "Ainda que você só os calce para ir ao supermercado, é o primeiro passo de volta à sua rotina." Planeje corridas que sejam como aventuras, para trazer a "vibe" das férias para casa. Encontre um percurso próximo a um lago, por exemplo, ou vá a lugares vibrantes da sua cidade e olhe as pessoas enquanto corre. "Quando você se lembrar do prazer que tem com a corrida, vai ficar mais fácil encarar treinos mais puxados", explica JoAnn.

Motivo de pausa: Um novo relacionamento

Você trocou os 5 km matinais de sábado por um café da manhã na cama. "Correr geralmente deixa de ser prioridade quando você se envolve em uma nova relação", diz Marissa. "O segredo é pensar que uma das razões por que sua parceira (ou parceiro) ficou interessada em você é que, como corredor, você é determinado e focado em metas."




PLANO DE VOLTA: Corram juntos. Estudos mostram que casais que se exercitam juntos têm mais chances de ficarem firmes em suas metas. Se surgir o interesse, leve a parceira para um percurso curto, sugere Janet Hamilton. Programe o trajeto para terminar em um dos seus lugares preferidos para um café.

Se correr não for o negócio dela, vocês podem ir juntos ao parque, mas cada um fica na sua: você na corrida e ela na bike, por exemplo. Além disso, convide-a para provas. Ela vai sentir o clima positivo da turma e ver o que o esporte significa para você.

Motivo de pausa: Uma lesão

Não importa se uma canelite atrapalhou você durante duas semanas ou uma fratura por estresse o manteve afastado por três meses; corredores voltando depois de uma lesão precisam controlar o entusiasmo para que o corpo tenha tempo de se recuperar completamente.

"Corredores que se machucaram geralmente estavam em um ritmo bom", afirma Janet. "E é compreensível que a pausa forçada na rotina seja frustrante. Ansiosos para retomar o hábito, muitos tentam retornar exatamente do ponto onde pararam."

PLANO DE VOLTA: Recomece devagar. "Depois de ter sido liberado pelo médico para correr de novo, é comum voltar com entusiasmo", diz Janet. Mesmo que esteja se sentindo bem, reajuste suas expectativas e vá com calma. Caso contrário, diz ela, "você pode estar se preparando para sua próxima lesão, o que acaba com a motivação".

Nesse retorno, focar em corridas mais curtas e lentas em superfícies planas vai ajudar seu corpo a reconquistar força e resistência – que é do que ele precisa, explica a treinadora. Incorpore intervalos de caminhada e use a regra dos 10% (não mais que 10% de acréscimo por semana) para aumentar seu volume de corrida.

Fonte: http://www.hojemais.com.br

E para iniciar o começo da prova na corrida de amanha "Rocky Balboa - Bill Gonti _ Gonna Fly Now ".

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Ex-PM supera limitações através do esporte.

                        



Esporte adaptado transforma vida de policial militar reformado. Próximo de bater recorde nacional, paratleta sonha com índice paralímpico.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

imagem do dia !

Conheça alguns limites do corpo humano !




Nosso corpo é dotado de mecanismos de defesa que garantem que possamos passar por momentos dos mais adversos. Mas para tudo há um limite. E como ninguém é super-homem, muito menos você que não tem treinamento nem acompanhamento especial como alguns recordistas que apresentaremos a seguir, o velho conselho vale: não tente isso em casa! Conheça, a seguir, as respostas de nosso organismo para situações extremas e até que ponto podemos exigir e contNosso corpo é dotado de mecanismos de defesa que garantem que possamos passar por momentos dos mais adversos. Mas para tudo há um limite. E como ninguém é super-homem, muito menos você que não tem treinamento nem acompanhamento especial como alguns recordistas que apresentaremos a seguir, o velho conselho vale: não tente isso em casa! Conheça, a seguir, as respostas de nosso organismo para situações extremas e até que ponto podemos exigir e contar com ele.ar com ele.

Quanto tempo podemos sobreviver sem tomar água?


