domingo, 18 de dezembro de 2016

Frase do dia!


Vai correr a São Silvestre? Confira essas dicas preciosas

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A Corrida de São Silvestre é uma referência para muitos corredores de rua, independente de serem profissionais ou amadores. O fato é que todo ano o dia 31 de dezembro é marcado por essa prova, atraindo milhares de pessoas às ruas de São Paulo para correr o percurso de 15 quilômetros ou simplesmente torcer pelos participante!


Vale destacar também que além de competição, é uma grande festa com alguns corredores que vão até fantasiados. Mas para você que vai participar dessa prova e quer estar preparado para tudo, separamos as melhores dicas de quem entende do assunto.



1. Encarando o sobe e desce

As subidas e descidas na prova de 31 de dezembro são constantes. Algumas são mais curtas, outras mais íngremes. Somando tudo, tem-se um dos percursos mais agressivos às pernas entre as corridas de rua do Brasil. A sobrecarga muscular é muito grande o trabalho específico nesse tipo de percurso é fundamental para quem quer chegar bem. Portanto, para encarar a São Silvestre, é essencial treinar subidas e descidas.

2. Cuidado com as curvas

Nem só de subidas e descidas constitui-se o percurso da São Silvestre. Existem também as curvas, que devem ser levadas em consideração no treinamento. Elas obrigam o corredor a variar o ritmo por um curto espaço de tempo entre as desaceleração e aceleração após contorna-las. Em outras palavras, esse detalhe passa despercebido, só que na São Silvestre o número de curvas é grande. Os treinos de tiro ajudam nesse sentido também.


3. O ritmo perfeito

A dedicação aos treinos é muito importante nessa transição para os 15 km. Até a prova-alvo, os corredores simulam em outras competições sua estratégia e o ritmo de corrida. Porém, são raras as provas que apresentam as mesmas condições da São Silvestre. Essa corrida é muito difícil de simular e a rotina de treinamentos – seja de rodagem, tiro ou específico – é que vai mostrar como encarar os 15 km.


4. Corpo quente

A São Silvestre permite realizar um bom aquecimento no início da prova. o enorme número de participantes (são cerca de mais de  25 mil inscritos a cada edição) obriga os corredores que não fazem parte da elite a ir bem. Devagar no começo, quando não caminhando. Nessa fase, relaxe um pouco, desencane do tempo e aproveite para esquentar bem a musculatura para o que vem pela frente.


5. Paciência na ladeira

Geralmente, o pelotão começa a se desfazer na descida da rua Major Natanael, longa e íngreme. O instinto diz para o corredor acelerar, mas isso pode custar um alto preço lá na frente – mais precisamente na subida da Brigadeiro. O posterior da coxa e a panturrilha são muito exigidos nessa ladeira, e os competidores estão somente no começo. Se a meta é completar bem, não vale a pena forçar nesse momento.


6. Guarde o fôlego para o final

Conversar com treinadores e corredores experientes é boa pedida para conceber uma estratégia de corrida. O melhor é dividir a prova em três partes de 5 km. Para quem está indo para a sua primeira São Silvestre, acelere um pouco mais apenas na última perna, se tiver forças. Ou mantenha o ritmo até o final.

Bons treinos! 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Dica do dia : Treinamento de pliometria para corredores!

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Saber usar da maneira adequada os treinamentos complementares, faz com que o rendimento dos corredores melhore de maneira acentuada.
Muitos corredores levam o principio da especificidade, fundamental em qualquer treinamento desportivo, muito ao pé da letra. Tanto, que muitos tem certa resistência em usar métodos anaeróbicos em seu treino, para a melhora do rendimento. No sentido de mostrar o que de fato pode te ajudar, o artigo de hoje vai ser sobre o treinamento pliométrico para corredores!
De maneira simplista e reduzida, a pliometria é um método de treinamento de potência muscular, que utiliza energia elástica acumulada, para impor estímulos mais rápidos. Com isso, o praticante tem um aumento considerável de potencia muscular, nos membros trabalhados. Hoje, a pliometria é consagrada em treinamentos de esportes como o vôlei e o basquete. Mas especificamente para corredores, ela ainda não é muito difundida.
Treinamento de pliometria para corredores, aspectos metodológicos e benefícios
De acordo com Jones et al. (2007) em corridas, embora a energia aeróbica tenha papel predominante a contribuição anaeróbica (sprint final, subidas e picos de ritmo) se faz importante. Esses autores sugerem que a inclusão de formas de treinamento anaeróbio em um programa de corredores de longa distância pode ter algum efeito benéfico.

