quinta-feira, 26 de maio de 2016

Passada longa ou curta?



É muito comum ouvir corredores dizendo “fulano corre rápido porque tem a passada longa”. Mas será que ter uma grande amplitude na corrida significa ter mais velocidade no asfalto? Parece que não. Para melhorar a performance e ainda prevenir lesões, estudos recentes têm mostrado que o ideal é diminuir o comprimento do passo, porém aumentando a sua frequência.
De acordo com os pesquisadores, o pé não deve aterrissar no chão muito distante do tronco, já que desta forma o atleta colocaria no solo primeiro o calcanhar, causando um impacto maior sobre as articulações e aumentando, assim, as chances de lesão. Além disso, o movimento muito amplo pode gerar um gasto maior de energia, pois muitos corredores acabam saltando a cada passada para conseguirem manter a velocidade.
O correto seria, portanto, dar passos curtos. Mas como conseguir uma boa performance assim? A solução está em aumentar a cadência, ou seja, a quantidade de passos por minuto. Após analisar algumas provas de atletismo das Olimpíadas de Los Angeles 1984, o fisiologista e treinador norte-americano Jack Daniels constatou que os atletas profissionais tinham uma cadência de pelo menos 180 passos por minuto.
O número passou, então, a ser visto como ideal no mundo da corrida, mas, como explica a treinadora Adriana Genioli, ele não se aplica a todos os corredores. “A corrida tem que ser confortável e natural, então cada atleta deve procurar descobrir qual a sua cadência e trabalhar para melhorá-la, mas sem se preocupar em atingir a meta de 180”, defende.
E para calcular este número é bem simples: corra em seu ritmo natural e conte quantas vezes, dentro de um minuto, sua perna direita toca o chão. Depois é só multiplicar o resultado por dois e você terá a sua cadência. “O atleta que quiser melhorar sua cadência deve multiplicar esse número encontrado por 1,1 e treinar para chegar nesse novo valor”.
Por exemplo, se o corredor tem uma frequência de 160 passadas por minuto, o seu objetivo será chegar em 176, o que representa um aumento de 10%. “Isso deve ser feito, contudo, sempre com o acompanhamento de um profissional porque mudanças bruscas na frequência e no comprimento da passada podem ser prejudiciais ao atleta”, alerta.
Para conseguir aumentar a cadência, o corredor precisa melhorar sua mecânica da corrida, tornando-a mais eficiente. E a maneira de conseguir isso é por meio de exercícios educativos. Abaixo, a treinadora sugere cinco movimentos a serem realizados durante os treinos:
1. Skiping Alto e Baixo
Objetivo: correção e aumento do tamanho da passada
Execução: corrida parada elevando o joelho até a altura do quadril (skiping alto) e elevação de 45º (skiping baixo). Manter os braços em um ângulo de 90º.
2. Anfersen
Objetivo: melhorar a elevação do calcanhar
Execução: corrida parada ou em deslocamento elevando o calcanhar até os glúteos, coordenando o movimento com o do braço.
3. Dribling
Objetivo: fortalecer e aumentar a mobilidade do tornozelo
Execução: sem sair do lugar, elevar o calcanhar alternadamente sem tirar os pés do chão ao mesmo tempo em que faz o movimento lateral dos braços.
4. Hopserlauf
Objetivo: melhorar a postura do quadril
Execução: elevar pernas e braços alternadamente dando um pequeno salto a cada elevação. Pode ser feito parado ou em deslocamento.
5. Kick out
Objetivo: aumentar a amplitude da passada
Execução: correr jogando os pés alternadamente para frente, como se estivesse chutando. Coordenar com o movimento lateral dos braços.

domingo, 22 de maio de 2016

Que prevaleça o Espírito Esportivo!

Foto de Consultoria Esportiva Taubaté.


Que prevaleça o Espírito Esportivo!

Os maiores de 50 anos e a corrida de rua: nunca é tarde para começar!

Foto de Consultoria Esportiva Taubaté.
Os maiores de 50 anos e a corrida de rua: nunca é tarde para começar!
Aumenta cada vez mais o número de corredores iniciantes mais velhos, que devem se exercitar somente após exame médico bem detalhado
"Nunca é tarde para começar", esse conselho pode ser perfeitamente adotado por aqueles que acreditam que a idade não é um empecilho para praticar uma atividade física, inclusive a corrida de rua. 
Desde que sejam observados os cuidados necessários, qualquer pessoa com "anos de estrada" pode calçar um confortável par de tênis e encarar uma prova de curta ou longa distância.
E são nesses eventos que é possível notar o crescimento no número de participantes com mais de 50 anos, muitos deles novatos que foram atraídos para o esporte pelo desejo inicial por uma vida mais saudável.
Além disso, em comum entre eles há a descoberta de uma nova forma de se relacionar com o mundo e de fazer amizades.
Se a idade traz amadurecimento, que ele venha acompanhado por atitudes saudáveis. Então, não perca tempo, vá ao médico, procure orientação e siga os exemplos desses "coroas enxutos".