Sem nada de água, dificilmente o ser humano sobrevive mais do que três dias, afirma o médico e professor titular de fisiologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Antonio Claudio Lucas da Nóbrega. Segundo ele, esse tempo dependerá muito da temperatura e da umidade do ambiente em que o indivíduo está. Quanto mais seco e mais calor, mais rápido desidratamos. A salinidade também faz muita diferença, pelo seu efeito osmótico: o sal atrai água e a retira do nosso corpo. “Precisamos tomar água o tempo todo. Em um dia, o normal é que uma pessoa perca até 2 l, por isso a importância de repor diariamente”, orienta o médico. A alternativa encontrada em um recente caso no qual pescadores naufragados em Cabo Frio beberam urina para saciar a sede não é recomendável. Segundo o professor, ao mesmo tempo em que repuseram o volume de líquido também ingeriram substâncias tóxicas como a amônia e a creatinina.

Quanto tempo uma pessoa pode viver sem comida?


É difícil precisar, depende da composição corporal do indivíduo, observa o professor de fisiologia Antonio de Nóbrega. Porém, é possível ficar sem comer por várias semanas. “Normalmente, o que acontece é a pessoa acabar adoecendo com o tempo, pois a falta de alimentos essenciais, como vitaminas, enfraquece a imunidade”, explica Nóbrega. Quando alguém faz greve de fome, raramente bebe só água, ingere também algum aminoácido, então é possível prolongar até por meses esta situação. Bebendo água pura, é possível suportar até cerca de três meses sem comer. “Mas é muito perigoso afirmar esse tempo, sempre depende de fatores variados, como doenças prévias e composição corporal”, destaca o professor. O dissidente cubano Guillermo Fariñas já fez mais de 20 greves de fome para protestar contra o governo do seu país. Na maior delas ficou 135 dias sem comer, em 2010.

Qual é o percentual máximo de sangue que uma pessoa pode perder?


Nosso volume de sangue circulante é, em média, de 5,5 l, considerando uma pessoa de 70 kg. Até metade desse total é possível administrar sem muita dificuldade, afirma o professor de fisiologia da UFF Antonio de Nóbrega. Com menos sangue, a pressão arterial aumentaria para que o sangue conseguisse transportar os nutrientes e oxigênio para todo o corpo, o que pode levar à taquicardia. À medida que o indivíduo vai perdendo mais sangue, a taquicardia aumenta e pode haver hipotensão e perda de consciência.

Qual é o limite de altitude que pode fazer alguém perder a consciência?


Um ser humano consegue subir até cerca de 6 mil m de altitude, sem suplemento para oxigenação, diz o professor da UFF Antonio de Nóbrega. Contudo, durante a subida de uma montanha, por exemplo, em que mochileiros estão sem equipamentos, a falta de oxigenação no cérebro e nos pulmões vai provocando desconforto, como dor de cabeça e náusea. O corpo começa a se adaptar imediatamente, aumentando a quantidade de glóbulos vermelhos no sangue, que ajudam a transportar mais oxigênio. Acima de 6 mil m é preciso contar com equipamento adequado.


Quanto frio podemos suportar? E calor?



Uma aventura no deserto ou uma expedição no polo sul pode levar o corpo ao extremo. Tanto frio quanto calor são capazes de matar. O anesteseologista Alexandre Slullitel afirma que cada organismo tem um comportamento individual muito diferente, por isso, é difícil precisar a temperatura máxima ou mínima que podemos suportar. O que pode ser determinante, mais do que a temperatura em si, é o tempo de exposição. “Tudo depende da intensidade, da variação de temperatura e do tempo em que o organismo é exposto”, alerta o especialista. Os principais sintomas de quem está sofrendo hipertermia (excesso de temperatura corporal) são suor, desidratação, boca seca, pele flácida e a consequente parada do funcionamento dos órgãos. Já na situação contrária, na hipotermia, as primeiras reações do corpo são tremor e contração muscular. No livro A Vida no Limite - A Ciência da Sobrevivência, a fisiologista inglesa Frances M. Aschcroft afirma que, em um ar parado de -29º C, há pouco perigo para uma pessoa adequadamente vestida. Se o vento for de meros 16 km/h, porém, a sensação térmica cai para o equivalente a -44º C e a pele congela em menos de um ou dois minutos. Já no calor, se a temperatura basal - temperatura dos tecidos do corpo e do abdômen - passar dos 42º C ocorrerá morte por insolação. No livro, há o registro de um homem que suportou 15 minutos a uma temperatura de 105º C!

Quanto tempo uma pessoa consegue ficar sem respirar?