Além destes fatores, hoje já sabemos que a alternância entre estímulos aeróbicos e anaeróbicos, produz uma considerável melhora na eficiência do Vo2 máximo. De acordo com um estudo de Turner et al. (2003) em que foram estudados os efeitos do treinamento pliométrico em indivíduos treinados, mas não atletas, foi possível verificar que o treino com saltos promoveu melhoras em aspectos importantes, como a economia de corrida, além do consumo máximo de oxigênio (VO2máx).
Mas isso de maneira alguma quer dizer que todo corredor deva usar a pliometria, ou pior, usá-la de qualquer maneira. Veja agora algumas possibilidades de trabalho e o público mais indicado para este tipo de trabalho!
Pliometria para corredores, quem deve fazer e como fazer?
Este é um assunto um tanto quanto delicado, já que cada caso necessita de uma avaliação específica. Mas no geral, o treinamento pliométrico é usado por corredores mais experientes, que querem melhoras de rendimento e que tem uma boa base muscular.

Isso porque a pliometria é um treino intenso, que traz impacto para as articulações e se feito por pessoas despreparadas, pode vir a ser lesivo. Mesmo em esportes de potência, a pliometria só é utilizada depois do período básico.

Portanto, se você é corredor, antes de pensar em treinamentos pliométricos, foque em sua resistência muscular localizada e força máxima. Somente depois de uma base construída neste sentido, é que podem ser usados os treinamentos pliométricos com eficiência e segurança.
Além disso, é importante tomar alguns cuidados para realizar o treinamento pliométrico:
– Pelo alto impacto das atividades, prefira superfícies mais macias, como a grama ou a areia;
– Tome cuidado com a utilização em excesso, pois a pliometria auxilia, mas não é o seu objetivo final;
– O período recuperativo destes treinos precisa ser bem controlado e jamais faça ele antes de treinos longos e exaustivos;
As possibilidades de trabalho em termos de pliometria são muitas. Você pode alternar saltos com exercícios coordenativos, por exemplo.
Praticamente todos estes exercícios podem ser feitos na grama ou na areia, de acordo com suas possibilidades.
Além disso, o treinamento em escadarias, muitas vezes permite um bom trabalho pliométrico. Além disso, o treino em escadaria bem executado, melhora a economia de corrida, além da técnica.
No geral, quando bem aplicados dentro do contexto, os treinamentos pliométricos promovem melhoras consideráveis nos tempos de corrida, já que eles permitem melhoras no Vo2 máximo e na economia de corrida. E você corredor, sabe que uma corrida econômica e fácil, é fator relevante para a melhora de seus tempos ou para alcançar distâncias mais longas. Por isso, busque alternativas que vão de encontro com este objetivo! Bons treinos!
Referências:
JONES, P. Resistance training for distance running: a brief update. National Strength and Conditioning Association, 2007.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Corra das lesões!