Bons treinos!

Dicas do dia!

Foto de Consultoria Esportiva Taubaté.


Estabeleça objetivos inspiradores e desafiadores. Todos nós necessitamos de orientar a nossa energia e vontade, faça algo que puxe por nós e permita colocar à prova as nossas capacidades e habilidades. Colocando uma pitada de persistência e tenacidade nos ingredientes do treino, assegura-nos o apetite para um esforço continuo até ao alcance do objetivo último. Continue e seja persistente, os resultado estão a caminho.

domingo, 15 de maio de 2016

Com o passar do tempo, continuar motivado com os treinos é um desafio. Veja como manter o entusiasmo



Foto de Consultoria Esportiva Taubaté.


-Ajuste sua rotina
-Corra com amigos
-Anote os resultados
-Encontre um mantra
-Inscreva-se em uma prova
-Compre alguma recompensa
-Tudo ou nada
-Pense no seu bem-estar
-Tenha metas
-Divirta-se


Bons treinos!

quinta-feira, 12 de maio de 2016

MUSCULAÇÃO COMO FONTE DA JUVENTUDE!

Foto de Consultoria Esportiva Taubaté.

A musculação pode ser considerada como uma das atividades campeãs na promoção de saúde e qualidade de vida. Os seus inúmeros benefícios transcendem aos fatores estéticos, como comumente visto. São comprovados os benefícios do treinamento resistido como coadjuvantes no tratamento da hipertensão, osteoporose e diabetes; no combate à sarcopenia (perda natural de peso massa muscular em decorrência da idade); na correção de problemas posturais; na aceleração do metabolismo e emagrecimento; no fortalecimento do sistema imunológico; na melhoria dos padrões ventilatórios; bem como na melhora do humor, libido e autoestima.
Todavia, novas descobertas vêm atraindo a atenção da comunidade científica com relação ao treinamento resistido. Recentes estudos têm comprovado a eficácia das atividades físicas no retardo ao envelhecimento humano, fato que levou alguns dos seus pesquisadores pioneiros a ganhar o prêmio Nobel de medicina no ano de 2009 (Falus, Marton et al. 2010). Atualmente o comprimento dos telômeros, principalmente das células brancas – leucócitos - têm sido apontados como marcadores fidedignos do envelhecimento humano, (Gilley, Herbert et al. 2008, LaRocca, Seals et al. 2010), fato muito interessante uma vez que nem sempre a nossa idade cronológica corresponde à nossa idade bioquímica.
Telômeros são estruturas constituídas por fileiras de DNA, formando a extremidade dos cromossomos. Sua principal função é manter a estabilidade estrutural dos mesmos, funcionando como protetores para que as informações genéticas (DNA) sejam perfeitamente copiadas quando as mesmas se duplicam. A cada vez que se dividem os telômeros são ligeiramente encurtados , visto que não se regeneram, chegam a um ponto que de tão curtos não são mais capazes de realizar corretamente a replicação dos cromossomos, fazendo com que a célula perca parcialmente a sua capacidade de divisão, o que pode ser descrito como o mecanismo do envelhecimento propriamente dito.
Os estudos têm demonstrado que exercícios resistidos associados à a dietas ricas em substâncias antioxidantes protegem os telômeros, mantendo-os longos por mais tempo (Krauss, Farzaneh-Far et al. 2011, Du, Prescott et al. 2012, Kim, Ko et al. 2012, Ludlow, Witkowski et al. 2012), retardando assim o processo do envelhecimento.
As pesquisas demonstram não somente dados do tempo, mas também da qualidade e perspectiva de vida no futuro, uma vez que telômeros maiores podem ser sinal de idade jovem associado a hábitos saudáveis, assim como telômeros mais curtos estão associados não só ao envelhecimento, mas também à exposição à a substâncias tóxicas como o benzeno e tolueno. (Guralnik 2008, Ornish, Lin et al. 2008)

Dica de hoje!

Já incluiu na sua rotina a musculação corredor! Boa noite!


quarta-feira, 11 de maio de 2016

DICA DE CORRIDA: QUER UM REMÉDIO BOM?


QUER UM REMÉDIO BOM?

CORRER é a solução. Disponível em diferentes doses. Use sob orientação médica e profissional. E seja FELIZ sem MODERAÇÃO!



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