Uma pessoa normal, sem treinamento, aguenta entre um e dois minutos. Depois disso, falta oxigenação cerebral e a pessoa desmaia, explica o professor titular de fisiologia da UFF, Antonio de Nóbrega. “Interessante é o mecanismo de proteção que faz o indivíduo voltar a respirar espontaneamente durante o desmaio, o que explica a impossibilidade de tentar suicidar-se trancando a respiração”, explica.
Existem atletas em apneia - suspensão da troca de ar com a atmosfera. A brasileira Karol Meyer é profissional de mergulho em apneia e recordista mundial: é dela a marca de 18 minutos e 32 segundos em apneia estática, quando o atleta fica submerso sem movimentar-se. Mas não tente isso na piscina de casa! Esses profissionais são treinados e aprendem técnicas que ensinam a guardar mais volume de ar no corpo, a mergulhar da forma mais adequada e até a concentrar-se, pois a atividade cerebral também consome oxigênio.

Qual o máximo de tempo em pé que podemos suportar?


Se ficarmos em pé, mexendo as pernas, é possível suportar por horas, já que favoreceríamos o retorno do sangue ao coração para seguir bombeando. Mas, totalmente parados, ao longo do tempo, o sangue acabaria acumulando nos membros inferiores e faltaria oxigenação cerebral, afirma o professor Antonio de Nóbrega. “Existem pessoas com mais sensibilidade e que, numa situação dessas, certamente desmaiariam em pouco tempo. Para uma pessoa saudável, a princípio, não haveria desmaio e ela poderia ficar por horas em pé, já que nosso corpo está adaptado para a vida bípede e corrigiria a falta de sangue nos membros e órgãos superiores aumentando os batimentos cardíacos para manter a pressão arterial normal”, explica.

A que profundidade uma pessoa pode mergulhar sem equipamentos?


Até cerca de 30 m, uma pessoa sem treinamento pode conseguir mergulhar livre de qualquer auxílio. O médico Antonio de Nóbrega destaca que, neste caso, vai depender muito do fôlego da pessoa. “O primeiro sintoma de que a pessoa chegou ao seu limite é a falta de oxigenação, depois, problemas na pressão”, diz Nóbrega. Em abril de 2011, o neozelandês William Trubridge bateu o recorde: 121 m de profundidade em mergulho livre, depois de uma única inalação de ar.

Quanto tempo conseguimos ficar sem dormir?


Segundo a médica do Instituto do Sono de São Paulo Dalva Poyares, não se conhece um experimento desse tipo em humanos, “mas os ratos morrem após duas semanas de privação total de sono”, comenta. Contudo, uma experiência não-científica ficou famosa nos anos 60. Em dezembro de 1963, o então estudante Randy Gardner impôs a si mesmo o desafio da privação do sono e resistiu por 264 horas. Contando inicialmente apenas com a ajuda de dois colegas, a experiência de Randy ganhou a supervisão do pesquisador da Universidade de Stanford, William C. Dement. Os três mantiveram o estudante desperto jogando basquete ou fazendo-o falar a cada vez que fosse ao banheiro. Não foi usada nenhuma droga durante esse tempo - nem mesmo cafeína. Ao final da experiência, médicos não encontraram nada de errado fisicamente no jovem, mas ele apresentou muita tontura, dificuldade de focar seu olhar e de lembrar sobre o que havia falado de um minuto para o outro. Depois de Randy, o Guinness Book já registrou outros recordes: em abril de 1977, Maureen Weston, na Inglaterra, ficou 449 horas sem dormir enquanto participava de uma maratona de cadeira de balanço.

Qual o maior choque elétrico que uma pessoa pode suportar?


A situação dependerá tanto da voltagem (tensão) quanto da amperagem (corrente elétrica), destaca o médico internista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre André Luis Ferreira da Silva. O contato com uma tensão de 120 volts e uma corrente elétrica de mais de 20 miliampères já pode provocar parada respiratória. Porém, é a partir de um choque de 2 ampère que o indivíduo pode sofrer assistolia (ausência de batimentos cardíacos), informa o médico, também sócio da HTAnalyze, empresa que produz conteúdo científico na área da saúde. Para se ter uma ideia, a amperagem máxima de uma casa no Brasil costuma ser de 50 ampères. Ou seja, não bote o dedinho na tomada! O contato com uma tomada de 110 volts pode lhe dar uma descarga elétrica de 20 ampères, 10 vezes o necessário para que seu coração pare.
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