Cinco alertas importantes para você fugir de dores e aborrecimentos

Nem tudo são flores na vida de um corredor. Sei que a princípio essa frase pode causar espanto, em especial ao se levar em conta os inúmeros benefícios que a prática regular do esporte traz para a nossa saúde. Contudo imagine essa mesmíssima frase sendo dita por um corredor que teve sua planilha de treinos interrompida por causa de uma lesão.
Recentemente um estudo realizado no Brasil apontou que cerca de 30% dos corredores de rua apresentaram algum tipo de lesão nos últimos seis meses. A pergunta que paira no ar é: se machucar-se é algo tão frequente e temeroso, por que são poucos os corredores que pensam em prevenção? Erros na periodização semanal dos treinamentos, aumento abrupto do volume ou mesmo da intensidade e recuperação inadequada após a corrida são as principais causas para o surgimento de lesões. Falta de aquecimento, uso de tênis inadequados e prática em terrenos impróprios também podem ser facilmente apontados como vilões.
Quer mais um dado? Cerca de 75% das lesões nos corredores são geradas pela sobrecarga decorrente da repetição mecânica, as chamadas lesões de overuse (excesso de uso), das quais 60% a 70% poderiam ser prevenidas apenas com uma boa avaliação funcional (conjunto formado por avaliação músculo esquelética, avaliação mecânica e avaliação ergoespirométrica) e orientação médica.
Quer se proteger? Siga, então, cinco dicas para se manter “inteiro”:
1. SEJA RÁPIDO NO DIAGNÓSTICO Consulte logo um ortopedista ou médico do esporte quando aquela dor chata insistir em permanecer durante ou após dois treinos seguidos. O diagnóstico precoce otimiza as adaptações dos treinos para que você se livre rapidamente do mal.
2. NÃO DEIXE DE SE FORTALECER O treinamento de força tem a função não só de aumentar a eficiência do movimento como também otimizar as respostas hormonais fundamentais para a recuperação do corredor. Duas a três sessões por semana de fortalecimento, elaboradas por um treinador especializado em corredores, ajudará bastante na prevenção de lesões.
3. MANTENHA-SE HIDRATADO As lesões de overuse estão mais propensas a surgir em condições de fadiga do tecido muscular. Uma estratégia de hidratação e consumo energético adequada é muito importante para manter a qualidade do treino e, principalmente, a integridade muscular. O sono também tem papel-chave nesse processo
4. AQUEÇA-SE E DESAQUEÇA-SE O aquecimento e o desaquecimento fazem parte do treinamento. Um bom programa de aquecimento inclui também alguns estímulos neuromotores, como alongamentos dinâmicos, educativos de corrida e exercícios de agilidade. O desaquecimento deve incluir uma queda gradual da velocidade da corrida, até sua frequência cardíaca atingir a marca de 50% a 60% da sua máxima.
5. ABUSE DO CROSS-TRAINING O cross-trainning nada mais é que praticar outras modalidades e encarar estímulos diferentes da corrida. O descanso é outro ponto essencial na recuperação muscular.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

O QUE É VO2 MÁXIMO?

O QUE É VO2 MÁXIMO?
O índice determina a capacidade atlética de um corredor e ajuda a obter melhores resultados nos treinos:
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Quem corre provavelmente já ouviu o treinador ou algum colega de treino falar sobre VO2 máximo. Mas você sabe exatamente o que é isso? É essencial saber… O índice determina a quantidade máxima que uma pessoa consegue consumir de oxigênio durante a atividade física. Quanto maior a captação de oxigênio pelo organismo, maior será a performance atlética. Por isso, o VO2 máx. é muito importante tanto para avaliar a capacidade aeróbica de um corredor quanto para definir um plano mais eficiente de treinamento.
Como descobrir?
A maneira mais precisa para conhecer seu VO2 máx. é realizar um teste ergoespirométrico. Nele, você faz uma atividade física monitorada (na esteira, na bike etc.), com eletrodos no corpo e uma máscara no nariz e na boca. O exercício começa em ritmo leve e vai aumentando progressivamente, para descobrir a frequência cardíaca, a troca de gases na respiração e a percepção de esforço conforme a intensidade do treino. Em alguns casos, também se avalia a quantidade de lactato no sangue ao término do exame.
Como funciona:
O VO2 máx. demonstra a eficiência bioquímica do atleta associada a três sistemas distintos do organismo: o pulmonar, o cardíaco e o circulatório. O ar entre pelas narinas e chega até os alvéolos, local em que ocorre a troca gasosa com o sangue. Depois, o oxigênio é transportado pelos glóbulos vermelhos, via corrente sanguínea, até as células. Quando o oxigênio entra na célula, depende de uma série de reações, mediadas por enzimas, para ser transformado em energia. Portanto, se o atleta tiver um problema de ventilação pulmonar, uma alteração na troca gasosa entre os alvéolos e o sangue, uma deficiência de transporte de oxigênio (por causa dos glóbulos vermelhos ou do próprio coração) ou um déficit de atividade das enzimas dentro das células, terá o resultado do exame (e sua performance em atividades aeróbicas) comprometido.
O VO2 máx. e os treinos:
Quando você realiza o teste ergoespirométrico, descobre exatamente qual é seu limiar aeróbico (L1) e seu limiar anaeróbico (L2). Esses referenciais estão ligados à intensidade do exercício e demonstram quanto você consegue sustentar uma atividade em determinado ritmo. Com esses dados, é possível personalizar sua planilha para obter melhor performance. Explicando resumidamente, antes de chegar ao L1, seu corpo consegue manter o nível de lactato e o equilíbrio do organismo sem a necessidade de compensação. Entre L1 e L2, passa a produzir mais lactato, porém, ainda consegue controlar a substância e evitar que ela se acumule. A partir de L2, ocorre o acúmulo de lactato no organismo. Caso você mantenha a intensidade da atividade física elevada, a fadiga será inevitável.
Na prática, você fica antes de L1 ao correr em um ritmo bem leve, regenerativo. Entre L1 e L2 estão as corrida moderadas, em intensidade que você consegue permanecer por bastante tempo. E acima de L2 entram as atividades em ritmo forte (os populares tiros, por exemplo), que duram um curto período. Em uma prova, geralmente os atletas ficam um nível discretamente acima de L2. Ou seja, perto de seu limite.

sábado, 15 de outubro de 2016

Liberação miofascial para quem corre!


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Muita gente já viu, mas ainda não sabe para que servem esses rolos e nem por que as pessoas ficam passando no corpo como se fossem um “rolo de pizza”. Alongamento ou exercício de fortalecimento? Nenhum dos dois. Eles servem para liberação miofascial, a prática que faz uso de rolos, de sticks e de bolas de tênis (ou bolinhas mais duras) para liberar a fáscia e promover maior liberdade do movimento muscular.
Indicada para qualquer pessoa, a liberação miofascial é um dos grandes segredos para prevenir lesões e aliviar as dores musculares em treinos intensos. “É um método em que aplica-se uma pressão em alguns pontos do corpo com o objetivo amassá-los, promovendo uma maior elasticidade do músculo (mio) e liberdade entre músculo e fáscia (tecido conectivo)”, explica Rene Azzi, proprietário do Six Plus, espaço para aulas focadas na mobilidade do corpo.
Fáscia
Mas o que é a fáscia afinal? Ela é uma lâmina de tecido que recobre todos os músculos do corpo, abaixo da pele, e que permite que os músculos deslizem perfeitamente durante os exercícios. Dói? Sim. Mas não é uma dor ruim, dói porque a prática está liberando pontos de tensão, estimulando a circulação local e renovando o oxigênio no sangue. No fim, ficamos aliviados, relaxados e alongados.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Feliz dias das crianças!

Feliz dias das crianças!

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Consumir BCAA aumenta resistência e reduz fadiga na corrida:



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Dica do dia!
Consumir BCAA aumenta resistência e reduz fadiga na corrida:
Os aminoácidos são a menor unidade na constituição da proteína, sendo fundamentais na construção das células e tecidos do corpo. Também são responsáveis pela formação dos anticorpos que combatem infecções causadas por bactérias e vírus, além de participarem da atividade dos músculos e do transporte de oxigênio por todo o organismo, funções estritamente relacionadas a exercícios de intensidade moderada/alta e longa duração, como a corrida. Dentre eles, os aminoácidos de cadeia ramificada, conhecidos como BCAA (branched chain amino acids), têm sido apontados como importantes aliados dos atletas no que diz respeito ao aumento da resistência e redução da fadiga durante a prática, principalmente em se tratando de provas mais longas, como a maratona.
Bons treinos!

sábado, 8 de outubro de 2016

Dica do dia!

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MÃOS INCHADAS DURANTE A CAMINHADA/CORRIDA



MÃOS INCHADAS DURANTE A CAMINHADA/CORRIDA


Pode não parecer, mas notar as mãos incharem durante a prática de atividades aeróbicas de longa duração é bastante comum. Logo abaixo, para estimular o retorno do sangue e evitar o inchaço, algumas dicas para você fazer.




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ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA

corrida rio
Corremos por muitos motivos e ter mais qualidade de vida está com certeza entre eles. Os vários benefícios físicos e psicológicos que a atividade física oferece nos tornam mais saudáveis – pensando em saúde como o completo bem-estar físico, psicológico e sociocultural, como conceituado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Ser saudável, portanto, vai além de não estar doente e torna ainda mais importante nossa qualidade de vida, que pode ser medida por um instrumento desenvolvido pela OMS, o WHOQOL-100. Nesse instrumento, são avaliados seis aspectos: físico, psicológico, nível de independência, relações sociais, meio ambiente e espiritualidade/religião/crenças pessoais. Ou seja, são esses os aspectos importantes para nossa qualidade de vida e saúde integral.
É interessante pensar o quanto correr tem uma influência positiva em quase todos esses aspectos, inclusive no nosso bem-star psicológico. Um dos objetivos da nossa ciência, a psicologia esportiva, é justamente entender como a participação em atividades esportivas afeta o desenvolvimento psicológico, a saúde e o bem-estar dos indivíduos.
Sabemos que os benefícios de se exercitar vão além do físico: nosso humor e nosso rendimento mental melhora, ficamos mais dispostos e menos ansiosos, estressados e depressivos. Porém o bem-estar psicológico pode variar de acordo com o tipo de exercício realizado e com os fatores envolvidos na prática, como o ambiente, os instrutores e a própria pessoa.
Alguns aspectos como o prazer proporcionado pela atividade, as expectativas e objetivos do praticante, a presença de competição e a intensidade do exercício, por exemplo, influenciam nos benefícios psicológicos que são atingidos com a atividade física, mas essa influência é individual. Competir, por exemplo, pode influenciar negativamente o bem-estar psicológico de um indivíduo, trazendo muita ansiedade, e influenciar positivamente outro indivíduo, trazendo motivação e autorrealização, por exemplo.
Por isso, é importante realizar uma avaliação constante dos efeitos da nossa prática de atividade física, entender quais aspectos dela influenciam positivamente ou negativamente em nosso bem-estar psicológico e, a partir disso, buscar extrair de nossa corrida o máximo de benefícios psicológicos que ela tem a nos proporcionar.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

FRASES DO ESPORTE!

"Cuidar do corpo e da saúde não tem nada a ver com parecer bem, mas sim com estar bem para você e com você".
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domingo, 25 de setembro de 2016

Casal de 80 anos terminou uma maratona junto. E não pensa em parar!

Aos 80 anos, Joe e Kay fizeram os 42km da maratona em 5h25min


Joe e Kay fizeram os 42km da maratona em 5h25min

Aos 80 anos, o que você faria para comemorar 57 anos de casamento? Uma viagem, um jantar com a pessoa amada? Joe e Kay O'Regan foram mais ousados. Esse casal de irlandeses preferiu correr uma maratona, com direito a mãos dadas na linha de chegada depois dos 42 km da Cork City Marathon.
A corrida, obviamente, não é novidade para o casal. Quando fizeram 50 anos (seus aniversários são próximos), eles disputaram juntos a primeira maratona, terminando a prova com os dedos entrelaçados. O gesto repetido 30 anos depois, então, tinha um significado especial.
Joe e Kay O'Regan concluíram a prova neste ano em 5h25min29. Um ótimo desempenho para os 80 anos de idade: muitas maratonas determinam 6h como tempo limite de conclusão para os participantes de todas as categorias.
"A verdade é que posso ter e parecer ter 80 anos, mas eu não me sinto com essa idade", disse Joe à Runners World. "Não somos especiais ou extraordinários. Correr é só algo que fazemos normalmente".
E fazem muito. Dos 50 aos 80 anos, Kay já disputou 113 maratonas. Joe é menos experiente que a mulher: fez "só" 29 maratonas no mesmo período. E encarar mais uma prova de 42km está sempre nos planos deles. "Nunca diga nunca", avisa o irlandês.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

domingo, 11 de setembro de 2016

De Paraolimpíada a Paralimpíada: por que a mudança?

O atleta cadeirante Aaron "Wheelz" Fotheringham deu um mortal através do 0 que encerrava a contagem regressiva para o evento.


Os Jogos Paralímpicos estão na sua 15ª edição e já foram oficialmente chamados de "Paraolimpíadas". A mudança, determinada pelo Comitê Paralímpico Internacional (CPI) em 2011 e acatada pelas autoridades brasileiras, gera dúvidas e controvérsia.
Afinal, existe uma forma correta de se referir ao evento? Segundo linguistas ouvidos pela BBC Brasil, o termo correto deve manter o "o" como em 'paraolimpíada'. Segundo os organizadores, no entanto, a forma correta de se referir ao evento é 'paralimpíada', sem o "o".
Contactado pela BBC Brasil, o Comitê Paralímpico Internacional disse que, desde sua fundação em 1989, usa o termo "Paralímpiada", do inglês "Paralympics", e que nunca se referiu às competições de outra maneira em inglês. Alguns países, entretanto, entre eles o Brasil, optavam por "Paraolimpíada" por questões linguísticas.
Segundo linguistas consultados pela BBC Brasil, o vocábulo "paralimpíada" vai contra a evolução natural das palavras em português com a supressão do "o" na junção do "para + olimpíada".

Entenda

Até 2011, no Brasil, as competições eram chamadas oficialmente de "Paraolimpíada" ou "Jogos Paraolímpicos" e os participantes eram conhecidos como "atletas paraolímpicos".
Naquele ano, no entanto, após os Jogos Panamericanos de Guadalajara, no México, o CPI determinou que todos os comitês nacionais padronizassem o termo "Paralimpíada" e, por consequência, "Jogos Paralímpicos" e "atletas paralímpicos". O comitê brasileiro acatou a determinação e mudou a terminologia.
Para Paulo Ledur, mestre em linguística aplicada pela PUC-RS e professor aposentado de língua portuguesa da Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul, a decisão das autoridades esportivas brasileiras de suprimir o "o" a pedido do Comitê Paralímpico Internacional gerou "mal-estar".
"Acho que não deveria ter sido retirado porque isso não é característica da língua portuguesa. Assim como afetou a autonomia do português, certamente, deve ter afetado outras línguas latinas, como o espanhol", diz Ledur à BBC Brasil.
"Eu continuaria utilizando 'Paraolimpíada', sem dúvida nenhuma. Não há impedimento para quem quiser fazer isso, na forma falada ou escrita, muito pelo contrário".
Uma das principais publicações do país, a Folha de S. Paulo, por exemplo, optou por não usar "paralimpíada". Em um artigo publicado no jornal, o colunista e professor de língua portuguesa Pasquale Cipro Neto argumenta que "não faz o menor sentido" retirar o "o" da palavra.
Para ele, no processo de junção na nossa língua, o que ocorre é a supressão da vogal final do primeiro elemento e não da vogal inicial do segundo elemento - ou seja: "para+olimpíada" faria com que o "a" de "para" fosse suprimido, e não o "o" de "olimpíada". Teríamos como resultado deste processo, que reflete a forma como as pessoas pronunciam a palavra, o vocábulo 'parolímpico'. Pasquale cita comos exemplos equivalentes duas palavras: hidrelétrico e gastrintestinal.

Evolução do idioma e razões comerciais

Ledur diz que, além da regra usual de construção dos vocábulos com o prefixo "para", há outro motivo pelo qual a supressão do "o" no termo não faria sentido.
"A evolução de um idioma se dá sempre de 'baixo para cima'. Ou seja, quando a população começa a usar mais uma forma do que a outra, os dicionários e linguistas podem passar a adotá-la, e nunca o contrário, quando um termo é sugerido de 'cima para baixo', como é o caso com a 'Paralimpíada'", explica.
A padronização, como reconhece o próprio Comitê Paralímpico, tem também origens mercadológicas. "Um motivo mais pragmático para não usar o termo 'Paraolímpico' é que violaria os direitos do Comitê Olímpico Internacional ligados ao nome 'Olímpico' como marca registrada", explica o site oficial das Paralimpíadas.Origens


Nadador Clodoaldo Silva percorre rampas antes acender pira

Origens


As origens do termo, seja "Paraolímpiada" ou "Paralimpíada", não são claras. Em inglês, entretanto, parece haver menos controvérsia do que em português e a versão sem o "o" predomina em referências históricas. Segundo explica o CPI, a palavra provavelmente surgiu nos primórdios dos jogos, na década de 50, com a junção das palavras 'paraplégico' e 'Olimpíada'. Essa tese é reforçada pelas primeiras referências escritas ao termo, como um artigo de 1954 que fala em "Paraplegic Games" ou a "Paralympic Tokyo 1964".
Mas, com o passar do tempo, outros tipos de deficiência foram incorporados aos jogos e a interpretação original do termo - que se referia apenas a paraplégicos - foi deixada de lado. A interpretação atual do CPI é a de que o termo "Paralimpíada" indica que o megaevento acontece "em paralelo à Olimpíada" e que os dois movimentos do esporte internacional convivem lado a lado. O significado dos jogos mudou, mas a palavra em inglês permaneceu a mesma.
Em português, especialistas brasileiros sugerem o emprego do termo "Paraolimpíada" como o que melhor reflete não apenas o significado atual dos jogos como também o processo natural de formação de palavras no nosso idioma.

sábado, 27 de agosto de 2016

3 Lesões que te tiram da corrida e como cuidar!

Temos três lesões muito prevalentes na corrida e sabemos que elas podem ser prevenidas e tratadas com três coisas: incorporar na sua rotina treino de core, treino de força e melhora da técnica. Vamos a elas:
“CANELITE”:
 Dores na canela são provocadas por aumento de stress na tíbia quando corpo não consegue “absorver” impacto e reparar a micro lesões provocadas por qualquer treino. Muito comum nos aumentos de quilometragem semanal e em corredores com maior peso na balança.
Sintomas
  • Dor na canela no osso.
Algumas Causas
  • Biomecânica: dentre as alterações temos o Overstrinding quando pé toca o chão muito longe do quadril.
overstride
  • Outro aspecto é musculatura muito “dura”.
  • “Overpronação” termo utilizado para dizer que o pé vira demasiadamente para dentro.
overpronation
Prevenção
  • Subir quilometragem de forma gradual.Se necessário fazer menos kms/semana ou até suspender a corrida. Outra opção para manter o Sistema Cardiovascular e se manter treinado é pedalar ou remar, ambos tem ótima transferência de treinamento para corrida.
  • Aumentar a cadência da passada. Cerca de 170 a 180 é o ideal. Para isso usar metrônomo.
  • Utilizar liberação miofascial com Foam Roller, “soltando” musculatura da perna.
DORES NO JOELHO
As dores no joelho são provocadas por Sindrome Patelar, Condromalácia, Inflamação no Trato Iliotibial.
Algumas Causas
  • Pouca força no quadril.
  • Rigidez da musculatura.
  • Aumento abrupto na quilometragem semanal.
  • Excesso de descida.
  • Biomecânica:  Overstrinding, é de novo. Tilt de Pelve é quando quadril tem grande movimentação (veja aqui).
Prevenção
  • Fortalecer o quadril. Isso pode ser feito com pranchas, exercícios com Ponte (aqui), agachamento e levantamento terra.
  • Manter o quadricipes bem alongado.
  • Cuidar da subida de quilometragem.
FASCITE PLANTAR
A fáscia plantar é um ligamento que conecta o osso do calcanhar (calcâneo) aos dedos do pé.
fascia plantar
Sintomas
  • dores no calcanhar.
  • dor aumenta no caminhar.
  • dor intensa pela manhã.
Algumas Causas
  • Aumento abrupto na quilometragem semanal.
  • Pé plano.
  • Pouca flexibilidade tornozelo.
Prevenção
  • Fortalecimento dos músculos da panturrilha.
  • Aumento gradual da quilometragem semanal.
  • Fortalecimento dos músculos do pé.
Como podem ver um fator comum para todas as lesões é o aumento da quilometragem semanal, fato que ocorre quando estamos nos preparando para meia e maratonas. Por isso algumas pessoas podem levar mais tempo para fazer estas distâncias. Para que acostumem o corpo, como professores gostam de dizer, se adaptem a fazer mais quilometro por semana. Junte a este é fato alterações biomecânicas e falta de força no core, quadril e membro inferiores, temos um tempero perfeito para um corredor lesionado.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Corrida de São Silvestre de 1936


Épico! 

Atletas posam nos degraus da escada da Catedral da Sé, em São Paulo, para a foto oficial da 12ª Corrida de São Silvestre de 1936.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Momento Olímpico!

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Momento Olímpico!
O símbolo dos Jogos Olímpicos é composto por cinco arcos entrelaçados, com as cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho sobre um fundo branco. Este foi originalmente concebido em 1913 pelo Barão Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos modernos.
“ O emblema foi escolhido para ilustrar e representar o Congresso mundial de 1914: cinco anéis entrelaçados com cores diferentes - azul, amarelo, preto, verde e vermelho - são colocados no campo em branco do papel. Esses cinco anéis representam as cinco partes do mundo, que agora são conquistados para Olimpismo e dispostas a aceitar uma concorrência saudável.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Melhores musica para correr!

Melhores musica para correr!

5 km rápido!

Foto de Consultoria Esportiva Taubaté.
QUER VOAR NOS 5 KM? CONFIRA QUATRO TIPOS DE TREINO PARA ACELERAR A CORRIDA!
Talvez exista uma prova de 5 km a cada final de semana em algum lugar no Brasil. É uma distância interessante tanto para os novatos quanto para os mais experientes. Provavelmente é a melhor porta de entrada para os corredores descobrindo o novo esporte e uma prova de ritmo bem acelerado para os que já têm várias delas no currículo.
Se você é um corredor amador, que trabalha mas se dedica com bastante afinco ao treinamento, talvez três ou quatro treinos por semana sejam o suficiente para alcançar algumas metas bem ambiciosas. Pode ser que treinar cinco vezes na semana faça bem à você, mas preste atenção e tenha a certeza de que você não está roubando horas preciosas do seu sono e da sua recuperação fazendo mais esse exercício.
Em uma semana normal de treinamento para essa distância, uma boa sugestão é explorar esses quatro tipos de treino (pode ser até nessa ordem):

1) Treino com variação de velocidade – em um treino de, por exemplo, 1h, faça 4 ou 5 acelerações de 2, 3 ou 4 minutos. Uma boa ideia é conjugar algumas dessas acelerações com trechos de subida. Isso ao longo do tempo vai dando força para as suas passadas. E o segredo aí não consiste só em acelerar, mas em ter percepção de ritmo para voltar para a velocidade de antes da aceleração. Saber diminuir o ritmo sem quebrar é regra para você que tem pouca margem de erro no dia da prova.
2) Treino intervalado – se você realmente quer correr esses 5km bem rápido, talvez esse seja o treino que demande mais esforço e concentração. Pode ser que a melhor estratégia aqui seja começar as séries em um ritmo um pouco mais tranquilo e ir progredindo para o seu ritmo rápido aos poucos. Procure deixar as séries mais velozes para o final, já que nesse momento da corrida você só pode pensar em acelerar. Alguns exemplos de séries intervaladas interessantes para os 5km: 12 x 400m intervalo de 1’, 6 x 1km intervalo de 1’30” ou 3 x 2km intervalo de 2’. Ao longo do ano, experimente fazer séries de variadas distâncias (de 200m a um simulado de 5km).
3) Treino de recuperação – uma corrida leve entre 30 e 50 minutos pode ser o bastante. Não se preocupe com ritmo aqui, você deve ter a percepção de que está correndo confortavelmente devagar. Se estiver se sentindo muito cansado e tem a sensação de que dormir meia hora vai ser melhor do que treinar, não pense duas vezes, descanso também é treino.
4) Treinos longos – provavelmente algo entre 1 hora e 1 hora e meia seja o suficiente para gerar boas adaptações para um corredor rápido de 5km. Uma estratégia interessante é fazer esses treinos em um ritmo confortável, somando quilômetros para a semana. Entretanto, a cada duas ou três semanas, experimente fazer um final de treino mais forte, acelerando nos últimos dez ou quinze minutos; ou faça 4 acelerações de, por exemplo, 500m (progredindo em direção ao ritmo de prova) no final do treino.
E no dia da prova, acorde cedo, chegue com antecedência ao local da corrida e aqueça com calma. Uma boa escolha aqui é fazer um aquecimento entre 15 e 20 minutos com os últimos 2 ou 3 minutos próximos do seu ritmo pretendido para a prova. Como você chegou cedo, consegue largar na frente - você não deveria perder tempo desviando de outros corredores. E depois da prova, desaqueça entre 5 e dez minutos caminhando ou trotando. 
Bons treinos!

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